Lição 11 - 1Trim 2020
Livro de Daniel - Resenha do Robin Silva
"Da Batalha à Vitória com Cristo"
Memorizemos: "Não temas, homem muito amado! Paz seja contigo! Sê forte, sê forte." (Daniel 10:19)
Base contextual da Lição: "Josué 5:3-15; Esdras 4:1-5; Daniel 10:1-21; Romanos 8:37-39; Efésios 6:12; Colossenses 2:15 e Apocalipse 1:12-18."
Posto que o nome Miguel significa ser semelhante a Deus, todas as passagens bíblicas onde se referem a Miguel o ser real a que se refere é o próprio Jesus antes de se revelar a nós como Deus conosco; Cristo o Messias, Jesus Cristo Glorificado. (Confiramos: Jos.5:13-15; Dan.7:13; Dan.8:11; Dan.10:13 e 21; Dan.12:1 e Judas 9)
Além do mais, Cristo pode, e sem precisar pedir licença para mortal algum Se identificar como bem achar melhor em qualquer tempo e circunstância. Ex: Jesus Se identificou como Maravilhoso a Manoá pai de Sansão em Juízes 13, o que é reiterado em Isaías 9 e também Príncipe.
1 - Da Batalha à vitória (Daniel 10:1-21)
O contexto do Conflito em Daniel 10, desenrola-se originando-se de um Povo que não aceitava ser "excluído" da participação na reconstrução do Templo em Jerusalém.
Calma! Não se precipite antes de avaliar a expressão "excluído." A questão é que Satanás desejava usar os Samaritanos como infiltrantes na obra de reconstrução com a finalidade de estorvar e impedir que com o Templo pronto o ritual que que apontava para a vinda do Messias fosse restituído.
Toda oposição feita à Esdras, Neemias e Zorobabel vista no estudo do último trimestre de 2019 teve o propósito destruir a restauração da identidade do Povo de Deus após o fim do Cativeiro Babilônico e desviá-lo da promessa da vinda do Messias.
Daniel era um homem muito amado de Deus. (Dan.10:11 e 19) A questão a ser considerada aqui é: Temos vivido como Daniel, respondendo a tão grande amor?
Estamos dispostos a enfrentar o Grande Conflito como Daniel enfrentou?
Ninguém chega à verdadeira vitória se não for por intermédio de Cristo. (1Coríntios 15:57 e 58)
Daniel 11 oferece detalhes do conflito, mas Daniel 10 revela as dimensões espirituais e a cosmovisão por trás dos bastidores invisíveis aos seres humanos.
Nada devemos recear, pois a mão forte de Deus conduz a História para um final feliz e vitorioso.
2 - Novamente, Oração e Jejum (Daniel 10:1-3)
As cenas de Daniel 10 ocorrem aproximadamente em 536/535 a.C, ano terceiro de Ciro na Medo Pérsia, enquanto Dario governava a Babilônia e a visão se estende até aos capítulos 11 e 12, quando Daniel estava com mais ou menos 90 anos.
A Oração e Jejum de 21 dias (três semanas) - Quem de nós é persistente como Daniel, em um jejum e oração por tempo semelhante diante de conflitos que só tem intensificado e em plena confiança aguarda as respostas de Deus sem aquele espírito de procurar dar um "ajudinha" a Ele? Este é um ponto crucial.
O Jejum nos desintoxica e prepara nossa mente para uma melhor compreensão da vontade de Deus, enquanto a oração nos leva até a Ele.
Favorece ouvirmos melhor a voz de Deus; é um exercício de auto controle; é parte do estilo de vida devocional; limpa a nossa mente; e, é um remédio para a saúde e recomposição do corpo.
Em qualquer circunstância façamos como Daniel e Davi, no aspecto da oração. Por causa do devocional de oração de Jó pelos seus amigos e por sua família, Deus mudou a sorte de Seu servo.
Oremos pelos nossos relacionamentos, e com certeza o mesmo Deus mudará nossos destinos.
O santuário precisava ser reconstruído, e o Diabo usou os Samaritanos para estorvar a Obra de Deus, e assim como ele fez para tentar impedir a Terra de ter o Deus conosco, ele o faz hoje, apara desviar o Povo de Deus da centralidade da Cruz, Ressurreição, Santuário e da Segunda Gloriosa Volta de Cristo.
Devemos comer menos, mas com uma nutrição orientada para não nos desnutrirmos, pois se o Diabo achar brecha, nos levará ao pecado do fanatismo e arruinará nossa vida. Nosso zelo precisa e deve ser um zelo com discernimento.
