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sexta-feira, 8 de outubro de 2021

CETÉSIMO SEXAGÉSIMO OITAVO ANO DA ESCOLA SABATINA - OUTUBRO DE 2021

 

CENTÉSIMO SEXAGÉSIMO OITAVO ANO DA ESCOLA SABATINA

Texto Bíblico: Isaías 54:2,3.

1 - A ESCOLA SABATINA E A HISTÓRIA

1853 – Tiago White funda a primeira Escola Sabatina em Rochester

1863 -  Primeira série de Lições da Escola Sabatina adaptadas para crianças – primeiras Lições de Adultos escritas por Uriah Smith – Este ano foi o ano oficial da igreja como Conferência Geral [21/05]

1877 – Formadas as Associações Estaduais da Escola Sabatina na Califórnia e Michigan

1878 – Organizada a Associação Geral da Escola Sabatina

1879 – Organizada a Primeira Filial da Escola Sabatina

1885 – Levantada a Primeira Oferta Missionária em Oakland, Califórnia para a Missão Australiana – Início da Publicação do Sabbath School Worker

1886 – Organizada a Primeira Divisão do Jardim da Infância em Batlle Creek, Michigan

1889 – Inicio de Lições Trismestrais de Adultos da Escola Sabatina e Primeira impressão das Lições trimestrais em outras línguas: Dinamarquês; Suíço; Francês e Alemão

1901 – Substituída a Associação Internacional da Escola Sabatina pelo Departamento da Escola Sabatina da Associação Geral

1909 – Adotado o Plano de Ofertas Missionárias semanais da Escola Sabatina

1911 – Iniciadas as Lições Trimestrais para os Primários, na Austrália

1912 – Impressa a primeira Carta Missionária e Recolhida a Primeira Oferta do Décimo Terceiro Sábado

1913 – Iniciado as Lições Trimestrais para os Juvenis na Austrália

1919 – Introduzida a Oferta Natalícia

1925 – Adotado o Plano de Fundo de Inversão

1952 – Centenário da escola Sabatina

1956 – Publicado o primeiro Manual da Escola Sabatina

1982 – Iniciada as Lições da Escola Sabatina para os Juvenis

1995 – Estabelecido o Departamento da Escola Sabatina e Ministérios Pessoais

2001 – Lançado o Currículo da Escola Sabatina para Crianças – Elo da Graça

2003 – Lançada a Transmissão da Universidade da Escola Sabatina – UES no Hope Channel

2004 – Iniciada a Publicação da nova Lição da Escola Sabatina para a faixa etária dos 13 a 14 anos

2006 -  Iniciada a Publicação da Nova Lição da Escola Sabatina para os Adolescentes

Devemos sempre estar atentos aos votos da Administração da Igreja, que atualizam e adaptam a Igreja ao seu constante crescimento.

2 – A ESCOLA SABATINA E A BÍBLIA

É de suma importância que cada membro da Igreja seja membro ativo da Escola Sabatina “ASSIM SÃO FIRMADAS AS ESTACAS DA FÉ”

Por que?

a)     A Escola Sabatina é o centro da atividade mantenedora de todos os projetos missionários da Igreja

b)    A cada quatro anos cada adventistas tem a oportunidade de Estudar todos os Temas mais importantes das Sagradas Escrituras

c)     Sem a Escola Sabatina a Igreja constitui-se em apenas um Palco de Programações sem vida missionária útil, porque sem Estudo Orientado da Palavra de Deus o cristão morre por falta de nutrição espiritual

3 – A ESCOLA SABATINA E A IGREJA NA OBRA MISSIOONÁRIA

Por mais importantes que sejam quaisquer Programações da Igreja, se elas estiverem operando independente da Escola Sabatina, serão vazias e frias, destituídas do Poder da Palavra de Deus.

A Obra Missionária é o Centro de toda atividade no universo da Igreja, pois foi para este fim que Cristo estabeleceu a Sua Igreja na Terra. “ARMOU O TOLDO”

4 -  A ESCOLA SABATINA E A SUSTENTEBILIDADE SOCIAL NA OBRA DO EVANGELHO

A Igreja que não trabalha em prol do socorro aos seus próprios necessitados e de outros da Comunidade não justifica o motivo de sua existência.

É no testemunho prático do Evangelho que o mundo e a própria Igreja desenvolve a empatia e o Amor ao Próximo. “ISTO É ALONGAR AS FRONTEIRAS”

Toda Igreja deveria sustentar a Atividade da Escola Sabatina de Extensão para aqueles que estão impedidos da locomoção ao Templo, e de forma especial aos irmãos que um dia deram tudo de si nas atividades da Igreja.

