quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

ONDE ESTÁ DEUS QUANDO ACONTECEM AS TRAGÉDIAS?



ONDE ESTÁ DEUS QUANDO ACONTECEM AS TRAGÉDIAS?

COMPREENDAMOS PELA ÓTICA DE DEUS E CONFIEMOS NELE! 

Amigo (a)! 

Na Palavra de Deus “Está Escrito”: “Deus é nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia” Salmos. 46 Verso 1.
Eu quero que você reflita muito na mensagem que exatamente neste momento lhe escrevo e envio.
Há momentos em que a gente se sente como se o coração estivesse sendo arrancado literalmente do peito..
Tragédias! Elas são imprevisíveis. Não têm hora pra chegar, não pedem licença, não batem à porta. Simplesmente interrompem sonhos, no início ou na melhor parte deles. As tragédias não têm a cortesia de esperar os sonhos terminarem.
Elas, em geral, parecem acontecer somente com outras pessoas. Mas quando acontecem conosco, uma insistente pergunta paira no ar: Por quê?
Oh Deus! Onde estás quando as tragédias acontecem? Tu sabes onde estamos e o que está acontecendo conosco? Tu vês quando estamos sofrendo? Realmente importas conosco? Se sim, por que não vem nos socorrer?
Jamais compreenderemos os problemas; os incêndios, as inundações, os terremotos e todas as desgraças, enquanto não buscarmos desvendar o que se passa realmente por trás de tudo isto.
Não há meio de compreendermos o sofrimento, enquanto não compreendermos a Deus.
Necessitamos compreender o dilema divino. Deus jamais quis brinquedos para manipular e controlar. Ele não criou robôs. O criador não teve a intenção de formar pessoas movidas a bateria. Ele criou gente de verdade a quem pudesse amar e que pudesse responder esse amor de forma recíproca. Criou seres livres para escolher. Leia Josué 24 verso 15. Neste verso está a expressão do amor de Deus com respeito à liberdade de todos os seres criados e também da raça humana.
Deus correu o risco: Alguém, em algum lugar, poderia se rebelar. E foi isto o que realmente aconteceu.
O profeta Isaías em seu livro escreveu a este respeito: Leia com a devida atenção o capitulo 14 versos 12 a 14.
Leia também o que escreveu o profeta Ezequiel, no capitulo 28, versos 14, 15 e 17, e então, começamos entender como começou a rebelião.
Houve um Anjo, dos maiorais do Exército celeste, era perfeito e livre, mas com poder para escolher da mesma forma que nós seres humanos.
Ao exercer a liberdade de escolha, este Anjo “foi mal”... Transformou-se em um ser maligno. Diante disso, o que Deus faria? Observe com atenção o dilema divino: Deus poderia ter impedido a rebelião, deixando de criar pessoas. Ele poderia ter preenchido o Universo com sóis, galáxias e planetas, deixando-os desabitados. No entanto, Deus preferiu criar pessoas, porque só elas podem exercer o dom de amar.
Depois da rebelião que pôs fim à harmonia do Universo, ainda restaram várias opções. Deus poderia ter optado por forçar seus súditos, ou poderia simplesmente descartá-los, jogando-os fora, como fazemos com brinquedos quebrados. Caso Deus tivesse agido desta maneira, não teria sido compreendido. Se Ele realmente tivesse procedido assim, provaria apenas que, de fato queria robôs e não pessoas que pudessem exercer a liberdade de escolha. Deus poderia explicar as razões pelas quais expulsou os anjos do Céu, mas explicar a natureza do pecado estaria além da compreensão de seres que nunca tinham presenciado o pecado.
Talvez Deus pudesse simplesmente ignorar a rebelião, mas se tivesse agido assim, o resultado seria o caos. A rebelião poderia alastrar-se e o Universo inteiro cairia.