Atenção! Devemos colocar nossos cinco sentidos ao controle do Espírito Santo em forma de Jejum, Oração e Culto racional (Rom.12:1-2), para que o sucesso seja de Deus e não pelo nosso braço.
3 - Uma Visão do Príncipe (Dan.10:4-9)
Que Príncipe? Ninguém nada menos do Jesus Cristo em Glória. Miguel = Semelhante a Deus, O Príncipe do Povo santo do Senhor.
A resposta do Jejum e Oração fervente de Daniel foi tipo imediata, a partir do momento em que ele se aplicou com sincera humildade diante de Deus, e então, veio a visão de Cristo em Glória. (Dan.10:5 e 6)
Para compreendermos melhor a visão, devemos rever cuidadosamente as visões anteriores, visto que a profecia é progressiva, isto é, se desdobra parte por parte na linha do tempo fazendo a história.
Seria até ótimo vislumbrarmos o Monte da Transfiguração, para compreendermos melhor a realidade do Ser visto por Daniel nesta visão (Mat.17:1-8; Marc.9:2-8 e Luc.9:28-36)
A questão aqui é: Desejamos como Pedro, Tiago e João termos cada um uma Tenda para vivermos eternamente com Jesus Glorificado, ou nosso almejo está só na "prosperidade" desta Terra?
Todo adorno revelado nos trajes e postura de Cristo na visão reporta-nos às vetes Sacerdotais e Sumo Sacerdotais da Ritualística Levítica do Santuário Hebreu:
As vestes de linho branco representando a pureza e santidade de Cristo.
O Ouro a dignidade e a realeza de Cristo
Relâmpago como fogo e bronze revelando um ser sobrenatural e seu senhorio sobre toda criação.
Resultado: Diante de tanta Glória Daniel perdeu os sentidos vitais por algum tempo.
4 - Tocado por um Anjo (Dan.10:10-19)
Primeiro Toque: Viajemos neste detalhe da visão um pouco, porque vale a pena. Estávamos mortos, mas Cristo nos tirou das trevas para Sua Maravilhosa luz e nos colocou de Pé. "Isto é Justificação" Deus ouve as nossas orações e aceita o Jejum, e isto não deve ser uma troca.
Segundo Toque: Agora em pé, Ele nos habilita a falar - Por que? Ele quer que nos derramemos diante dEle em humildade de coração e mente e entregar-Lhe nossas angústias e toda mala de peso que carregamos; então é nesta comunicação que Ele nos transfere no dia a dia Seu caráter até que sejamos semelhantes a Ele. "Isto é Santificação"
Terceiro Toque: O terceiro toque de Cristo, ainda que não o percebamos visivelmente, é para nos fortalecer assim como o foi com o profeta Daniel, e assim nos preparar para que em breve O Vejamos Face a Face em Sua Glória.
Se estamos como mortos Ele nos coloca de pé.
Se estamos mudos Ele nos deixa falar.
Se estamos fracos e sem vigor Ele nos fortalece. (Confiramos Isaías 40:29-31)
5 - Um Grande Conflito (10:20 e 21)
Uma Oração e Jejum sinceros provocam com certeza uma Batalha espiritual entre o Céu e a Terra. Daniel apenas tinha começado a orar e deu início uma terrível batalha entre a hoste celestial e a hoste da terra movida por Satanás.
Não tenhamos dúvidas de que todos os que estão em busca de agradar e servir as Deus e ao próximo estão envolvidos na batalha cósmica do Bem contra o mal.
Por trás da figura de Reis humanos está a real presença de Satanás e sua hoste, para impedir a qualquer custo a Obra e Missão de Deus entregue a nós para executar; mas Deus colocou e mantem Seus Anjos para nos dar suporte, assim como fez com Daniel, e a despeito de quaisquer oposições, Deus dá a vitória a Seu Povo.
O que nos falta? Iniciemos um estilo de vida de Oração e Jejum como Daniel, e então, Deus quebrará as barreiras compungindo corações à Ele e quebrando os grilhões dos que forem aleivosamente resistentes e insensíveis por escolha pessoal.
6 - Um Príncipe Vitorioso (Jos. 5:13-15; Dan.7:13; 8:11; 10:13; 12:1; Judas 9 e Apoc 12:7-9;
Compreendamos muito mais, que acima dos significados dos símbolos e nomes que aparecem nas Escrituras para designar o personagem Cristo, a vitória mais importante contra Satanás e sua hoste foi travada e ganha na cruz do calvário, e reiterada ao terceiro dia com Cristo saindo corporalmente ressuscitado da tumba vitorioso para vencer conosco todas as batalhas até que toda trama das consequências do pecado seja por fim desfeita por Ele.
