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quarta-feira, 4 de abril de 2012

Línguas Estranhas?

Carismatismo e Pentecostes?
Pentecostalismo? Batismo no Espírito Santo?
Que Salada é esta? Tudo igual?

Basta comparar com atenção e isenção de preconceito o que houve realmente em Atos 2 onde haviam aproximadamente 16 nações (versos 9 a 11) presentes e perceber que os discípulos não falavam línguas “estranhas” e sim, em outras linguas diz o texto. Aliás, a palavra “estranha” como usada por muitos, para línguas não existe no original grego. 

Os discípulos falaram as línguas dos presentespara evangelizá-los” que era o motivo principal de Deus na inauguração da Igreja Primitiva.
A prova é que os próprios presentes disseram: Eles falam em nossa própria língua materna.  (verso 8). Estude atenciosamente o texto e o contexto da Festa de Pentecostes.

infelizmente muita gente sincera em confusão desnecessária sobre este dom maravilhoso dado por Deus em circunstância específica para a evangelização inicial na igreja que estava acabando de nascer isto é, para um fim proveitoso afirma Paulo em 1ª Coríntios 12 verso 7.

Muita gente sincera, ao ser colocada em prova alega que as línguas faladas hoje por aí se tratam da língua dos anjos, mas se esquecem, no entanto, que todas as vezes que Deus quis Se comunicar através de anjos com os homens Ele providenciou que os anjos aparecessem em "forma" de homens e que se comunicassem na língua daqueles a quem foram comissionados a entregar a mensagem do céu.

Se alguém, em qualquer culto fala uma língua que não existe dicionário que a interprete esta língua é falso don.
Então você saberá responder com base bíblica o que acontece no carismatismo e no neo Pentecostalismo.

Atos 2,  estudado da forma certa é a resposta de Deus para as dúvidas atuais sobre o Dom de Línguas.

Se refletirmos bem, podemos mesmo até dizer que no dia Pentecostes aconteceu exatamente o inverso do que aconteceu com os construtores da Torre de Babel.

Pergunto: Por que repetir Babel, se esta foi uma afronta direta ao Deus Eterno?

Hoje, em um mundo amplamente desenvolvido, aonde se tem escolas ensinando centenas de linguas preparando o povo, Deus não mais precisa reproduzir o dom de falar "outras línguas.”

Se Ele desejar que um pregador brasileiro iletrado como era Pedro fale em japonês, por exemplo; Ele oferece duas soluções simples:

Formar este brasileiro pra falar em japonês e ser missionário no Japão, ou se for uma emergência pra salvar por milagre algum japones através de um brasileiro não preparado para tal, aí sim, Ele faz cair o mesmo Espírito Santo neste servo que falará em japones sem nunca ter estudado esta língua e o caso fica resolvido, e assim mais um salvo entra para a lista do Reino de Deus.

É bom lembrar que, no que se refere ao Dom de Línguas, o Apóstolo Paulo estava em 1ªCoríntios 14 exatamente corrigindo o mau uso deste dom, o que serve para hoje em nossos dias onde se repete o mesmo problema confuso dos Coríntios.

No dia de Pentecostes, o Arquiinimigo de Deus não teve prazo para falsificar o dom, mas a partir dali teve o tempo necessário para estudar e planejar o que fez na Igreja de Corinto, e procura hoje fazer o mesmo onde lhe derem chance no cristianismo contemporâneo.

Exatamente Atos 2 revela o que na “verdade bíblica” significa batismo no Espirito Santo.


Conclusão:

Qualquer manifestação no seio da assembléia da Igreja, ou em particular quanto ao Dom de Línguas, que fuja do princípio claro e explícito no verso 8 de Atos 2 acontecido naquele esplendido dia de Pentecostes, é representação falsa do Batismo no Espírito Santo, portanto deve ser rejeitado. Fujamos do falso “dom”.

Analise com sabedoria e veja que os versos 9 a 11 completam o verdadeiro sentido sem deixar dúvida alguma sobre a origem, particularidade e peculiaridade das línguas ali faladas.

Seria preferível usar o Latin nos momentos de êxtase, do que usar palavras ininteligíveis, pois apesar de o latim ser uma língua considerada "língua morta", ela é uma língua real em desuso, mas que se questionada pode perfeitamente ser explicada em seu sentido. 

É o estudo superficial, ou a inexistência de estudo que causam o desconhecimento e as apreensões sobre este e outros assuntos que estão claramente definidos por Deus nas páginas das Sagradas Escrituras. 

Voxdesertum – 05 de Abril 2012.  

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Por que deserto?

Não obstante a realidade de estarmos vivendo em meio a tão grande aglomerado de pessoas e coisas ao nosso redor, podemos sem sombra de dúvidas afirmar que em tempo algum houve tamanha necessidade de evidenciarmos nossa presença como agora. Milhões vivem como se estivessem literalmente em um deserto.


A velocidade em que os seres humanos estão a percorrer diariamente revela cada vez mais a ânsia e a angústia que assola grande parte da humanidade. Eis aqui a motivação mais relevante que caracterizou a origem do nome de meu Blog.

É incrível ver pessoas, seres humanos criados à imagem de Deus o criador em condições de tamanha devastação como em nossos dias, a considerar os avanços do pós-moderno. Se fôssemos nos apoiar na lógica da tecnologia e suas facilidades certamente acreditaríamos que estaríamos de certa forma independentes e tranquilos; no entanto, a realidade tem se mostrado o avesso desta lógica. Nunca houve tanta luta em todos os segmentos da sociedade e da ciência em que o foco fosse direcionado para dar suporte a tamanhos desajustes de ordem psicoemocionais. 

Pessoas a cada momento necessitando apenas que alguém pare para ouvi-las, e isto então, motivou o crescimento da grande empresa da psicoterapia com seus mais modernos aparatos "para socorrer" o povo doente. A indústria da assistência cresce quase que desordenadamente. Para que? Para tentar achar a identidade de tantos que estão a vagar perdidos pelo deserto da insatisfação, da ignorância, da dor e de tantos sofrimentos ainda não diagnosticados. A industria da auto-ajuda cresce e infelizmente, o número de suicídios estão em tremenda competição com a demanda da cura. 

No passado a família humana já sofria esta síndrome do desgosto e medo de enfrentar as crises. 

Elias o profeta, depois de uma grande vitória entrou no deserto do medo, mas felizmente encontrou refúgio no médico certo, recebeu a medicação certa na hora certa, e seu fim não foi um suicídio, mas o ser elevado em vida para junto de seu provedor de socorro. 

João Batista viveu de perto o grande problema das pessoas que não sofriam, apenas o calor cáustico, ou o frio do deserto geográfico, mas ele foi mais longe, percebeu o deserto interior das pessoas necessitadas de Deus e ergueu a voz cumprindo em seu tempo a missão de levar a verdadeira cura aos desvalidos por falta de perdão. Mais tarde ele mesmo sofreu como Elias o deserto na cela daquela prisão, vivendo a dúvida sobre a realeza e a verdade d'Aquele que ele apresentara pouco antes ao povo e que testemunhara a confirmação de Deus sobre a identidade do grande mestre. 

Amigos! Eu os convido a caminhar comigo pelo deserto desta vida através deste Blog, mas na certeza que Cristo é o oásis em nossa jornada por este deserto onde podemos ser aperfeiçoados para entrar na vida que ele desde os tempos eternos nos preparou. Todos podemos passar pelo deserto sem necessariamente ser vitimados por ele. Este é meu propósito aqui.

Vox Desertum