sexta-feira, 21 de setembro de 2012

DIA DA ÁRVORE


O DIA DA ÁRVORE

Em meio a tantas comemorações para cada dia do ano, hoje chegamos ao dia da árvore.

O que significa este dia para você e eu?
Para que, e para quem foram criadas as árvores?
Por ventura somente para embelezar a terra?

Em meio aos mais diversificados gostos e os propósitos de cada ser ou grupos, certamente há os que não gostam de árvores e...são tantos espalhados pelo mundo...

Basta-nos contemplar a superfície da terra ao nosso redor, para que constatemos o desgosto pelas árvores.
O povo “desenvolvido” ama o asfalto e o concreto de cimento e ferro, obras de arte do homem em involução.

O descaso pelas árvores começa exatamente no princípio da criação, quando nossos primeiros pais, ao tentarem ser iguais a Deus lançaram a primeira indiferença para com as árvores ainda que sem a mínima intenção e avaliação dos resultados.
Eles, indubitavelmente puderam e tiveram o privilégio de conhecer as árvores em todo seu esplendor, quando nenhuma folha e flor sequer amarelavam, murchavam, morriam e caiam aos pés das árvores, porque ainda não havia morte.

Que maravilha poder perceber quase que o pulsar da vida numa folha verde, que por si só representava a magnitude da obra criada pelo doador da vida “O Próprio Deus”!

Que maravilha participar da primeira reunião com O Criador e receber tamanha obra para administrar!

Mas quanto tempo durou a beleza da árvore a princípio imortal?

Haverá com certeza um momento especial em que nós vamos saber quanto tempo durou a terra sem a marca da doença, da dor, do sofrimento e da morte.

Com a queda de nossos primeiros pais todo o planeta caiu junto, e entrou em degradação.

Podemos ver isto sob a pena do inspirado escritor Paulo de Tarso aos romanos.
A degeneração, no entanto, não foi de uma só vez. Deus estabeleceu na ordem dos acontecimentos, para que os resultados da queda se processassem de forma gradativa e constante, para que o homem bem como os seres que não caíram pudessem avaliar a quão terrível natureza daquilo que as sagradas escrituras denominam pecado. Era necessário que assim fosse, para que amadurecesse a batalha entre o bem e o mal, para que o criador pudesse ser compreendido por toda inteligência existente em Seu amor e justiça.

O tempo passou e hoje podemos diferenciar entre o poder criador e mantenedor e o poder destruidor encarnado na natureza humana.
Por mais que a nossa natureza corrompida impulsione a destruição, no caso das árvores, o mantenedor ainda deixa diante de nós os traços pálidos daquilo que um dia fora magnífico em seu verdadeiro esplendor.

Ainda podemos com todo cuidado contemplar espécies lindas a enfeitar a natureza agora obscurecida pela nuvem de fumaça destruidora do painel original.

Por mais que sejam reais os esforços para a restauração daquilo que o criador em Sua sabedoria estabeleceu, jamais o homem orgulhoso, corrupto, interesseiro e cobiçoso poderá produzir os efeitos necessários ao embelezamento do primeiro Éden.
Não é apenas uma questão de querer ou não.

Como nós mesmos, em constante e crescente nível de degradação poderemos restabelecer aquilo que a nossa própria natureza destruiu?

As reuniões dos chamados “Grandes da Terra” jamais conseguirão prevalecer para o bem estar do planeta, posto que não conseguem extinguir de si mesmos a semente que alimenta a grande árvore do egoísmo e da usura.

As árvores pedem licença, para ocuparem o pequeno espaço que a cada dia nós as roubamos!

As árvores gostariam de continuar existindo, para que em suas frondosas copas os pássaros pudessem cantar e saltitar livres e felizes!

As árvores choram ao serem tombadas maliciosamente pelos grandes grupos econômicos, que invadem as matas, para no lugar delas ampliarem as suas fontes de lucros trazendo a ilusão ao povo que cegamente acredita na filosofia do desenvolvimento “sustentável”.

Não trato aqui de uma política partidária contra o desenvolvimento, de forma alguma, mas de conscientização ecológica real; de abrir mão do egoísmo para uma vida melhor e saudável. 

Hoje é dia da árvore!

Você deseja chuvas regulares? Preserve as florestas! 
Você deseja serenidade e calmaria durante os momentos de chuvas? Plante árvores, para que os ventos não tragam destruição.
Você valoriza uma árvore? Diga não aos ambiciosos e egoístas!
Você deseja oxigênio limpo? Não assine projeto algum que venha a destituir das cercanias de sua habitação o livre crescimento das árvores, onde você irá ver e ouvir o canto de alegria dos pássaros todas as tardes e manhãs.

Obrigado Deus! Por ainda manter sob o controle o mínimo do verde que Suas criaturas ainda necessitam para continuarem com vida.

Voxdesertum 21 de Setembro de 2012.

    
   

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

EIS OS DOUTORES DO TEMPO DO FIM!



CUIDADO COM O ENGANO!

...Ninguém, de modo algum, vos engane... 2ª Tessalonicenses 2 verso 3.a

Tenho plena e absoluta convicção que a exuberante admoestação acima está intimamente contextualizada ao nosso preparo para o encontro com o Salvador e Senhor Jesus por ocasião de Sua gloriosa segunda vinda, quando Ele virá para buscar os Seus escolhidos; estes, que motivados pelo chamado do Espírito Santo (Isaías 30:21), responderam positivamente dizendo um “sincero sim” a esta oferta de AMOR.

Desde o sermão profético proferido por Jesus, o Espírito Santo, em Seu soberano ministério tem a cada dia feito com que procuremos compreender os sinais bem como as demais alterações de ordem geral ocorridas, e que patentemente ainda estão em curso diante de nós.