Só havia um jeito, apenas uma maneira segura de lidar com a rebelião: Permitir ao pecado demonstrar seu verdadeiro caráter e malignidade. E isso levaria tempo, muito tempo. Implicariam em milhares de anos de sofrimentos, guerras, catástrofes, invejas, ódios, violências, dor e morte. Tudo isso causado pelo Anjo rebelde. Seria necessário tempo suficiente para que seres humanos, anjos e quaisquer outras inteligências vissem a verdadeira face do pecado. Deus, então, poderia finalmente destruir o pecado e seu originador sem nenhuma voz de reprovação.
O pecado será destruído um dia. A segurança do Universo exige isso. Mas Deus não tomará esta decisão extrema, se não tiver a aprovação de todos os seres inteligentes por Ele criados.
Entretanto, a rebelião demandou uma ação imediata da parte de Deus, e o resultado foi uma guerra no Céu. Leia a narração desta guerra em Apocalipse 12, versos 7 a 9, o que resultou com a expulsão do Anjo líder da rebelião e os demais rebeldes para a Terra. Um terço dos anjos criados caiu.
A despeito de saber o risco que envolvia nosso planeta, o plano da criação seria mantido? Os seres humanos, como todas as demais criaturas, seriam criados com poder e liberdade de escolha. E quando o plano da criação deste mundo foi executado, como Deus Se sentiu? Deus estava tranquilo, porque sabia exatamente o que fazer caso Adão e Eva aceitassem a proposta de rebelião a ser feita por Satanás. Deus enfrentaria não com força nem com armas, mas com a Cruz.
O Concílio celestial, o Pai, o Filho e o Espírito Santo concordaram que, se os seres humanos se juntassem à conspiração, Deus o Filho (Jesus Cristo) viria à Terra para morrer em lugar do homem. Deus já possuía em seu íntimo o Calvário, não como uma emergência, mas como um propósito máximo de amor. Apocalipse 13 verso 8 revela esse propósito. Esta seria uma arma com a qual Deus combateria o pecado. O Cordeiro morto numa Cruz. E com essa arma Ele seria o vencedor. E agora, o que faria Satanás? Abandonaria a sua guerra contra Deus? Não! Não! Claro que não! Ainda assim, é impossível compreender as tragédias, se não atentarmos para este conflito cósmico que está em andamento. O sofrimento será sempre um mistério, até que compreendamos o que está acontecendo nos bastidores. Somos afligidos pela triste tendência humana de creditarmos a nós mesmos todos os sucessos e as coisas boas da vida, e de culparmos a Deus por todas as desgraças e tragédias. As Sagradas Escrituras nos relatam a interessante experiência de Jó. Ao lê-la, nos tornamos participantes dos acontecimentos que estão por trás das cenas. Leia os dois primeiros capítulos do livro de Jó para se situar na desgraça que ocorreu com ele. Deus deu permissão a Satanás para que fizesse o que bem entendesse desde que não matasse Seu servo Jó. Apesar de tudo que ocorreu a Jó, ele manteve a sua total confiança em Deus, sem saber o porquê do que estava acontecendo. Todos ao redor de Jó pensavam que era Deus o causador de toda aquela desgraça na vida daquele fiel servo. Nenhuma blasfêmia saiu da boca de Jó contra Deus.
Todos os bens de Jó e toda sua família foram destruídos, exceto sua esposa. Jó sofreu por último uma ferida da cabeça aos pés, mas permaneceu firme. É Satanás que se delicia em sair e levar o sofrimento e desgraça aos seres humanos. Não é Deus, mas sim o impiedoso e cruel inimigo de Deus.