5 – Apelo

Eu quero que a Igreja compreenda que nada deva contribuir para a minimização, ou supressão do tempo destinado ao Estudo da Lição, ainda que seja necessário um avanço na demanda do horário destinado ao pregador.

Que Deus assim nos abençoe!

Obrigado Senhor, pela existência e atividade ainda presente da Escola Sabatina

Parabéns a todos os que fazem parte da Escola Sabatina Mundial. Amém!

(RobindaAlaíde – 09/10/2021) 

sábado, 29 de março de 2014

JUGO DESIGUAL ÚLTIMA PARTE

Última Parte – Jugo Desigual

Se numa sociedade entre irmãos da Igreja de Corinto já causava tantos litígios, que diremos, pois, de uma associação de um verdadeiro cristão com alguém cujo estilo de vida seja o oposto?

A questão do jugo desigual é algo para ser estudada e avaliada com carinho, respeito, reverência, reflexão e acima de tudo com uma disposição firme em confiar nas respostas de Deus com respeito aos nossos verdadeiros motivos referentes aos negócios da terra, e até mesmo com os negócios da obra de Deus.
Com absoluta certeza Deus deseja o melhor para Seus filhos e filhas.
Se existem até mesmo entre os melhores casais os constantes riscos de desarmonia e altos e baixos, o que dizer das relações mistas?

Segunda Coríntios 6:14 não é uma proibição entre relações é um alerta para todo e qualquer tipo de relacionamento que pretendamos estabelecer, quer seja nos negócios da terra, quer na escolha dos cônjuges.

Sejamos amigos de nossa juventude! Unamo-nos aos jovens e com eles em oração! Sejamos amigos de confiança deles! Apaixonemo-nos com eles em suas proezas! Sejamos empáticos como Jesus, e não simpáticos como Satanás, e eles estarão conosco na eternidade com suas lindas famílias.

A essência do discipulado é o amor prático a começar dentro de nossa própria casa.
O que garante discípulos sadios e sem medo é saberem eles, que se errarem terão um ombro certo para se recostarem e se refazerem; é encontrarem a GRAÇA explícita de Cristo na família, na vida e no caráter dos verdadeiros irmãos de fé.

Desejo que meus amigos e irmãos sejam o suficientemente sensatos antes de entrar em qualquer empreendimento nesta vida.

Aquele que corre desesperadamente apenas atrás do “lucro” jamais compreenderá os motivos e as provisões de Deus nos momentos de perdas, colherá muitos espinhos e com certeza há de espinhar alguém.

Aquele que fechar a contabilidade da vida com saldo devedor contra seu próximo será encontrado em falta na balança do Justo Juiz. (São João 13:35).

 Na hora da escolha pergunte sinceramente a Jesus, e espere a resposta, mas, por favor, jamais busque o consentimento de Deus para realizar algo que em Sua palavra já está revelada a Sua desaprovação, pois isto é presunção – voxdesertum. blogspot.com – 26/01/2014


sábado, 1 de março de 2014

JUGO DESIGUAL PARTE III

Terceira Parte – Jugo Desigual

O modelo patriarcal hoje, de acordo com os avanços da ciência seria condenado por questão de riscos na ordem genética, e poderíamos inclusive ter problemas de ordem administrativa nos lares se, se considerar o status que o egoísmo estabeleceu silenciosamente na família humana no decorrer das eras até aqui computadas.
Milhares de filhos no tempo presente não querem viver sob o jugo dos pais, ou sob limite algum, visto que presenciam no cenário mundial tudo que os favorece nesta tendência.

Que diremos, pois, com relação aos deixam a educação dos filhos para avós, bisavós e outros?
Em que referência estes filhos irão se apoiar no futuro, sem experimentarem agora, e por si mesmos os espinhos da educação do lar? 
Nada tenho aqui contra avós, bisavós e outros familiares que tentam fazer o melhor para ajudar na criação da expansão familiar.

Pois bem, como aplicar de forma sensata e justa o princípio envolvido na advertência de São Paulo sobre o jugo desigual em nossos dias?

Cuidado! Dependendo da maneira como aplicar este princípio incorre-se inclusive em sansões penais de ordem legal sob pretexto de preconceito contra “A” ou “B” dentro da sociedade atual, e a família da fé não está isenta disto.
Iremos então viver a revelia como se dentro da advertência de São Paulo não houvesse princípio algum envolvido? Não! De forma alguma! Vamos compreender a questão da extensão a que o Apóstolo se refere a “jugo desigual.”