Paralelamente à admoestação de 2ª Tess 2, o mesmo apóstolo Paulo reitera com mais largueza de detalhes na descrição encontrada em sua  2ª carta a  Timóteo capítulo 3 versos 1 a 5, a real condição da Terra e de seus habitantes no tempo do fim, ao qual particularmente e sem receio chamo de “fim do tempo do fim”.

Afinal, por que uma admoestação aparentemente tão severa? Confira a motivação primordial de Deus em Ezequiel 18:32; e sua referência contextual em 2ª Pedro 3 verso 9.

Amigos!

Na verdade estou postando esta mensagem aqui hoje não só como um sinal de alerta, mas como um protesto sincero contra a atitude de muitos professores formadores de profissionais do Ensino Religioso para Escolas; formadores que alegam ser mestres e doutores em Ciência da Religião para a formação de docentes nesta área.

Compreendo a questão da formação de docentes, e isso para qualquer área, como um aperfeiçoamento exclusivamente profissionalizante, não doutrinário; evitando-se assim, que os professores formadores não sejam levados a induzir seus alunos a absorver meramente seus conceitos pessoais de fé ou dogmas, o que certamente provoca desrespeito à íntima e inviolável liberdade de escolha pessoal dos envolvidos.

Muitos destes professores aos quais me refiro, apresentam um contraste extremo com a atitude de Jesus no que tange à maneira e aos métodos didáticos de Seus ensinos.

Jesus ensinou com profunda sabedoria e humildade, inclusive diante de seus maiores e mais obstinados oponentes.
É absolutamente incomparável Sua simplicidade e cortesia ao tornar o difícil fácil para o nível de qualquer mente, inclusive das crianças, até principalmente dos “doutores e mestres” da Religião de Seu tempo.

No entanto, enquanto os “doutores e mestres” do tempo de Jesus se alinham em “orgulho e arrogância” (em gênero, número e grau) com os muitos despreparados “doutores e mestres” da teologia popular e secularizada de hoje, Ele, [Jesus] esbanjava SABEDORIA, HUMILDADE, CORTESIA, CONHECIMENTO, AMOR E GRAÇA para com Seu público aprendiz, alvo de Sua assombrosa misericórdia no contexto do plano da redenção. E olha que Ele foi e continua a ser o Mestre dos mestres!!!

Enquanto Jesus ao ensinar o povo se reportava aos escritos dos Profetas, dos Salmos e de outras referências do Antigo Testamento, ratificando assim a veracidade da inspiração e validade de tais referências, muitos ineptos professores (“mestres e doutores” em Bíblia como arrogam ser), abrem a boca em alto e bom som, em uma sala de aula cheia de sedentos e ávidos aprendizes, alegando que o Antigo Testamento já era. Que é coisa da “velha dispensação” e pior, que Jesus veio e aboliu esta parte das Sagradas Escrituras; ou seja, a Lei e a Palavra dos Profetas.


Será isto verdade de fato?”, contestou uma preciosa alma presente na sala de aula.
O “pseudo Dr.” respondeu  seca e sarcasticamente:
Fique quieta menina! Você precisa chegar ao meu nível de conhecimento, para poder arrazoar comigo.

Esqueceu-se este insensato e equivocado “Doutor”, no entanto, que Jesus preferia revelar a VERDADE aos mais simples de coração, ao tempo em que condenou os “pseudos mestres” e “pseudos doutores” de Seus dias pela arrogância com a qual se conduziam.

Quero com todo respeito citar apenas uma referência de Isaías, não obstante sabendo, que por ela estar no Antigo Testamento possa nada valer como ensino, ou lembrete, ao soberbo conhecimento de tais “mestres e doutores”.

Esta magnífica passagem é de certa forma uma afronta carinhosa, mas desafiadora, ao colegiado dos formadores de hoje; ela se refere à liberdade clara de pensamento e ao direito que cada pecador, por mais débil que seja tem de arguir ao próprio Deus esperando por Sua soberana e sábia resposta.

Nada mais comovente, em Isaías 1:18, o carinhoso e envolvente chamado de Deus a pecadores caídos como nós, para conversarmos e “arrazoarmos” com Ele.

Que Deus maravilhoso! Que Deus espaçoso! Que Deus amoroso! Que Deus compassivo! Que Deus condescendente! E por fim, que Deus assombrosamente gracioso!

Você, professor atual, é capaz de mensurar este AMOR e suportar o peso desta assombrosa graça? 

Ahhhh!
Se o fosse, não seria tão arrogante.
Não humilharia os alunos sob quaisquer pretextos desta mofada “sabedoria terrena”, que ao mais longe que pode chegar é na tumba fria do esquecimento em um cemitério qualquer, ou se preferir antecipadamente, a um “caloroso” forno de um crematório.

Srs. “mestres e doutores”!

Vocês sabem por que Deus faz isto da maneira descrita no verso acima?
Por que Ele usa esta didática desde Adão (Gênesis 3:9) até agora?

É porque Ele nada tem temer e nada tem a perder. Ele não tem diploma, certificado, títulos de “Mestre ou Doutor”, para serem destruídos pelo fogo vindouro.
Ele não tem medo que descubram a vulnerabilidade de Seus diplomas, pois Ele não os tem; porque Ele é perfeito em seus caminhos, e justo em Suas veredas.
Ele sabe lidar perfeitamente com o TITULO do qual é portador por Sua magnífica excelência: “O DEUS INFALÍVEL”.

Infelizmente, a arrogância é, ainda hoje, a plena emancipação da síndrome do desejo de ser o maior, de ser igual a Deus, em aquiescência reiterada à oferta de Satanás a Eva em Gênesis 3:5.

Infelizmente muitos dos atuais “Mestres e Doutores” levam sua arrogância ainda mais além.
Ao serem arrazoados, chegam até a procurar intimidar os alunos oponentes com supostas expressões, no caso, “gregas”, (não falo do “hebraico e aramaico” porque fazem parte da “outra dispensação” a qual dizem eles ter sido abolida!) com exímios e floreados argumentos, no intuito de inibir e amofinar todo e qualquer direito da livre investigação, ou contra argumentação que a eles possa ser feita. Vocês nada sabem de grego! Então, que se calem!Fiquem quietos! Aqui o Dr sou eu.