É este o significado de Suas palavras "Eis que estou com vocês, todos os dias até à consumação dos séculos.
7 - Sintetizando a Lição 11 de Daniel 10:1-21
1 - A Vitória que vence o mundo com todos os seus conflitos, vem de nos aplicarmos (Daniel 10:11 e 12) humildemente à oração, jejum e dependência sincera de Deus. "Isto é Fé e Confiança em ação."
2 - A Batalha não é nossa, pois é Jesus quem peleja por nós.
3 - Daniel jejuou e orou 21 dias consecutivos em favor do Povo de Deus e da Reconstrução do Templo.
4 - Daniel teve uma visão de um Homem vestido de linho, e este Homem era O Próprio Jesus em Glória.
5 - Daniel nos mostra no capítulo 10, que estamos em um Grande Conflito, e que não existe meio termo quanto a escolhermos de que lado estamos.
6 - Nossa maior e mais intensa batalha não é contra os inimigos de carne e osso, mas contra os principados e potestades, contra os dominadores desse mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais. (Efes.6:12)
7 - Embora às vezes tenhamos receio de perder a batalha, Jesus está sempre a postos como Grande Guerreiro Miguel; para nos dar a certeza da Vitória. Tudo que nos assombra Jesus resolve, e quem com Ele está e permanece com Ele já é um vencedor. (Salmos 20:7 e 8; Salmos 118:8 e Rom.8:37-39)
Desejando ampliar o conhecimento sobre a Lição click no link:
https://youtu.be/d9PiOz_MBcU
Um Feliz e abençoado Sábado para você e família. Robin Silva.
sexta-feira, 13 de março de 2020
quinta-feira, 5 de março de 2020
Lição 10 - 1 Trm 2020 - Livro de Daniel - Capítulo 9 - Da Confissão à Consolação - Resenha do Robin Silva

Lição 10 – 1Trm. 2020 - Livro de Daniel - Capítulo 9
Da Confissão à Consolação - Resenha do Robin Silva
Memorizemos: "Ó Senhor, perdoa, ó Senhor, atende-nos e age;
não Te retardes, por amor de Ti mesmo, ó Deus meu; porque a Tua Cidade e o Teu
Povo são chamados pelo Teu nome." (Daniel 9:19)
Embasamento contextual da Lição: "2Reis 19:15-19; Jeremias
25:11 e 12; Jeremias 29:10; Daniel 9 Todo o capítulo."
Considerações úteis
O que fazemos nós, quando estamos aflitos e em dificuldades?
Apelamos para os "deuses," os "sábios," os “astrólogos,” os feiticeiros e
os “necromantes” de Babilônia, ou nos curvamos humildemente diante de Cristo
Ressurreto em busca do auxílio seguro?
O que aprendemos com as expressões de Daniel diante de Deus, ouve,
perdoa, atende-nos, e age por amor do Teu Santo nome em auxílio ao Teu Povo e
Tua Cidade?
Sem este conhecimento, pouco significado terá para nós a compreensão
da profecia de Daniel 8:14 e suas implicações em toda história.
Embora seja importantíssimo compreendermos a questão da Profecia
das 2300 tardes e manhãs ou 2300 dias proféticos = a 2300 anos na linha do tempo
na história, a Oração de Daniel é fundamental para todo e qualquer contexto de
vida do Povo de Deus na Terra.
Uma boa forma é tentarmos entrar nesta oração e separar 7 minutos
divididos em 7 passos para ajustarmos nossa vida e refinar nosso caráter à
mesma compreensão do profeta. "Isto é entrar e fazer parte vívida da
história."
Da confissão à consolação (Daniel 9:1-27)
A Oração entre nós e Deus é um contato seguro e direto com Ele em
canal aberto 24 h sem pagamento de taxas, boletos ou qualquer forma de
quitação, mas nossa amnésia em nos contatar com Deus, talvez seja pelo
fato de ser gratuito este contato, visto que o Consumismo secularizado nos ensinou
a pagar por tudo, nos induzindo a viver sob nossa própria justiça e nos
gloriarmos por todas as nossas consecuções. Assim o Diabo nos afasta de Deus.
Orar a Deus é o mesmo que falar em segredo aos ouvidos de nossos
melhores amigos. Que nível de amizade estamos cultivando com Deus através da
oração contínua e diária como Daniel?