A exemplo do que fez no passado, Jesus gostaria de andar pelos caminhos e vilas, pelos hospitais e clínicas e não deixar nenhum doente. Ele gostaria de mandar para casa cada paciente totalmente curado. Gostaria de impedir que os carros colidissem que os aviões caíssem, e que os acidentes ocorressem. Gostaria de impedir os terremotos, as inundações e os incêndios. Mas por que não o faz? Por que não acaba com o sofrimento de seus filhos e filhas? Será que estaria Lhe faltando poder ou amor para isto? Se fosse falta de amor, por que Deus entregaria Seu único Filho para morrer pela humanidade? Qual é então, o problema? Por que deixa todas as tragédias acontecerem? Deus age assim porque é sábio. Se Deus enfrentasse de outra forma a rebelião, só faria com que ela se alastrasse ainda mais. Se Ele acabasse com todas as tragédias ao mesmo tempo, jamais compreenderíamos o quanto o pecado é cruel, impiedoso e mortífero. No entanto, o maior de todos os mistérios é a razão pela qual o inocente deve sofrer com o culpado. Mas, a discussão entre Deus e Satanás não terminou. E até que termine muitas coisas ruins acontecerão a todos. E se Deus protegesse e curasse seus filhos, e respondesse a todas as orações como gostaria de fazer, deixando a tragédia cair apenas sobre aqueles que rejeitam a Sua Graça, Satanás O acusaria de ser injusto. E mais, ele afirmaria que servimos a Deus por causa de seus favores especiais. A nós é impossível compreender as lágrimas e o sofrimento por causa das perdas que humanamente são irreparáveis, a não ser que  compreendamos o conflito que está caminhando rumo à solução final. É um conflito a ser decidido entre Deus e Satanás, entre o bem e o mal. Todos nós estamos envolvidos nessa questão. Anjos do bem e do mal estão batalhando por nossa lealdade. Não há campo neutro, e não há como enfrentar Satanás sozinhos. Se nossos olhos se abrissem para o mundo invisível, veríamos como  essas batalhas são ferozes. Um dia, muito breve, Deus explicará os estranhos mistérios da vida. E nós compreenderemos e aprovaremos a maneira como Ele conduziu tudo durante nossa passagem por esta Terra. As feridas naqueles que não têm esperança em Jesus são como chagas purulentas que nunca se cicatrizam, mas as feridas naqueles que são guiados pelo Consolador Espírito Santo se tornarão apenas em cicatrizes curadas como resultado da experiência com Deus. O Apóstolo São Paulo em sua Epístola aos Tessalonicenses no capítulo 4 versos 13 a 18 revela que os justos mortos em Cristo serão Ressuscitados para a glória de Deus e derrota final daquele que é a causa do conflito que encerra em toda espécie de males, lágrimas, doença, morte, dor e luto. Apocalipse 21 verso 4 diz que deus limpará de nossos olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem luto, nem pranto, nem dor e nem clamor, porque as primeiras coisas são passadas.
Meu desejo em lhe enviar esta mensagem cristã, é motivar segurança para o momento de sofrimentos e perdas desta vida. Nestes momentos, elevemos os olhos para cima e estejamos certos de que em breve, com a Segunda Gloriosa Volta do Senhor Jesus todo sofrimento será aniquilado juntamente com o pecado e seu autor.
Quando acontecem as tragédias, Deus está no mesmo lugar onde estava quando Cristo morria na Cruz por todos nós pecadores. Jesus sofreu o abandono (Marcos 15:34) para que nós fôssemos acolhidos por Deus. Jesus Ressuscitou para que a nossa Ressurreição se torne uma segura realidade. Texto adaptado – Robin – Atualizado em Abril de 2013 - 5 Novembro 2015, 25 Janeiro de 2019 e 29/08/2021
             