Que arautos da “verdade” Jesus está permitindo nas salas de aulas de nossos dias! Podem estes, se assim o desejam usar uma tradução tendenciosa, posto concluírem que ninguém nada sabe do original.
Com esta chance podem sem escrúpulo algum misturar a “VERDADE” com o erro sem que ninguém o perceba.

Alunos!

Pergunto-lhes (já que perguntar aos hodiernos professores “Mestres e Doutores” seria uma perda de tempo, e me exporia ao desgaste desnecessário de malhar em ferro frio):

Sabem vocês quantas referências claras do Antigo Testamento estão registradas no Novo Testamento?

Por que teriam sido transferidas do Antigo para o Novo, se elas, segundo os modernistas, já não valem mais nada?

Sabem vocês que o mais lindo das Sagradas Escrituras é a perfeita harmonia entre o Antigo e o Novo Testamento em todos os seus intrínsecos detalhes?

A mesma “VERDADE PREFIGURADA” no Antigo é a “VERDADE REVELADA” no Novo, na pessoa maravilhosa de nosso Senhor e Salvador Jesus.

Este em nada mudou os escritos do Antigo Testamento. Ele, com autoridade celestial, “RATIFICOU” naquela Cruz tudo o que sobre Ele mesmo ensinou aos seres celestiais, e aos terrestres, de Adão até nossos dias.

O absoluto e Perfeito Plano da Redenção, que era tipicamente ritualístico nadando em um mar de sangue provindo dos animais sacrificados, foi ratificado e cumprido com o sangue do Salvador; notem que eu disse ratificado e não retificado.

Portanto, quem quer que minimize um “jota ou til” do Antigo Testamento, no intuito de maximizar o Novo, ou, então, retirar, ou acrescentar algo dele, será réu do juízo do Senhor.

Alunos!

O apóstolo Paulo aconselha-nos a buscar, com oração sincera e contrita, a SABEDORIA da PALAVRA de DEUS, e colocar em cheque os “Mestres e Doutores” da Religião dos nossos dias, fazendo a comparação entre a “sabedoria” dos homens e a SABEDORIA DE DEUS.

Basta-nos estudar 1ª Coríntios 2:6 a 16, para sabermos colocar no devido lugar a “pseudo sabedoria humana”.


Está escrito: “Porque a “sabedoria humana” é loucura para Deus, pois, Ele [DEUS] apanha os “sábios” na sua própria astúcia, e os pensamentos dos sábios são pensamentos vãos (1ª Coríntios 3:19 e 20).


Parte Final:


Estudemos nós mesmos com profundidade a Bíblia sob a luz do Espírito Santo, e sempre que possível fujamos dos conceitos frágeis destes “Mestres e Doutores” que usam as Escrituras só para o que lhes apraz, enganando-se e enganando a outros de boa fé.


Sejamos bereanos conforme está escrito em Atos 17:11, e olhem que quem está nesta referência, sob o crivo da investigação, é o grande apóstolo Paulo!  Estudem a humildade dele em Romanos 7, e em Gálatas 2:20.


Não esqueçam que o ministério da iniqüidade (ou da rebelião) opera, com grande eficácia e astúcia, por meio do braço humano, como agente do inimigo na Terra.


Creiam nas Escrituras Sagradas completas, o Antigo e Novo Testamento, “as duas testemunhas” que a cada momento são atualizadas pelo “CLICK” do Espírito Santo, para nosso ensino, advertência, segurança, deleite, salvação e santificação.


Com apenas um “CLICK” de DEUS, toda a Bíblia é atualizada a cada momento em que qualquer um de nós a abre para buscar e ouvir, com sinceridade e reverência, a Sua palavra.


Este tempo do computador de Deus é muitíssimo menor do que o podemos fazer em um computador de última geração desta Terra.


Face às minhas colocações aqui, insto a orarmos para que Deus ilumine a todos os professores; para que ministrem suas atividades de formação religiosa e demais matérias, de forma honesta e íntegra para com Deus, para com os alunos e para consigo mesmos.

Para que sigam o MODELO do maior Mestre que já passou por este mundo, “JESUS”. Amém.
Voxdesertum – Agosto de 2012.

domingo, 17 de junho de 2012

A TEORIA DO OITAVO DIA


 O Oitavo Dia”...

O que é isto?

 De onde vem?

A teoria é procedente?

A tese é consistente?

O que as Sagradas Escrituras declaram sobre este assunto?

Sou cristão pela graça de Deus, (respondi assim desde criança no catecismo) e não estou aqui para defender nenhuma tese a favor ou contra qualquer denominação religiosa. Declaro com toda sinceridade, que tenho o maior respeito e admiração pelos irmãos católicos fiéis espalhados por todos os rincões deste nosso vasto Brasil, e pelos irmãos evangélicos pertencentes às diferentes agremiações religiosas.

Sou um investigador das Escrituras Sagradas desde os idos de 1969, e, sobre o tema em pauta, me reservo a crer, e respeitar com toda reverência, o relato literal da criação, nos claros e límpidos termos de Gênesis capítulos 1 e 2.

Deus estabeleceu o ciclo semanal ininterrupto, livre de quaisquer que sejam os mecanismos de influência movidos no curso de astros, planetas, satélites, etc...

São sete dias, porque sete é um número pleno, e esta plenitude veio direta da sabedoria de Deus, quando planejou nosso pleno descanso em Jesus. Ele jamais deixou uma obra se quer para terminar depois, ou inacabada, porque Ele é absolutamente perfeito, portanto, TODAS as Suas obras, Seus propósitos, Seus desígnios e Seus caminhos são perfeitos. 