A Oração era a base da vida, caráter e relacionamento de Daniel
com Deus, e devemos considerar que com pouquíssimas exceções estamos em maioria
muito longe de Deus no tocante à Oração.
Que tal um Treinamento de uma Oração em 7 minutos, ou 7 passos de
1 minuto, para desenvolvermos o estilo de vida de Oração?
A Centralidade das Escrituras (Daniel 9:1-2)
Daniel teve duas visões muito fortes e acabou ficando muito
confuso com tanta informação. Será que o volume de informações de nosso
"agora" tem trazido dificuldades com a verdadeira compreensão das
informações que Deus quer misericordiosamente nos oferecer? Não seria este
estudo uma chance para estabelecermos a essencialidade de nossa relação com
Deus?
Investigando atentamente a centralidade das Escrituras
Daniel se deu conta de que realmente precisava compreender o significado do
verso 14 do Capítulo 8. As 2300 tardes e manhãs.
Um apelo sincero e contrito à Misericórdia e Graça de Deus (Daniel
9:3-19)
A base teológica de Daniel era a justiça e misericórdia de Deus
confrontadas com a miserável condição de pecados do Povo de Israel que haviam
deixado a obediência à Aliança do Deus Altíssimo conforme definida por Deus e
ensinada por Moisés.
O Valor da Intercessão (Daniel 9:5-13)
Devemos considerar na Oração de Daniel que embora Moisés e Daniel
se configurem como exímios intercessores, eles, movidos pela Graça e poder do
Espírito Santo imitaram Jesus nosso impecável intercessor. (João 17)
É incrível a postura de Daniel se portar diante de Deus e do Povo
como pecador comum, embora talvez tivesse consciência que como Profeta
estivesse até em alta diante do Altíssimo. "O nome desta postura é
HUMILDADE VERDADEIRA." Ele sabia que era suscetível às quedas como qualquer
ser de carne e osso.
Jamais pensemos que pelo fato de estarmos diante da
responsabilidade de liderança estamos acima de quem quer que seja dos que estão
abaixo de nós na hierarquia da Organização; mas infelizmente existem alguns que
se acham "menos pecadores" que os demais.
Nosso Modelo, [Jesus Cristo] se humilhou até à morte, e morte de
cruz, (Filipenses 2:8) para que no tempo certo exalte Seu Povo. Que tal cada um de nós seguir
este exemplo de humildade?
A Obra do Messias (Daniel 9:21-27)
No ápice da oração de confissão e arrependimento Deus abre os
celeiros do Céu e, é revelado a Daniel o Seu amado os detalhes da profecia que
ele não compreendera antes.
Daniel! As setenta semanas de anos são os 490 anos de graça
cortados [separados] dentro do período dos 2300 anos que dei ao Meu povo Israel
para cumprir todos os meus desígnios diante dos povos como antecipei para
Abraão.
Nesse período Jesus O Messias, aos 30 anos, conforme a lei
levítica apareceria e seria ungido pelo Espírito Santo e [batizado] por João
Batista para realizar Sua Missão:
1 - Fazer cessar a transgressão - Leia e entenda: Prov. 28:24 e
Ezeq 2:3, referente à situação pecaminosa do Povo de Deus, mas Jesus resolve no
Calvário em favor de seu povo "arrependido" esta questão.
2 - Dar fim aos pecados – (Miq.7:19) Significa que Jesus tem
perdão disponível a todo pecador que arrependido confessa e deixa o pecado (Prov.28:13) e
Ele ainda nos assessora para não cairmos. (1Coríntios 10:13)
3 - Expiar a iniquidade - Jesus veio para reconciliar consigo
todos nós na Terra e também nos Céus (Col.1:20)
4 - Trazer Justiça Eterna - Cristo Se tornou Justiça nossa (Jer.
23:5-6 e 33:15-16) ao decidir pagar a justiça pela transgressão da Lei [por ser
impossível mudá-la] Sofrendo a injustiça em Si pelos nossos pecados Ele nos dá
o privilégio de sermos considerados justos. (Rom.5:1-2) "Isto é
GRAÇA!"
5 - Selar a Visão e a Profecia - Quando Cristo Se ofereceu em
Sacrifício na cruz as profecias do Antigo Testamento se cumpriram, isto é,
foram definitivamente seladas.
6 - Ungir o Santo dos santos - Jesus no lugar santíssimo inaugurou
Sua Sumo Sacerdotal Intercessão no Santuário Celestial (Hebr. 8:1) aplicando continuamente os
benefícios salvíficos de Seu próprio sangue ao Seu Povo. "Isto é Intercessão."