São Paulo estava revelando sua experiência com a desarmonia entre irmãos desde o princípio daquela igreja, onde uns levavam os outros diante dos tribunais ímpios onde juízes incrédulos julgavam as demandas dos cristãos.
Por que irmãos levavam irmãos aos tribunais de juízes ímpios? A resposta é simples: Eles estavam colhendo os frutos de decisões por suas escolhas egoístas, isto é, por causa do “lucro” em quaisquer de suas formas eles abandonavam a Comunhão com Deus e de uns com os outros, e cosequentemente se davam mal nos negócios.
Afirmo sem sombra de dúvidas: Qualquer negócio onde Deus não for convidado a participar como sócio diretor irá de mal a pior. Por quê? Leia o texto: (2ª Timóteo 3:13).
Em um mundo degradado pela natureza do pecado como estamos vivendo, todo cuidado é pouco ao nos envolver em quaisquer tipos de associação.

Façamos como Moisés; se o Senhor não for comigo eu não poderei ir. (Parte Final na próxima quinzena) Voxdesertum

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

JUGO DESIGUAL - PARTE I I

Segunda Parte – Jugo Desigual

Esquecemo-nos, no entanto, de buscar uma contextualização mais ampla e mais adequada dos demais assuntos de relacionamentos envolvidos entre os capítulos 1 a 6 para discernir corretamente o objetivo da advertência em 2ª Coríntios 6:14.
São Paulo, ao escrever a primeira carta já havia encontrado o cerne dos problemas entre os cristãos daquela igreja em termos de relacionamentos.

Quando nos deparamos com o verso de hoje [2ª Cor 6:14] podemos compreender melhor o desejo de São Paulo no tocante à verdadeira comunhão que deveria e que deve reinar entre os cristãos, e então, ele aplica com muita propriedade a palavra [Jugo], para tentar fazer aquela comunidade corrigir sua conduta ao se associar com indivíduos ou sociedades que nada tinham a ver com os convertidos ao Cristianismo.

Infelizmente, maioria no Cristianismo contemporâneo se detem neste assunto de forma equivocada e parcial, quando quer a todo custo tornar o conselho paulino em norma especialmente quando se trata de namoros, noivados e casamentos de cristãos com outros que não comungam a mesma fé.
Esta conclusão é muito pobre, porque não abrange tudo que deve abranger, e com isto dá provas de pouco discernimento, e ao mesmo tempo cria desmotivação no discipulado de nossa juventude.
Devemos compreender que necessitamos de restrições, ou limites enquanto estamos sendo discipulados na senda de uma nova vida até que nos tornemos maduros para andar com segurança rumo ao destino e missão que Deus proveu para todos nós.

Lideres que ao mesmo tempo em que afligem a juventude com imposições de regras, forçando um jugo que muitos não conseguem carregar cerram os olhos e fazem ouvidos moucos a fatos que acontecem ao seu redor e que merecem também ser corrigidos.
Quantos cristãos nominais estão associados em pequenos, ou grandes negócios, com os mais diversificados associados, com vistas apenas em um provável lucro, e que não são advertidos com a mesma veemência.

Por que a advertência apenas com os que estão planejando o casamento?  

Compreendo que sendo a família o centro de toda a atividade social ser pertinente o zelo para com ela, mas que nosso zelo não seja um zelo sem discernimento, e discernimento a que me refiro aqui é ter um senso justo equilibrado e imparcial de avaliação do todo que acontece neste contexto.
Como compreender o fato de não nos associarmos com os incrédulos, e ao mesmo tempo terceirizar minha empresa e estar na igreja nos fins de semana tentando gozar um sabor cristão sem cessar o lucro neste dia?

Os patriarcas providenciaram meios no passado para que seus filhos se casassem dentro da mesma descendência, e nada errado com esta medida, e ainda era imperativo que o líder da tribo governasse as famílias de seus filhos, e dos filhos de seus filhos, mas eu me pergunto: Cadê a família patriarcal?
Quem é o patriarca que hoje está apto a amplamente governar a esposa e filhos? Contemple ao seu redor e se responda.
Quantos lares de nosso cristianismo estão sendo governados pelos filhos sob o simples pretexto de conivência com o modelo da atual cultura para não perdê-los!