Deus estabeleceu de forma sábia e planejada, e por Seu exclusivo poder, o roteiro e origem dos dias, meses e anos. (Cf. Gênesis 1:14 a 16).

Aprendemos desde os primeiros passos escolares, com base científica, sobre os movimentos de rotação e translação do planeta Terra.

Rotação designa o movimento da Terra, em torno de seu próprio eixo, numa duração de 23 horas, 56 minutos e 4 segundos, o que nos garante, sem interrupção, a sucessão dos dias e noites. Isso confirma exatamente o relato da sequencia bíblica de Gênesis capítulo 1.

Translação designa o movimento que a Terra faz em torno do Sol, em 365 dias, 48 minutos e 47 segundos, determinando a sucessão dos anos.

Não encontramos, seja na narrativa bíblica, seja em premissas científicas, qualquer fenômeno astronômico específico que haja dado origem, ou que venha contestar a sequencia literal no ciclo da semana de sete dias. 

Em outras palavras, o ciclo semanal original foi fechado com chave de ouro pelo AUTOR da semana. Este assim o estabeleceu, e através de todos esses milênios qualquer fenômeno natural jamais conseguiu alterá-lo. E tal fato tem razão de ser:

Primeiro, porque Deus estabeleceu, por Sua própria iniciativa e palavra, o remate diário na sequência 1º, 2º, 3º, 4º, 5º, 6º e 7º dias, como períodos fixos e exatos, e delimitados entre um pôr do sol e outro.

Segundo, porque sendo Deus o autor, nós podemos ter plena e absoluta confiança que Seu trabalho é perfeito e confiável, o que significa que não são necessários retoques ou ajustes de qualquer natureza no ciclo por Ele estabelecido.

Logo, é pura fantasia, ou mesmo ofensa direta ao Criador, querer alterar o inalterável, ou substituir o insubstituível; isto é, um empenho por interferir em Seus atos grandiosos.

Deus usou a expressão numeral ordinária para designar o ciclo semanal, e apenas ao 7º dia deu um nome especial com base no propósito que Ele designou para esse dia, finalmente selando-o na Lei, com a comemoração de um descanso e santificação abençoados.

Se foi o próprio Criador que firmou este selo, quem, senão um poder contrário a Ele, ousaria retirá-lo?

Veja em Daniel capitulo 7 versos 23 a 26, especialmente no verso 25, uma referência profética ao poder responsável pela alteração da santa lei de Deus, a qual determina o sábado como dia sagrado de observância e descanso. Ali foi previsto um período de 1260 anos de domínio desse poder, o que se entende referir-se ao tempo transcorrido entre 538 e 1798 de nossa era. A História cumpre com absoluta exatidão e rigor tudo o que as profecias bíblicas preveem..

Não necessitamos de uma nova estratégia inimiga contra a santa lei de Deus no tocante à questão da santificação e guarda do dia de repouso, o sétimo da semana, o único ponto controverso em meio à maioria que professa o cristianismo popular. Não necessitamos, simplesmente porque esta estratégia já ocorreu, e a consequente mudança do dia legítimo de guarda para um espúrio já se tornou realidade oficial desde o dia 07 de março de 321 d.C.

Trabalhar contra qualquer princípio que rege a natureza do santo sábado bíblico é como romper qualquer outro princípio natural; é um adultério espiritual, ofensa direta ao Legislador de Universo.

Pior ainda é forçar a existência de um oitavo dia na semana, numa infeliz tentativa de fazer com que o dia popularmente chamado “domingo” (aquele que vem precisamente depois do sétimo) seja o último do ciclo, e, portanto, o mais propício para o descanso semanal. Esta coincidência, todavia, é puramente ilusória, já que o ciclo semanal comporta apenas sete dias, não havendo espaço para um oitavo. 

De fato, o último dia da semana é aquele que antecede o primeiro, e este aquele que antecede o segundo que costumamos chamar de “segunda-feira” (o domingo, portanto, é a primeira-feira, o primeiro dia da semana, não o “oitavo”).

Tudo isso se constitui uma falta gravíssima, não somente porque se atenta contra um período fixo e exato que, em Sua soberania, Deus estabeleceu [isto é, a semana], mas acima de tudo porque se contesta e se contraria o que Ele mesmo afirmou. Nesse caso, a alteração do descanso semanal do último para o primeiro dia da semana é da mesma categoria que qualquer alteração de outros itens também estabelecidos por Deus.

Portanto, a tese do oitavo dia só teria algum cabimento sob o pretexto expressamente bíblico de que Deus teria estendido o ciclo semanal por mais um dia, o que não ocorreu; fora disto, é um devaneio humano que se enquadra nas palavras de Isaías capitulo 29, verso 13, reiteradas setecentos anos mais tarde por Jesus Cristo, conforme Mateus 15:8 e 9 e Marcos 7:6 e 7.

Meus respeitos aos que levantam a tese do oitavo dia semanal, defensores sincero da teoria do oitavo dia, conforme o que temos visto; eles hão de convir, todavia, que tal tese rompe com os princípios da ética hierárquica da própria Igreja Católica Romana, que estes professam e a quem servem, quando, de alguma forma, contradiz o eminente Cardeal James Gibbons. 

Gibbons abertamente assumiu, em nome da Igreja de seu tempo, as prerrogativas de poder e responsabilidade quanto a todo o processo que envolveu a mudança da santificação do sétimo dia, o sábado do quarto mandamento, para a santificação do primeiro dia, o domingo. Assumiu sem se valer de qualquer subterfúgio ou expediente de natureza duvidosa. 

Como querem então, com a teoria do oitavo dia, propor o absurdo de se querer estender, por mais um dia, o ciclo imutável da semana original estabelecida pelo próprio Criador?