Calendário Profético - (Daniel 9:24-27)
Cremos fielmente que podemos calcular o tempo de cumprimento exato
da Profecia com base no princípio dia/ano revelado em Números 14:34 e Ezequiel
4:6-7; o que usamos aqui para toda profecia dos 2300 anos e seus desdobramentos dentro dela.
A Oração de Daniel mexe com todo o contexto da profecia das 2300
tardes e manhãs, e Deus revela através do Anjo Gabriel os detalhes do maior e
mais importante período Profético/Histórico das Sagradas Escrituras: Os 2300
anos que começaram em 457 a.C e foram até 1844 d.C.
O Anjo revelou a Daniel: Na primeira semana profética das setenta
semanas, Deus restabeleceu a hegemonia de Seu Povo em Jerusalém no pós Cativeiro Babilônico, o que aconteceu em tempos difíceis, mas concluído em 49
anos.
Seguindo-se mais 62 semanas de anos chegamos ao Messias seu
batismo e unção Ministerial terrena, autenticada pelo Espirito Santo ao sair
das águas batismais. 49 anos + 434 = 483 anos + 1/2 da última semana 3 a e 1/2
(ano 31) quando Jesus morre na cruz = 486 a e 1/2 + 1/2 semana 3 a e 1/2 nos
levam ao ano 34 d.C com a morte de Estevão. Total de 490 anos separados
"cortados" para a supremacia do Povo de Israel. e fim de sua
hegemonia.
Tomando-se os 2300 anos da profecia total, então temos: 2300 - 490 =
1810 anos faltando para o cumprimento total da profecia; logo; 490 + 1810 =
2300 anos, ou seja: Ano 34 + 1810 anos nos levam à 1844 fim da profecia de 2300
anos. Inicio do Juízo/Purificação do Santuário.
Conclusão da Lição - (Daniel 9:1-27)
Os sete passos para uma Oração em sete minutos na ordem abaixo:
1 - Louvemos, exaltemos e glorifiquemos a Deus em primeiro
lugar; isto é conservar Deus em primeiro lugar. (Mat.6:33) Exemplos Josafá e
Ezequias. Isto é fazer como fez João Batista. (João 3:30). “Isto é exaltar a
Deus!”
2 - Agradeçamos a Deus por tudo, desde o fato do acordar pela
manhã até retornarmos ao leito para o descanso da luta diária. Infelizmente, muitos
se levantam como um cavalo pela manhã e quando retornam ao leito se ditam como
um burro.
3 - É insubstituível o exercício da confissão dos
pecados pessoais e dos que estão sob nossa lista de oração, implorar a Deus Seu
perdão, pois é nosso esquecimento que nos leva afundar cada vez mais. Daniel
listou todos os pecados em sua oração.
4 - Peçamos orientação a Deus - Se esbarrados em qualquer coisa,
ou com algo difícil, não sejamos precipitados, (Pv.19:2) busquemos a sabedoria
de Deus para continuarmos a jornada. Nunca andemos sem sabermos para onde
vamos; Deus está pronto para nos revelar de alguma forma o caminho seguro.
(Isa. 30:21)
5 - Pedir a Intercessão a Deus - Daniel, a exemplo de Ezequias e
Josafá provou-se ser um exímio intercessor para si e para o Povo de Deus. Assim
devemos fazer para nós e para os que estão ao nosso redor, até mesmo sem que
nos peçam.
6 - Orar por nós mesmos especificamente - Agora sim, após dar
socorro ao próximo é a vez de nos desmontar diante de Cristo por todos os
nossos sonhos e projetos, mas façamos crendo em Nosso Amigo com o qual falamos.
7 - O Silêncio - Não é por muito falar que seremos ouvidos, mas
pela forma como falamos. Ficar em silêncio um minuto após a oração é muito
importante, para aguardar as impressões das repostas de Deus. Deixemos Deus
falar! Com certeza vai fazer sentirmos AMADOS por Ele, assim como revelou a Daniel.
A Lição do Capítulo 9 de Daniel pode ser assim sintetizada:
Estamos nos aproximando cada vez mais do final dos dias, e
precisamos mais do que nunca estudar a Palavra de Deus e vivermos de acordo com
ela.
Só, e somente as Escrituras Sagradas podem nos apresentar uma
explicação mais veraz do mundo em que vivemos.
Oremos mais e com toda confiança como Enoque, Elias, Eliseu,
Ezequias, Josafá e Daniel, e tenhamos Deus como nosso melhor e mais fiel AMIGO.