  

  

domingo, 3 de setembro de 2017

DESEJOS PROIBIDOS

Desejos proibidos


Numa sociedade compulsiva, você pode estar viciado mesmo sem saber. Mas esse mal tem cu
Vivemos em uma sociedade viciada, intoxicada, doente. E a dependência não tem que ver somente com o consumo de substâncias ilegais. O mundo se transformou em uma grande “cracolândia comportamental”. Celular, internet, cacau em pó, carboidratos, exercício, cirurgia plástica, dinheiro, compras, filmes, jogos, medicamentos, emagrecedores, trabalho, cibersexo e pornografia são apenas alguns dos inúmeros vícios atuais.
Existe, por exemplo, uma onda de viciados em telas digitais: celular, computador, tablet, TV. Você mesmo consegue ficar desconectado por uma semana ou sequer um dia? Em países da Ásia, o problema é sério. A China está preocupada com a “heroína eletrônica” que afeta seus jovens. Na Coreia do Sul, o vício em internet atinge pelo menos 10% dos adolescentes. O detox digital é feito em centros de reabilitação.
Para a criança, o tempo diante da tela age como um estimulante (dopamina digital) não muito diferente do efeito de uma droga. No entanto, o prazer é prejudicial, e faz bem ­desconectar-se. Além de diminuir a inteligência emocional dos nossos filhos, o excesso de tecnologia pode estar acentuando o problema de autismo e déficit de atenção nos mais novos. Isso é o que sugere um estudo feito na Romênia. Estamos criando uma geração que se relaciona melhor com as máquinas do que com as pessoas. São jovens plugados em aparelhos, mas desconectados do mundo.
Causado por fatores biopsicológicos, o vício é um padrão de comportamento recorrente que, embora cause sensações momentâneas agradáveis, traz danos para a própria pessoa, a família e a sociedade. É uma doença do cérebro, pois muda a estrutura do nosso órgão mais precioso e a maneira dele funcionar. Coisas viciantes inundam o cérebro de dopamina, alvejando o centro do prazer, e criam dependência. Com isso, alteram os circuitos cerebrais. A memória da sensação prazerosa torna o comportamento automático.
Pesquisas indicam que uma recompensa inesperada leva os neurônios a liberar uma dose maior de dopamina, o que causa mais euforia. Por exemplo, a pessoa que trai o cônjuge está tentando comprar prazer inesperado. Diante da sensação, o fluxo de dopamina estimula o cérebro a prestar atenção ao novo estímulo. Com o tempo, o estímulo deixa de ser novidade, e a pessoa se habitua a ele. Para ter mais prazer, ela busca novos estímulos. Por isso, se você comprar um carro ou computador novo, a satisfação será maior no início. O vício segue essa lógica.
Os cientistas estão aperfeiçoando o diagnóstico dos vícios, utilizando análise do comportamento, imagens neurológicas e dados genéticos. A ideia é ir além do “sim” ou do “não”. Afinal, se a descoberta de uma doença como o câncer exige mais detalhamento, o mesmo princípio se aplica aos hábitos comportamentais. Para um tratamento customizado, é necessário um diagnóstico personalizado.
A dependência é uma doença tratável como qualquer mal crônico, e a graça divina ainda faz milagres e liberta do pecado, como enfatiza a matéria de capa desta edição. Porém, o melhor é evitar comportamentos compulsivos. As pessoas precisam voltar a encontrar sentido nas coisas simples e agradáveis da vida.
O psiquiatra Viktor Frankl, famoso sobrevivente do campo de concentração nazista, apontou três grandes males da sociedade moderna aos quais ele chamou de “tríade neurótica de massa”: agressividade, dependência e depressão. O remédio, segundo ele, é encontrar a plenitude de sentido para a vida. Enquanto o vazio existencial não for preenchido por algo realmente significativo, o vício vai predominar. É Deus quem satisfaz os desejos do coração (Sl 37:4). Encontre a felicidade Nele, e você não precisará buscar prazer em desejos proibidos!
MARCOS DE BENEDICTO é editor da Revista Adventista
(Artigo publicado originalmente na edição de agosto de 2017)



domingo, 6 de novembro de 2016

NATUREZA DO HOMEM NA MORTE - MORTAL OU IMORTAL? O QUE A BÍBLIA DIZ?

PESQUISA BÍBLICA  - NATUREZA DO HOMEM NA MORTE
MORTAL OU IMORTAL?
PARTE I

1 – Quem é o Homem? É uma alma (um ser) vivente. Gênesis 2:7 afirma claramente que “somos” uma “Dicotomia” (o ser de barro + sopro vida). Se tornou = Passar a ser, o contrário de “passar a ter” (portanto, Dois verbos diferentes não é?). Logo, o homem é uma alma viva isto é, não tem uma alma ou entidade espiritual dentro de si.

2 – Como foi formado o Homem? Deu formou o homem do pó da terra mais fôlego de vida (espírito, ou sopro de vida) conforme Gên.2:7; Isa.29:16; 45:9 e 1ª Cor.15:45, etc.

Confirme isto estudando a Bíblia pelo menos em umas três versões.

A NVI tem sido neste caso, uma das ótimas versões, visto estar mais atualizada com as línguas originais da Bíblia. E agora com a colaboração dos achados do mar morto ficou ainda mais claro.

Mais versões ajudam compreendermos melhor os sinônimos das palavras, corrigindo assim os vícios de linguagem e eliminando as tendências preconcebidas sem alicerce bíblico real.

3 – Para onde vão, homens e animais quando morrem? Para o pó da terra, Gênesis 3:19; Eclesiástes.3:19 e 20; 9:5, 6 e 10.

4- Onde se deu origem a “Estranha Doutrina” da Imortalidade Natural da Alma?

Resposta: No Jardim Éden, quando caíram nossos primeiros pais Adão e Eva.

Compare Amigo (a). Gên.2:17 com 3:4 e confira com Ezeq.18:4.

Veja que Deus disse: morrereis, e Satanás disse: não morrereis. Qual palavra é verdade para nós que alegamos ser cristãos? A de Deus, ou a de Satanás?

Escolha você mesmo em quem acreditar! Use o livre arbítrio para Deus.

Mais tarde Platão se tornou pai adotivo da doutrina da imortalidade da alma abrindo o caminho para que ela chegasse aos cristãos.