O que isto significa? Significa que dentro do Modelo Laodiceano a energia patriarcal e sacerdotal acabou, e é exatamente por isto que Jesus Se encontra do lado de fora batendo com cuidado e amor à porta desejando entrar no seio das famílias. (Apoc 3:20).

Se nossos jovens estivessem sendo educados no espírito de ajuda, compreensão, misericórdia e GRAÇA com as suas dificuldades eles certamente compreenderiam de forma mais adequada o que São Paulo ensina sobre o jugo desigual em todos os aspectos da narração bíblica. (Aguarde a continuação) - Voxdesertum


terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

JUGO DESIGUAL



JUGO DESIGUAL



Primeira Parte

Robson Silva



“Não se prenda a um jugo desigual com os incrédulos, pois que sociedade tem a justiça com a injustiça, e que comunhão tem a luz com as trevas?” (2ªCoríntios 6:14)



O que é Jugo?



Esta palavra advem de um conceito prático usado normalmente por agricultores desde antes mesmo dos tempos de Jesus, seus discípulos e seus demais seguidores.


Todos os animais de serviço eram sujeitos ao jugo, ou seja, à submissão de um instrumento que levava este nome que é sinônimo de canga, algo que se coloca sobre o pescoço.

O profeta Jeremias foi instruído por Deus a colocar um jugo sobre os ombros, para fazer Israel compreender que deveria aceitar o propósito do jugo do cativeiro Babilônico.



Qual era o principal objetivo de tal instrumento?



Mater os animais atrelados de forma a realizarem juntos (unidos) o trabalho para o qual eram designados, logo, o foco aqui é Comunhão.


Conhecendo um pouco das similaridades de conduta dos animais os guias destes tentavam ajustar pares ou trios que melhor se adaptassem na realização do trabalho.

As palavras sujeição e domínio neste contexto têm seu lugar acertado, pois uma vez que ajustados sob o jugo os animais realmente cumpriam unidos seu serviço com ótimos resultados.

Esporadicamente os guias tinham que usar de algum instrumento de disciplina quando os animais necessitavam de algum ajuste entre si sob o jugo. [um pequeno ferrolho] não com o intuito de machucar o animal, mas para acalmá-los.



Pois bem...



Assim como outros grandes mensageiros da palavra de Deus o Apóstolo São Paulo ao escrever aos cristãos da Igreja de Corinto tomou emprestada a metáfora do jugo para ensinar uma lição específica e de grande valia também para todos nós.


Estar sob jugo no contexto dos seres humanos é estar primeiramente sob o domínio moral e espiritual dos dez princípios de amor que Deus deu à humanidade como proteção e cuidado para todos, mediante o poder da graça de Cristo ministrada pelo Espírito Santo.



São Paulo não estava fazendo nada mais que tomando emprestada a cultura antiga já usada pelos patriarcas e profetas para ilustrar uma verdade e um conceito claro já existente em todo percurso das Santas Escrituras no intuito de salvaguardar a paz, a harmonia e a Comunhão na família de Deus agora também no novo testamento.



Quando lançamos os olhos sobre o capítulo 6 verso 6 da primeira carta aos Coríntios, geralmente somos tentados a exarar uma avaliação precipitada e superficial de forma pejorativa sobre a conduta dos que estão incluídos no texto. (Continua na próxima semana). De: voxdesertum.blogspot.com