O exercício da contínua oração nos ajudará a permanecermos fiéis
diante das dificuldades do último tempo de angústia que se aproxima.
Assim, não nos arrependeremos deste exercício e estaremos fortes
para não nos rendermos aos últimos enganos.
1 - Louvemos a Deus!
2 - Agradeçamos a Deus!
3 - Confessemos e peçamos perdão a Deus!
4 - Peçamos orientação a Deus antes de tudo!
5 - Peçamos e creiamos na Intercessão de Cristo!
6 - Oremos por nós mesmos!
7 - Fiquemos em silêncio para ouvirmos as respostas de Deus!
Nota: Para melhor compreensão da Lição abra o link e assista o Vídeo:
https://youtu.be/sP0BP-Ue-c4
Nota: Para melhor compreensão da Lição abra o link e assista o Vídeo:
https://youtu.be/sP0BP-Ue-c4
Um feliz e abençoado Sábado a você que recebe esta Lição. (Robin)
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020
Lição 09 - Livro de Daniel - Capítulo 08 - Da Contaminação à Purificação - Resenha de Robson Silva
Lição 09 - Livro de Daniel Capítulo 08
Da Contaminação à Purificação
Resenha de Robson Silva
Vamos memorizar? "E o Anjo me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e O santuário será purificado. (Daniel 8:14) [Restaurada seria a verdade]
Suporte Bíblico: "Gênesis 11:4; Levítico capítulo 16; Daniel capítulo 8:1-27 e Hebreus 9:23-28."
Nota Importante: Eu peço favor que você ao receber esta lição reserve tempo para ver e ouvir o cuidadoso Irmão Thiago Helker parte 1 e 2 nos links sugeridos no final deste breve comentário. (Obrigado)
Devemos manter em mente que o foco da visão do Profeta Daniel no capítulo 8 é a purificação do Santuário e suas implicações. (Verso 14)
Deus deu orientações exatas a Seu Povo quanto ao estabelecer um Santuário cópia do modelo do Santuário Celestial, e isto não foi por acaso. Toda Ritualística imergida naquele banho de sangue foi para firmar a consciência de Seu Povo no Plano da Redenção e levá-lo a olhar para a Cruz do Calvário e para o Sacrifício de Cristo, "a única forma de vencer o pecado e transformar a vida de qualquer pecador sem exceção alguma."
A progressão histórica da profecia continua a partir agora do Carneiro e do Bode. O primeiro confirmando a saga do Império Medo-Persa e sua queda; o segundo abrindo e revelando as conquistas do Império Grego-Macedônio sob o pulso forte de Alexandre "O Grande" e seu exército.
Ao invés de 4 metais e barro mostrados no Capítulo 2 e os 4 animais no Capítulo 7, agora são dois animais que mostram um paralelo com o dia da Expiação (Lev.16) mostrando claramente que sem derramamento de sangue e sem a presença do Cordeiro o mundo continuaria sujo e sem solução para a problemática do pecado que nós enfrentamos como pecadores.
Toda compreensão do Capítulo 8 então, se desenvolve no pano de fundo da ascensão queda do Império Medo-Persa, conquista, ascensão, divisão e enfim, a queda do Império Grego-Macedônio efetivada pelo Império Romano, mas enfatizando aqui a saga do poder do Chifre Pequeno como em Daniel 7.
A despeito das conquistas, ascensões e quedas de reinos sob quaisquer de seus aspectos e formas didáticas e realmente concretas, podemos estar seguros, baseados nos próprios resultados da História, que Cristo comanda todas as práticas humanas e sai vitorioso com Seu Povo.
Ao passo que Daniel 7 focaliza o Tribunal Divino no Juízo Celestial, Daniel 8 focaliza a restauração da verdade no Santuário Celestial e o término da Obra do Evangelho Eterno na Terra com as três mensagens de Apocalipse 14:6-12.
Carneiro e Bode, representando poderes e reinos terrestres assim como foi com a soberana Babilônia, aparecem, crescem e caem como pedras de um grande dominó, para que se confirme que Deus é Soberano e assim sejamos confortados pela segurança e Esperança nAquele que tudo sabe, vê, ouve e pode resolver a demanda entre o Bem e o Mal.
Em todos os tempos houve apostasia e rebelião contra Deus, (Gênesis 11:4) mas Este resolveu deixar que as consequências do pecado cheguem ao seu ápice, para que Seu nome e caráter sejam finalmente vitoriosos.
O Chifre pequeno é o Anticristo desde os tempos de sua supremacia [538-1798 d.C] que aparece em todas as citações bíblicas sob as mais diversas formas didáticas como inimigo de Deus e Seu Povo.