Esta é a declaração do Cardeal James Gibbons, em resposta aos protestantes que combatiam o catolicismo em face de ensinos contrários à Bíblia, e lembrando-os de que eles também mantinham ensinos não bíblicos: 

“Podeis ler a Bíblia de Gênesis a Apocalipse, e não encontrareis uma linha autorizando a santificação do domingo. As Escrituras exaltam a observância religiosa do Sábado, dia que nós nunca santificamos”. The Faith of our Fathers, edição de 1893, pág. 111.

Que Deus abençoe a todos os Católicos sinceros e tementes a Ele, e que as bênçãos se estendam aos evangélicos, que ainda estão presos à Igreja Romana nesta questão do repouso semanal e outras doutrinas.
Vox Desertum – 17/06/2012.






terça-feira, 5 de junho de 2012

DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

O Dia Mundial do Meio Ambiente

Este dia é comemorado no mundo inteiro e a cada dia desenvolve-se o processo politico social em busca de evidenciar a necessidade da proteção continua do espaço em que vivemos.
Nada de especial neste processo, não fosse o mesmo apenas uma máscara representativa de algo que no fundo está longe da verdadeira proteção ambiental

Falta-nos cultura apesar de uma gama enorme de instrução sobre esta matéria tão importante para cada habitante desta terra cansada, e por 
que não dizer já desolada?

A ofensa ao meio ambiente tornou-se causa de processos judiciais inafiançáveis contra os agressores de menor porte.

É compreensível que devemos ser educados quanto aos cuidados com a natureza em seu todo, pois é o livro natureza responsável não apenas pelas belezas, mas pela sustentação vital da humanidade.

Vivemos no entanto, em um momento ímpar, onde a desvalorização do ser humano é tão acelerada que um animal passou a ocupar valor maior e mais importante no planeta.

Que pena! 

O homem foi criado por Deus para dominar toda espécie viva e cuidar dela.
A queda do ser humano, no entanto,  trouxe a decadência de todo o conjunto de valores estabelecidos por Deus no âmbito das faculdades que antes formavam a plena harmonia entre o ser humano e a natureza diante de si.

Temos sido levados de alguma forma a acreditar nos projetos de recuperação ambiental, mas o que vemos de realmente prático diante de nós? 

A retórica filosófica em torno do assunto chega a deslumbrar os mais sensíveis e até fazê-los acreditar que se pode mesmo melhorar as condições ambientais, mas quando os 'donos do mundo' se reúnem, o que realmente acontece?

Quais foram os resultados práticos do encontro em Genebra?

Quem irá abrir mão do egoísmo arraigado em torno do lucro?

Afinal, o que mesmo os donos do poder resolveram lá naquela reunião?

Prender um caçador por causa da predação de um jacaré como criminoso inafiançável é justificável diante da grande massa tóxica que circula no ar do mundo, especialmente das grandes empresas que os grandes empresários são detentores?

Compreendo que as grandes industrias poluidoras podem até se esconderem no álibi de que  realizam um grande benefício social dando emprego a milhares de famílias, mas isto não é motivo para serem redimidas pelo mal que produzem em massa.

Uma coisa é certa: 

O profeta Isaías, em seu livro, há mais de dois mil e setecentos anos em sua visão ambiental já previa o planeta sendo degradado e seu relato é sustentado pelas causas claras referentes a conduta dos moradores da terra (Veja Isaías capítulo 24 versos 5 e 6 e tire você mesmo suas conclusões ao ler meu artigo). 

Nenhum morador da terra está, ou estará isento no que tange a parte que lhe toca no preservar a natureza, mas os exageros que tendem a minimizar os impactos causados pelos grandes em detrimento dos pequenos é descabido e injusto.

O Brasil é uma potência em riquezas naturais e realmente necessita ser preservado, mas quem cuidará disto frente à poluição do meio ambiental político em que vivenciamos na mídia todos os dias? 
Enquanto necessitarmos de CPIs contra o descalabro do ambiente moral que estamos enfrentando, será difícil a sustentabilidade de quaisquer processos que visem adequar o meio ambiente ao seu lícito e merecido lugar.

As Sagradas escrituras terminam com uma advertência severa e específica com relação ao destino de todos aqueles que de alguma forma danificam o meio que Deus criou e estabeleceu para vivermos de forma saudável.

O profeta de Pátmos escreveu claramente sua visão sobre o futuro dos que danificam a terra:

"Na verdade, as nações se enfureceram; chegou, porém, a tua ira, [De Deus] e o tempo determinado para serem julgados os mortos, para se dar o galardão aos teus servos, os profetas, aos santos e aos que reverenciam o teu nome, assim aos pequenos como os grandes, e para destruíres os que destroem a terra" Apocalipse 11:18 - 

Façamos nossa parte!

Voxdesertum.com - 05/06/2012.


sexta-feira, 11 de maio de 2012

MÃE 2012


MÃE - As Palavras não podem expressar seu real valor!

Mais um ano se passou, e passou tão rápido que a gente não deu conta de realizar tudo que desejava para lhe ver feliz.Eu gostaria que você estivesse aqui hoje para continuar aquela relação que durou por quase 58 anos.

Foram anos difíceis, mas cheios de alegrias pelas glórias conquistadas em cada batalha, até que chegou o momento em que você foi tirar uma soneca saindo assim da nossa relação na linha da batalha.Você foi, mas graças a Deus deixou uma marca de caráter que poucas mulheres de nosso tempo são capazes de construir e de compreender. 

Quanto a mim, sinto-me tranquilo pelo dever que Deus me concedeu para cuidar de você enquanto conosco viveu. Isto, no entanto, não vem ao caso agora.

A festa ainda não acabou, e muitos filhos ainda podem continuar a manifestar seu carinho e honra pelas mães que estão aqui.Hoje, o que deveria contar como prioridade não são os presentes, ou as festas, mas o trato pessoal o respeito que merecem todas as mães indistintamente.

Milhares de mães são postas à margem dos mínimos direitos da família e da sociedade, e isto nos traz grande desconforto e desafio...