quarta-feira, 3 de abril de 2013

O MAIOR TEMOR DE SATANÁS


O Maior Temor De Satanás


Os reis egípcios, também conhecidos pelo termo geral de Faraós, eram os mais poderosos monarcas da terra. O primeiro capítulo do livro de Êxodo apresenta um Faraó que dispunha de uma das mais bem azeitadas máquinas de guerra daqueles dias. Carros de combate aumentavam mais ainda o poder de sua infantaria e de sua cavalaria. O exército de Faraó havia derrotado todo adversário dentro de um raio de alguns milhares de quilômetros.
O poder de Faraó era absoluto. Não havia Congresso com o qual ele tivesse de dividir a sua autoridade. E apesar de dispor de um conselho, ele não tinha a obrigação de atender aos conselhos que lhe dessem. Faraó era um “governante divino”. Pertencia à categoria dos chamados “deuses”. A sua palavra era lei. Nunca precisava preocupar-se que algum Tribunal Supremo derrubasse as suas decisões. Ele mesmo era o Tribunal Supremo, o governador supremo e o comandante-chefe do exército.
Mas esse poderoso monarca era assediado por um temor do qual não conseguia libertar-se – um medo consumidor que não o deixava dormir à noite. Ele estava com receio de algo tão devastador que nem mesmo o seu poderoso exército seria capaz de ajudá-lo. As imensas riquezas do Egito eram incapazes de comprar uma solução para o problema. Toda a astúcia estratégica de Faraó era insuficiente para enfrentar a ameaça.
Finalmente, um dia, ele revelou o seu temor aos seus subordinados. Provavelmente, isso aconteceu no isolamento e privacidade de algum conselho de guerra. Ali, entre os seus generais e conselheiros, ele, finalmente, pôs para fora:
“Vejam! O povo israelita é agora numeroso e mais forte que nós. Temos de agir com astúcia, para que não se tornem ainda mais numerosos e, no caso de guerra, aliem-se aos nossos inimigos, lutem contra nós e fujam do país” (Êxodo 1:9 e 10).
Que tipo de gente eram os filhos de Israel, a ponto de Faraó estar com tanto medo deles? Possuiriam os israelitas algum exército mais poderoso que o exército egípcio? Seriam donos de um avassalador poder econômico? Eram eles alia­dos de inimigos políticos poderosos? Contariam eles com alguma arma secreta mais poderosa e eficaz do que os tremendos carros de combate do exército de Faraó? Não, nada disso!
Faraó estava com medo de um povo formado de pastores e criadores de gado. O armamento mais formidável que havia no arsenal dos israelitas era os seus cajados de pastores, que usavam para guiar os seus rebanhos pelos pastos. Humanamente falando, eles eram totalmente destituídos de poder. À semelhança daquele comandante japonês na Mongólia, entretanto, Faraó tinha medo não tanto do povo de Israel, e, sim da verdade que, se fosse descoberta, haveria de deixá-lo impotente, despido de toda a autoridade.
Vamos ouvir agora Faraó descortinar a sua estratégia: “Temos de agir com astúcia…” Isso não faz parte da linguagem de um déspota que sabe que controla completa­mente a situação, mas antes reflete as maquinações de um enganador, que sabe que a ele falta uma autoridade real. O que ele temia mais era o que todo general que conta com um exército menor e mais fraco que outro também teme: a guerra.
“…e, no caso de guerra, aliem-se aos nossos inimigos, lutem contra nós”. Faraó sabia que, se houvesse guerra, os egípcios seriam derrotados. Era preciso evitar a guerra a qualquer custo!
E qual era o cerne do temor de Faraó? Não era tanto que ele fosse morto ou que o seu país fosse invadido, mas antes, que o povo de Israel fugisse do Egito.
De uma perspectiva militar e política, essa linha de raciocínio não faz sentido para nós; mas para Faraó parecia fazer sentido. Por quê? Porque ele sabia que seu domínio sobre os filhos de Israel estava fundamentado em uma mentira, e ninguém teme mais a verdade do que os mentirosos. Eles sabem que a verdade não pode ser vencida.
O maior temor de Satanás é idêntico ao receio de Faraó. O seu incontrolável temor é que a Igreja do Senhor Jesus Cristo tome consciência de que é mais poderosa do que ele! Ele vive literalmente assustado de que os filhos de Deus venham a compreender plenamente as implicações práticas da verdade que “maior é aquele que está em vós do que aquele que está no mundo” (1 João 4:4). Ele treme de medo diante da possibilidade da Igreja descobrir que está havendo uma guerra espiritual, para que venha a fazer parte da mesma. Ora, ao entrar nessa guerra, a Igreja haverá de aliar-se àquele que já derrotou Satanás.
À semelhança de Faraó, o âmago do temor de Satanás é que a Igreja venha a sair dessa terra. De que terra? Da terra do cativeiro, onde ela está sendo mantida. Por quê? Porque quando isso acontecer, então todo o império do diabo haverá de sucumbir. Os prisioneiros de Satanás deixarão suas masmorras  ao ouvirem de sua emancipação espiritual. As fortalezas do diabo, sobre as nossas cidades, serão rapidamente conquistadas quando os anjos forem enviados para ajudar a Igreja dedicada à oração. Para tanto, a Igreja terá que aprender a orar com autoridade. Não pedindo migalhas de um astucioso comandante de acampamento de prisioneiros  mas na qualidade de um exército em avanço, que sabe que está destinado a vencer.
Créditos: Pastor Jómarson Dias / Dep Ministério Pessoal e comunicação da AMC
Parabéns pastor pelo artigo.
www.voxdesertum.blogspot.com