A quebra temporária de sua hegemonia [1798-1929] é prova de Deus nunca dorme como Guarda Fiel de Seu povo, mas a restauração deste Sistema Impio e profano não deve nos trazer receio algum, pois afinal, Babilônia Espiritual está prestes a ser derrubada diante de todo o Universo que vigia atentamente as cenas de toda desgraça que o pecado causou e que chegará no ápice através dela como nos dias de Belsasar.
Daniel 7 e Daniel 8 são a mesma coisa, ou seja Juízo celestial, Expiação, ou Purificação do Santuário, onde os pecados "simbolicamente" transferidos para os Santuários devem a seu tempo ser removidos da história do povo de Deus e da História celestial.
Deus deu esta profecia Daniel no cômputo profético [2300 tardes e manhãs = 2300 anos literais]. Eis aqui a maior e mais importante profecia de tempo da Bíblia, revelando que "depois" de todas as peripécias do Chifre Pequeno Deus restauraria a verdade, o caráter de Seu Povo e Seu próprio caráter de Amor e Misericórdia diante do universo.
A Conclusão do Capítulo 8 é desenvolvida desta forma:
O Carneiro representando o Império Medo-Persa e suas conquistas.
O Bode representando o Império Grego Macedônio quebrando os Medo-Persas e as velozes conquistas de Alexandre o Grande, que com apenas 25 anos de hegemonia conquistou para a Grécia o Mundo da época, mas morreu em seus tenros 33 anos.
Dos quatro generais do grande Alexandre [Cassandro, Lisímaco, Pitolomeu e Selêuco] que avançaram nas conquistas até a final chegada do domínio Romano em 168 a.C, apenas dois generais [Pitolomeu e Seleuco] chegaram ao fim com seus descendentes que enfim fizeram a transição do Império Grego para o Império Romano, de onde realmente originou o Sistema e Poder do Chifre Pequeno, [A Hegemonia Papal] que até hoje é a cabeça da Igreja Católica no Estado Oficial do Vaticano ainda em fase de restauração da ferida. (Apocalipse 13:3)
É da Realeza dos Selêucidas que apareceu o famoso Antíoco Epifânio, [Álibi] dos preteristas como Chifre Pequeno, facilitando assim a hermenêutica Católica vendida aos Evangélicos, que desviam do Poder Papal seu papel no cumprimento da Profecia como sendo o verdadeiro Chifre Pequeno, o que nunca se enquadrará, porque a Profecia está clara para se cumprir no Tempo do Fim, isto é, após o ano de 1798.
Daniel 8 revela todas a peripécias do Chifre Pequeno que sempre buscou obscurecer a Obra Mediadora de nosso Sumo Sacerdote Jesus Cristo na Terra e no Céu, mesmo que tenha custado e ainda custe a vida de milhões que decidam contrariar seus propósitos.
Jamais devemos buscar lutar sozinhos em favor de nossa Salvação, Santificação e Glorificação, pois assim o fazendo estamos assumindo o lugar que só e unicamente pertence a Cristo Homem, nosso ÚNICO MEIO de INTERCESSÃO entre ELE e O PAI.
Nota: Na próxima Lição [10] vamos ser esclarecidos sobre o significado real do tempo 2300 tardes e manhãs no cômputo profético e tudo que nesse tempo aconteceu, acontece e está para acontecer até o Fim do Tempo; exatamente o que o Anjo deixou para explicar Daniel depois da visão deste capítulo 8.
O Apelo é: Aceitemos Jesus como nosso ÚNICO SALVADOR E SENHOR, e que nada e ninguém ocupe o lugar que é dEle em nossa vida!
É assim que podemos quebrar a sinistra Obra do Chifre Pequeno.
Um Feliz e abençoado Sábado para você. Robin Silva.
https://youtu.be/t-AE88kj4M4 Parte 01
https://youtu.be/pAnmkPl0Odc Parte 02
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020
Lição 08 - Livro de Daniel Cap. 07 - Do Mar Tempestuoso às Nuvens do Céu - Resenha do Robin
Lição 08 - Livro de Daniel Cap. 07
Resenha do Robin
"Do Mar Tempestuoso às Nuvens do Céu"
Memorizemos: "O reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo Céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; e o Seu reino será eterno, e todos os domínios O servirão e Lhe obedecerão" (Daniel 7:27)
Suporte Bíblico de contextualização: "Daniel 7:1-28; Marcos 13:26; Lucas 9:26; Lucas 12:8; Romanos 8:1; 2 Tessalonicenses 2:1-12 e 1 Timóteo 2:5"
1 - Do Mar Tempestuoso às nuvens do Céu (Daniel 7:1-28)
Quatro imagens bíblicas de figuras "semelhantes" a animais que de certa forma distorcem o plano da Criação.