A inversão de valores tem colocado a figura matriarcal aquém do seu verdadeiro lugar no lar e no mundo atual. Filhos têm insensatamente assumido o governo dos lares, e isto para muitos tem sido considerado evolução da sociedade, mas quais têm sido os resultados desta demanda?

Mãe! 

Hoje é um dia que passa tão rápido como os outros dias do ano; mas o ministério de uma mãe é algo para jamais ser esquecido.

Quiçá todo filho pudesse aproveitar cada dia do ano para festejar com respeito, honra e dignidade a mãe que está ao seu lado.

As páginas diárias da história estão sendo viradas com a rapidez do mega chip eletrônico, de forma tal que pouco tempo se dá para ler cada uma delas estudando reflexivamente o valor real de uma mãe.

Afinal, quanto vale uma mãe?

Muitos, infelizmente, só descobrirão tal valor depois que a mãe já não mais fizer parte deste convívio conturbado em que a família está vivendo agora.

Eu quero falar um pouco às mães hoje, que minha mensagem tem um motivo central: Contemplar vocês e dizer que seu papel é o papel mais importante desta Terra concedido por Deus a um ser mortal.

Infelizes são os filhos que não tiveram e os que não tem este privilégio de uma mãe por perto.

Eu falo também para todas as mães, que neste dia não foram lembradas. Falo para as mães de família regular; e especialmente, para as mães que estão pelas ruas das cidades e perambulam sem destino nesta vida, vivendo sob o enorme peso da humilhação, do descaso, do escárnio e do preconceito.

Se os filhos, os educadores e os demais segmentos da sociedade dessem o verdadeiro valor à mãe em seu soberano papel na formação da sociedade, certamente haveria melhores cidadãos na base e no topo da estrutura da nação.

Grande parte do descalabro em quase todas as áreas da nossa esfera de relacionamentos tem seu nascedouro nos lares do povo. Lares destroçados pelas separações e definidos divórcios!

Mães! 

Meu apelo neste momento é que jamais se desanimem, pois seu esforço no lar não é vão. 

Deus contempla cada gesto, cada passo do jornadear de uma mãe sincera, e retribui com bênçãos e graça cujos valores perdurarão por toda eternidade. Faça circular no seu Lar a atmosfera do Céu!

Que a sua felicidade não se resuma em apenas festa de homenagens, mas que a cada dia você tenha força e poder vindos de Deus para continuar na batalha até que a vitória esteja ganha.

Mãe! 

Este dia é um dia que terá seu valor aperfeiçoado por cada gesto de seus filhos a favor de sua real valorização.

Sou filho e já sou pai, portanto, já experimentei minha parte na criação de uma filha.

Agradeço a Deus por minha experiência ao lado da super mãe de minha filha.

Alaíde!

Se eu sou o pai que sou, devo a Deus e a você com seu esmerado carinho, dedicação e amor incondicional na criação, manutenção e acompanhamento de nossa filha Amanda. 

Róbson Silva – Maio de 2012 - voxdesertum.com 

quinta-feira, 10 de maio de 2012

25 ANOS! VALEU A PENA!


25 ANOS! VALEU A PENA!

Alaíde!