5 – Qual foi a providência imediata que Deus tomou para evitar que a “alma humana” (o homem) se tornasse imortal após a queda?

Resposta: Expulsou-os do Jardim do Éden, para que não pudessem tocar na árvore da vida e se tornarem imortais. Gên.3:22 a 24.

Depois da queda, o risco passou a ser tocar na Árvore da Vida e imortalizar o pecado e pecador. É isto que a Bíblia diz.

6 – Segundo a Bíblia, quem é o único ser com a característica “imortal”?

Responde também a Bíblia: Deus. 1ª Tim.1:17; e 6:16.

7 – O que é então Alma? Em hebraico: Nephesh (nefê). Em grego: Psyché. (Pisiquê).

Seguem abaixo, alguns significados da palavra “Alma”, de acordo com o sentido real nos textos onde aparecem contextualizando a natureza dicotômica do homem:

a – Significando “vida, fôlego de vida ou sopro de vida”: Lev.17:11 e 14; Gên.9:4 e 5; 1ºReis.19:14; Jó.6:11; Mar.3:4; Mat.16:26; Luc.12:20; Mat.11:29; Mar.8:37; 2ªCor.12:15; e Hebr.10:39.

b – Significando “pessoa humana ou ser vivente”: Gê.36:6; 46:15, 18, 22, 25, 26 e 27; Lev.17:10, 12 e 15; Sal.109:20; Prov.11:30; Jer.52:29 e 30; Ezeq.13:18 e 20; 22:25; At.2:41; 3:23; 7:14; 27:37

c – Significando “coração” dos viventes: Gên.34:3; 1ºSam.20:17; 1ºReis.11:37; Sal.42:5; Ecl.6:2; Cant.3:4; Miq.7:3; Marc.14:34; At.2:43;

Deixemos agora a Bíblia responder também o que é espírito:

8 – O que é “Espírito”? Em hebraico: Neshamah, ou Ruac = Fôlego. Em grego: Pneuma = Ar em movimento.

Um diagnóstico de pneumonia revela perda de "AR" = perda de oxigênio = fôlego de vida, e consequentemente perda de vida, lenta ou súbita, se não tratado corretamente o paciente.

Vejamos os significados desta palavra “Espírito” dentro do sentido real dos textos sem dúvida alguma:

a – Significando “ânimo, ou energia”: Gên.45:27; Jui.15:19; 1º Sam.30:12; Jó.17:1; Sal.143:7; Prov.15:13; 17:22; Ezeq.18:31; Dan.7:15; Ag.1:14

b – Significando “fôlego de vida, respiração ou simplesmente (sopro): Jó.27:3; Ecl.12:7; Luc.8:55; Apoc.11:11

c – Significando simplesmente “vida”: Jó.12:10; Apoc.13:15

d – Significando “anjo” At.8:26; (compare com o verso 29); Hebr.1:13 e 14;

e – Significando “faculdades morais” = índole, caráter, pensamento, etc... Sal.51:10; Luc.1:17; 7:6; 1ªCor.4:21; Fil.1:27; 2ªTes.2:2;

f – Significando “Sabedoria, conhecimento, discernimento, raciocínio” etc. Êxo.31:3; Num.14:24; Mat.5:3; Luc.1:80;

g – Significando “Poder de Deus”, “Espírito de Deus”, “Sabedoria de Deus”, etc... Gên.1:2; Isa.44:3; 61:1; 1ªCor.6:19;

Parte II

Conclusões:

  • Reiterando: “Só Deus é Imortal”! 1ªTim. 1:17 e 6:16. Há pelo menos 1600 vezes a palavra “Alma” na Bíblia, mas nunca precedida, ou se referindo a “alma imortal”. Deus não deixaria Seus Filhos e Filhas na ignorância sobre um assunto tão importante como este.
  • Com base em Gên.2:17 x 3:4, podemos dizer com convicção que Satanás foi o mentor e inventor da doutrina da “Imortalidade Natural da Alma”, (contrafazendo a verdade) daquilo que o próprio Deus falou.
  • Satanás é verdadeiro ou mentiroso? Confira João 8:44 e tome sua decisão.
  • Instituiu-se assim no começo da história do pecado, o lançamento da pedra fundamental do “Espiritismo.
  • A primeira sessão mediúnica foi feita pelo “próprio Satanás” representado pela serpente, o primeiro médium. Nada mais claro que isto pode se tirar deste texto da Bíblia...
  • Desta “sessão”, fundamentou-se a comunicação com os mortos, (expressamente vetada por Deus a Seu Povo), e que a Igreja Romana tomou emprestada na IDADE MÉDIA, para criar o culto de Interseção dos seus santos e também embasar a doutrina do fogo eterno, para os que não cressem nas suas doutrinas. Se há “almaImortal, a Igreja Romana está certa em haver criado a doutrina da mediação de Maria e dos demais santos que a cada tempo a Igreja canoniza.
  • Para que um "santo" que já morreu possa interceder por alguém ele tem que estar vivo, mas a bíblia é clara em declarar que os mortos não louvam, ao Senhor e nem os que descem ao túmulo. (Salmo 113;17 Ave Maria ou 115:17-18 Almeida)
  • Este é o saldo da crença em uma alma imortal que o Cristianismo evangélico atual em maioria herdou do berço donde veio. (Da igreja Romana)
  • A doutrina da Imortalidade da Alma solapa o maior evento da história do universo a acontecer na Segunda Gloriosa Volta do Senhor e Salvador Jesus, que é a Ressurreição literal dos mortos do Senhor ou 1ª Ressurreição, doutrina clara como um cristal à luz do sol do meio dia registrada em toda Bíblia.
  • Amigo (a)! Nós adquiriremos a “Imortalidade” na 2ª Vinda de Jesus. Assim diz o Senhor: E se vamos adquiri-la, é por não a temos inerente à própria natureza. Por que receber de Cristo o que já se diz ter hoje?
  • Na Ressurreição dos Justos, (os que morreram em Cristo), ou seja, na 1ª Ressurreição (Analise cuidadosamente 1ªCor.15:51 a 55; 1ªTes.4:16 e 17; Isa.26:19; Jó.19:25 a 27; a Imortalidade será real.
  • A Bíblia diz ainda, que os justos que estiverem vivos no momento da Volta de Jesus, assim como Elias; serão transformados num abrir e fechar de olhos em criaturas imortais e incorruptíveis, se ajuntarão aos mortos ressuscitados (não precederão aos que dormem), e encontrarão todos com o Senhor nos ares. 1ªTess. 4:15.
  • Aqui morre também uma falsa doutrina que alguns estão espalhando por aí “a doutrina do arrebatamento secreto”; porque todo o olho O verá a Segunda Volta Gloriosa de Jesus. (Apoc. 1:7)
  • Amigo (a)! Por favor! Não considere a “parábola” do Lázaro e o Rico como base para dizer que almas conversavam depois da morte porque Ecl.3:19 a 20; 9:5,6 e 10; Deut.18:10 a 12, e 1ºCrôn.10:13 e 14 não poderiam se contradizer nem em fatos nem em circunstâncias quanto ao assunto.
  • Se “alma” não tem corpo, como tem dedos, língua etc.. na Parábola? Nunca tomemos figuras de linguagem como literais.
  • Sempre Deus vetou ao Seu povo consultar os mortos exatamente porque são anjos maus que caíram do Céu que os representam de forma perfeita. (Lucas 10:18 e Apocalipse 12:7-9) que os imitam. É duro, mas é a Palavra de Deus que diz. (2ª Coríntios 11:13 a 15) mas foi exatamente neste ponto que Roma se apoiou para fazer enraizar a doutrina da Imortalidade e criar o fogo eterno.
  • Maioria dos Teólogos concorda que não é procedente firmar doutrinas em parábolas, pois estas foram instituídas com a finalidade de “ensinar” melhor as coisas do reino dos céus a partir de coisas conhecidas.
  • (As parábolas são apenas uma das classes de figuras de linguagem, para clarear, não para complicar nossa compreensão).
  • Devemos decidir entre ser Cristãos, ou Espiritualistas, pois, a doutrina da Imortalidade da Alma, só favorece aos que acreditam na reencarnação e se há reencarnação, não pode haver Ressurreição, logo, diz Paulo: Vã é vossa fé e perecereis em vossos pecados 1ªCor.15:17.