Você representa o tudo que Deus pôde me reservar para esta vida, e com certeza, esta reserva continuará pelos tempos eternos.
Eu quero nesta data de 9 de maio de 2012 dizer a você que:
Valeu a pena aquela primeira vez em que nos vimos, quando você nem mesmo simpatizou comigo.
Valeu a pena ser até chamado de Patinho Feio.
Valeu a pena um novo passeio lá nas Águas Claras para aquele casamento de um familiar seu, mas ainda nenhuma novidade revelada.
Valeu a pena, aquele dia em que me ligou procurando uma vaga na empresa onde eu trabalhava.
Valeu a pena que nem mesmo o currículo jamais chegou às minhas mãos.
Valeu a pena aquele telefonema na noite de 05 de junho de 1986, quando marcamos um encontro para nos vermos na manhã seguinte às 9 h.
Valeu a pena, a ansiedade e a dúvida sobre a possibilidade de não nos encontrarmos, por causa do mal entendido sobre o local exato do encontro.
Valeu a pena, no entanto a compreensão entre nós para vencermos aquele desafio de nos encontrar, o que de fato materializou o encontro.
Valeu a pena o encontro, em frente à antiga Lanchonete Vagão.
Valeu a pena a conversa franca e aberta daquele dia decisivo de nossas vidas amor.
Valeu a pena até minha exagerada franqueza quanto à decisão que estávamos tomando.
Valeu a pena eu lhe pedir para tirar os óculos escuros, eu precisava lhe olhar nos olhos amor. Você estava lindinha naquele dia, e hoje também.
Valeu a pena, porque a partir dali não sobraram unhas para ser mostradas no futuro, com as quais poderíamos nos arranhar.
Valeu a pena aquela noite da semana seguinte, atravessar a avenida e irmos ao Tratoria; dia inesquecível; tenho o gostinho do licor e do primeiro beijo de despedida até hoje.
Valeu a pena eu não lhe exigir nada sobre suas reais decisões.
Valeu a pena no dia seguinte você me ligar às 19:45 h em meu trabalho e dizer: Terminei o namoro que estava em curso.
Valeu a pena, eu até ter sido meio indelicado na avaliação de sua decisão, mas o mais importante foi você compreender minha sinceridade.
Valeu a pena continuar nossa caminhada, que talvez nem nós mesmos pudéssemos ter certeza de sua continuidade.
Valeu a pena eu colocar fim em minha vida anterior, para me dedicar somente e unicamente a você sem que você me exigisse nada.
Valeu a pena trabalhar juntos por 11 meses a nossa relação.
Valeu a pena nossa relação amistosa com nossos melhores amigos daquela época.
Valeu a pena chegar à casa de seus pais naquele dia 8 de novembro de 1986, e formalizar nosso compromisso de noivado.
Valeu a pena organizar nós mesmos as coisas para nosso casamento.
Valeu a pena, aquele dia chegar de supetão para seu pai e dizer a ele: Vamos nos casar e o Sr tem duas datas a escolher entre 2 ou 9 de maio (1987).
Valeu a pena ouvir meu sogro e as ponderações que me fez com relação ao nosso casamento.
Valeu a pena fazermos o curso de noivos naquela equipe maravilhosa do Padre Camilo.
Valeu a pena aquela manhã de 9 de maio de 1987, quando em casa de minha mãe a gente assinou o registro civil da nossa união.
Valeu a pena aquele almoço gostoso após a cerimônia de cartório efetuada lá em casa mesmo, junto de nossos mais íntimos amigos e familiares.
Valeu a pena estar os dois prontinhos na porta da Catedral em Caratinga, 20 minutos antes do horário oficial do casamento.
Valeu a pena, a cerimônia religiosa cheia de ações alegres e motivadoras por parte de todos os presentes.
Valeu a pena ouvir o tilintar das alianças caírem das mãos da Janaína ao chão.
Valeu a pena ouvir a Lúcia, bem piqititinha interrogar bem alto: Ti Robson! Ce vai casa?
Valeu a pena, a recepção e o sair dela quase sem ser notados.
Valeu a pena o começar a viagem sob uma neblina fria até Cel. Fabriciano, casa de minha mãe onde almoçamos no dia seguinte.
Valeu à pena, rumo a Poços de Caldas, o pernoite em Oliveira. Eta frio sô! Mas o café da manhã foi ótimo.
Valeu a pena, a viagem de 20 dias consecutivos entre Poços, e todo o circuito das águas, terminando em Guarapari.
Valeu a pena chegarmos em casa e começar a vida de rotina trabalho e edificação do nosso lar.
Valeu a pena, 21 de Junho de 1988, dia da concepção de Amanda.
Valeu a pena todo o cuidado e alegria e felicidade esperando a chegada da princesa.
Valeu a pena! A Princesa chegou no dia 03 de Março de 1989; o nosso maior presente do Céu, e, eu lá estava na sala de cirurgia.
Valeu a pena construir juntos, a base do caráter de nossa filha.
Valeu a pena congratular nossa filha pela sua passagem de juvenil para o livro da vida de uma moça.
Valeu a pena, a chegada de seus 15 anos, sem a necessidade de festas tradicionais, mas com a alegria da saúde, do amor em casa, com a família e com os amigos.
Valeu a pena o esforço máximo para encaminhar a filha para o internato.
Valeu a pena sacrificar e abdicarmos de algumas coisas para socorrer minha mãe e outros parentes na doença.
Valeu a pena ver Amanda formada em um curso superior, com dignidade, dedicação e amor pela escolha feita.
Valeu a pena Alaíde toda sua dedicação para com a gente durante esses 25 anos, em amor, reciprocidade e cumplicidade.
Valeu a pena, nós termos nos separado de maneira definitiva e respeitosa um para o outro.
Vale a pena estar hoje com disposição de continuarmos a caminhada juntos, rumo ao aperfeiçoamento daquilo que Deus colocou diante de nós como desafios.
Vale a pena receber o Wanderson como escolhido de Deus para a filha.
Posso sem sombra alguma dizer:
Vale a pena Alaíde, amar você pelo resto dos meus dias! Robson Silva.


segunda-feira, 7 de maio de 2012


DIA DO TRABALHADOR BRASILEIRO – 2012

O que comemorar?
A vitória da atividade produtiva.

Por que comemorar?
Porque o trabalho lícito é o único meio digno de sobrevivência.

Como comemorar?
Agradecendo a Deus as faculdades, intelectual, moral, espiritual e física para trabalhar.

Perguntas que no decorrer do texto não se calam.