PARTE III

  • Mateus 10:28 tem sido usado “por maioria” para dizer que a alma é imortal mas um exame cuidadoso no todo do próprio verso leva-nos ao contrário, pois alega que Ele Jesus pode matar a “alma”. Ezeq.18:4; 28:18 e 19; Naum.1:9 e 10; Mal.4:1 e 3 e Aopc.20:9 dizem claramente que de Satanás, seus anjos e seus seguidores, não sobrará nada. (Logo, as conseqüências do fogo é que serão eternas), a exemplo do fogo que queimou os sodomitas 2ªPed.2:6 e Judas.7.
  • A pergunta é: Sodoma continua a queimar ‘eternamente?' Pensemos nisto! Afigura de linguagem usada para fogo eterno, ou queimar eternamente é a "Hipérbole."
  • Por que os autores bíblicos usaram esta figura de linguagem? Exatamente para fazer-nos compreender a dimensão das consequências do pecado.
  • Quem acredita em imortalidade natural da alma, aceita mesmo que inconsciente o “Espiritismo,” ou qualquer outra filosofia imortalista.
  • O Cristianismo “protestante”, praticamente não prega sobre a Ressurreição literal dos mortos; basta-nos ter a devida atenção para os sermões que pregam nos funerais, que são idênticos aos dos Católicos quanto ao destino da "alma" do morto.
  • Por quê?
É simples a resposta: Quem acredita que “os bons” quando morrem vão direto para “o céu” e que “os maus” vão direto para o “inferno”, se esbarram com algumas dificuldades escriturísticas elementares:

A primeira é a de que ninguém vai para o céu porque foi “bom”, ou para o inferno porque foi “ruim”, pois se assim fosse, estaríamos advogando “a justiça pelas obras” como defendem os católicos, os espíritas e todos os “Imortalistaspagãos desta Nova Era.

A segunda é mais clara ainda: Para que Ressurreição na Segunda Gloriosa Vinda do Senhor para os justos, se estes já estão no céu? (No original a palavra céu pode ser encontrada como “paraíso”. (sinônimas).

A terceira é quanto à questão do juízo, porque todos os nossos nomes estarão ante o tribunal de Cristo, e isto deve acontecer antes da decisão para a absolvição ou para a condenação; isto é, antes da Volta do Senhor. 1ª Ped.4:17 e textos similares confirmam este juízo começando com o povo de Deus.
Eu, mesmo quando ainda Católico li o que escreveu a escritora americana dos Adventistas do Sétimo Dia Ellen G White, quando afirma que o ápice do sucesso do “Ecumenismo” Romano se dará baseado na unidade doutrinária referente ao dia do Domingo e a crença na Imortalidade Natural da Alma, laços que só serão desfeitos com a glória da Segunda Vinda de Nosso Senhor e Salvador Jesus.

Estude Apocalípse 13:1 a 18 e Apocalípse 16:10 e 11. Pela Bíblia este comentário está certo.

Os Teólogos do atual Cristianismo acusam os que creem quanto ao que se refere ao sono da alma; mas é outra injustiça porque não é esta compreensão uma simples miragem.

A Bíblia chama a morte de sono desde o Gênesis. Basta ver o relato do fim de vida de todos os vultos mencionados: Os patriarcas, profetas, reis e outros... “Dormiram com seus pais”; expressão claramente imitada por Cristo em seu tempo “Lázaro dorme, mas vou despertá-lo do sono.

Aos que duvidaram, Ele respondeu: “Lázaro está morto”.  Amigo (a)! Se Cristo é quem disse, porque eu devo duvidar e ficar divagando sobre o que está revelado nas Sagradas Letras por Aquele que é O Caminho, A Verdade e A Vida?

Eu sei que estou longe de ser ainda um “Cristão” como a Bíblia ensina, mas é como eu disse, apesar de todas as mazelas enraizadas no âmago da natureza pecaminosa dos seres humanos, creio, que os que creem diferente da maioria estão certos, em matéria de Bíblia, ainda são os que textual e contextualmente estão mais avançados.

Este fato traz para eles um enorme peso de responsabilidade, porque Deus com certeza exigirá mais dos que mais Luz da Palavra das Escrituras Sagradas receberam.

Só a doutrina da “Imortalidade Natural da Alma” poderia condicionar as forjadas “aparições” das inúmeras “virgens marias” em redor de todo o mundo; e Paulo é claro em dizer que Satanás é quem se transfigura em “anjo de luz” (2Coríntios 11:14) (luz negra) para enganar as massas que hoje não mais podem ser consideradas como indefesas (porque a Bíblia, com poucas exceções) está aberta no mundo e aos olhos dos que realmente querem e desejam ver.


Dá para discernir Amiga (o) a teia de aranha que é a doutrina da “Imortalidade” antecipada?


Robin. voxdesertum.blogspot.com