No coração, no bolso e na família de cada trabalhador, certamente há uma ansiedade para dar um norte mais consistente e mais amplo a estas perguntas.
Os tempos se passaram, a democracia tão prometida chegou; e os fogos que festejaram a saída dos militares se apagaram, virando apenas uma história talvez mais triste do que a anterior, por se tratar de uma nova filosofia social.
As promessas de um socialismo humanitário, infelizmente também se apagaram e hoje ainda restam poucas lembranças de um tempo onde o trabalho era algo que realmente dignificava os seres que fizeram e ainda fazem este Brasil.
Qual é o real cenário em que nos encontramos como classe trabalhadora?
Parece estarmos vivendo um paradoxo, para não dizer um momento de terror nacional no que se diz respeito a empregos e desempregos, empregados e trabalhadores.
O que está acontecendo realmente?
Como está o mercado de trabalho? Não parece real o que a mídia coloca em evidência.
Por que tanta gente sem fazer nada e tanta violência nos dias atuais?
Um país onde a educação é tratada como algo sem a prioridade que merece, só pode estar como está.
As grandes empresas tiveram um avanço tecnológico acima da realidade educacional no que tange a mão de obra técnica especializada, por isto trazem gente de fora para trabalhar aqui. Nada contra os de fora, pois somos bons hospitaleiros.
Lembro-me dos tempos do SENAI na antiga ACESITA onde eu tive dois privilégios ainda com apenas 15 anos:
Entrar para o SENAI, ter aulas profissionalizantes por período de quatro horas durante três anos, na parte da manhã e ter à tarde quatro horas de prática dentro da usina siderúrgica já como empregado. Idade? Entre os 15 e 16 anos. Naquele tempo, trabalho era parte essencial da marca que qualificava o caráter do homem para torná-lo um cidadão completo.  O Ministério do Trabalho disponibilizava a carteira de trabalho do menor. Bons tempos! Pouca ou quase nenhuma violência, porque maioria trabalhava desde cedo para ajudar a família! Famílias ajustadas e filhos criados com limites! Afinal, alguém hoje pode com toda sinceridade perguntar: O que são limites? O que é isto que o Robin está se referindo?
Aceito como sinceras as perguntas, pois limites são coisas, que há muito já estão distantes da família brasileira. A educação moderna, com a ajuda da mídia, se incumbiu de destruir as bases fortes da estabilidade social. Tudo hoje é relativo, certo é o que cada um tem na cabeça e faz. Só que os resultados a partir desta premissa de relativismo não tem sido os melhores.
Os psicopedagogos, da educação moderna, em quase maioria, salvo às exceções merecidas, infelizmente compreenderam mal a aplicação da educação corretiva, e afastaram os marcos antigos da ética e da moralidade, para ficarem bem tranquilos com os alunos e famílias destes.
Mas o que dizem os professores quanto ao confronto com marginais nas alas de aulas diariamente?
A falta de compreensão de muitos educadores a respeito da aplicação correta da filosofia construtivista da educação dos tempos modernos, infelizmente, concorreu para que jovens se tornassem “independentes” por demais.
O fato é que grande parte destes jovens preferiu arriscar a construção de suas próprias masmorras, ao invés de optar pela ordenança do trabalho digno e honesto prevista pelo próprio Criador do ser humano, como princípio insofismável de construção de Lares estáveis e equilibrados. A autoridade “serviço” dos pais caducou, e como resultado...
Esta é uma das causas claras que revelam mesas de advogados, promotores e juízes abarrotadas de processos contra jovens que aguardam a maior idade civil para responder por seus precoces crimes.
Pergunto: Se há uma lei que dá o aval para os jovens de 16 anos votarem, por que não uma lei regulamentada de obrigatoriedade do Estado a dar emprego e trabalho a esta turma; e por que não uma lei para julgar os crimes destes “eleitores”?
É até compreensível que o Estado não queira gastar com delinqüentes nos presídios, mas por que não reestruturar a educação integral, onde se combinem estudo e trabalho?
Trabalho é um estilo de vida tão sério que aquele que não trabalha, a menos que comprovada sua imperiosa incapacidade, não deve comer, ou ser pesado direta, ou indiretamente à Família ou à sociedade.
A cultura educativa, de certa forma abalizou a atitude de inverter os valores da família e toda a sociedade está pagando caro o ônus desta fatídica inversão.
Pais estão desesperados com filhos mergulhados nas drogas e nos crimes consequentes, mas a família está preservada do ponto de vista político social.
A cultura Política e Social de nosso Brasil, ao invés de promover a motivação da Educação e Trabalho como forças essenciais da nação motiva com exemplos vivos as Famílias e juventude a explorar o caminho mais fácil como sustento sem trabalho. 
Qual é a verdade, no entanto? A Família carrega sozinha o ônus dos desequilíbrios nela existentes, porque o “social” é apenas uma arma para ganhar o voto dos inconseqüentes.
Cadê o socialismo de distribuição igualitária, prometido pelos esquerdistas das décadas a qual chamaram de repressão militar?  Onde está o pecado de um menor trabalhar sem ser explorado? O que é melhor, um menor no trabalho, ou nas drogas? No crime contra a Família e a sociedade que ainda trabalha, ou nas escolas de qualidade em dois turnos como nos SENAIS das décadas de 60 e 70? Nas cadeias, gastando o dinheiro dos impostos, ou no trabalho honesto e digno? Ou nas ruas sendo sustentados de porta em porta pela própria sociedade e ONG’S?
Com certo direito cultural, pode expressar o jovem de hoje: Por que, e para que trabalhar, se eu posso pagar poucos meses de contribuição previdenciária cometer um crime, e minha família estar segura, recebendo um gordo benefício per capto da Previdência Social que outros pagaram e que hoje estão quase a morrer à míngua com a desvalorizarão do benefício? 
Mas, para que trabalhar cedo, se as regras de aposentadoria não me darão segurança alguma para o futuro sombrio do trabalhador contribuinte?
No dia do trabalhador, todas estas ponderações devem estar no cardápio a ser digerido pela sociedade trabalhadora brasileira.
Os mesmos homens que fomentavam as graves nas décadas passadas, onde salários e outros direitos adicionais eram muito melhores, subiram ao poder.
Muitos deles trabalham contra os trabalhadores levando-os à miséria e às doenças profissionais causadas pelo excesso de trabalho e responsabilidades em cargas horárias que ainda são pesadas para a classe atual, menos resistente do que a mão de obra de outrora.
São as próprias estatísticas do próprio Ministério do Trabalho que detectam e publicam na TV os resultados das doenças profissionais crescentes de agora em número cada vez mais alarmante, e com um agravante:
A previdência Social a cada dia se arma contra a classe trabalhadora, no sentido de minimizar com leis adicionais mais e mais os direitos de afastamentos por doença, e paga os seus peritos e advogados para deixar um trabalhador trabalhando doente até que ele morra no trabalho sem benefício justo.
Reitero: Mas aos bandidos na cadeia, está garantida a sua parte no bolo cujos ingredientes em nada ajudaram. É a TV; a Veja, a Isto É, e os demais canais da mídia que mostram todos os dias esta realidade; não é, no entanto, uma acusação que faço à revelia às respeitáveis instituições.
Graças a Deus que a democracia ainda não cassou os direitos da livre informação na mídia.
Os trabalhadores merecem um abraço em seu dia! Mas merecem mais do que isto: Reconhecimento, respeito, dignidade e aplausos, por continuar fazendo uma nação ainda que com sérios prejuízos e exploração dos SOCIALISTAS que pouco, ou nada fizeram, ou fazem contra o CAPITALISMO que denunciavam antes das diretas já.
Meus sinceros respeitos aos governantes, mas vocês devem muito aos Trabalhadores brasileiros, quer da ativa, aposentados e pensionistas.
Acorda Brasil – 1º de Maio de 2012 - voxdesertum