Impuros e Híbridos, revelando a violação da ordem da Criação.
Descritos como exercendo domínio no lugar de Deus e de Seu Plano de domínio para toda obra criada.
Com a Segunda Vinda de Jesus em glória o domínio é devolvido, isto é, tudo que Adão perdeu para Satanás (Jó 1:6 e 2:1, 2) no Jardim do Éden, Jesus recupera no Juízo Celestial.
Esta visão de Daniel fala de Criação, Queda e Redenção.
Este sonho/visão em Daniel 7 tem um paralelo direto com o discernimento que Deus deu a Daniel ao sonho de Nabucodonosor em Daniel 2, só que ampliando detalhes de cada reino, isto é, à medida que a história avança o plano profético progride em detalhes na Linha do Tempo.
2 - Os quatro animais de Daniel 7
Por incrível que se nos possa parecer, os símbolos semelhantes a animais são de animais impuros de acordo com a classificação que Deus deu às espécies.
Símbolos das nações pagãs. Interessante não é? O que isto revela?
Exatamente o domínio do pecado por quatro reinos a partir da grande Babilônia.
O Leão alado: Representação clara do domínio da grande Babilônia da dinastia de Nabucodonosor como império pagão - Havia imagens e gravuras de leões em toda Babilônia.
Realmente a Babilônia alcançou voos altos como se tivesse asas como as da águia. Até nisto contraria Isaías 40:31 em sua aplicação.
O Urso com um lado mais alto do que o outro: Representa e comprova que Babilônia enfim caiu mesmo, abrindo o espaço para o Império Medo-Persa, onde os presas tinham supremacia sobre os Medos, mas que juntos quebraram a hegemonia da Lídia, Babilônia e do Egito, isto é representado pelas três costelas na boca do urso.
O Leopardo e suas quatro asas: Aparece no curso da profecia cumprindo o desígnio da profecia, indicando que Alexandre "O Grande," com apenas 25 anos de idade não só conquistaria a Média e a Pérsia, mas as asas revelando a velocidade de suas conquistas no mundo na época.
O fato de serem quatro asas, revela a história que Alexandre, apesar de não deixar familiar algum como sucessor, seus quatro Generais, Cassandro, Lisímaco, Seleuco e Pitolomeu continuariam o Império Greco-Macedônio até que o Império Romano lhes quebrasse o poder com as pernas de ferro.
O Animal Terrível e Espantoso: Enfim, chegou o tempo de o Império de ferro usurpar o poder para esmiuçar e quebrar todos os seus opositores com as penas e pés de ferro. Chegaria a vez do Império Romano pagão e Papal.
Os Dez Chifres: Para este quarto animal, de tão voraz que deveria ser, não se apresentou um paralelo para ele no reino animal. "Uma verdadeira aberração" em termos de aparência a considerar seu papel no mundo da época.
Dez Chifres: Dez reinos que por fim invadiram e enfraqueceram o Império Romano. Isto nos diz que podemos estar seguros, que Deus está e continuará no controle da História e da vida humana "até que" a Pedra caia definitivamente aos pés dos reinos desta Terra e o Reino do Senhor Jesus, Rei dos "reis" e Senhor dos "senhores" seja eterno.
3 - O Chifre Pequeno [O Sistema Papal] e sua insolência: (Daniel 7:7, 8, 19-25)
Em 531 o bispo de Roma é oficialmente intitulado "o Papa" o cabeça da Igreja de Roma, contrariando assim Efésios 5:23.
A Europa é o resultado histórico/profético da divisão do Império Romano, correspondente aos dez chifres.
Este chega já arrancando três chifres, isto é, precisava de exterminar com os empecilhos (Os Vândalos, os Hérulos e os Ostrogodos em 538 d.C) de seus propósitos.
Que propósitos?
Proferiria palavras contra o Altíssimo
Destruiria os santos do Altíssimo
Cuidaria de mudar os tempos e a Lei de Deus. (A mudança do Sábado para o Domingo e do calendário) Daniel 7:25.
Esta supremacia de Roma Papal Deus permitiu se estender por 1260 anos [538 - 1798 d.C=um tempo, dois tempos e metade de um tempo no cômputo profético] Este foi o maior tempo de martírio de cristãos que se opunham contra a contrafação religiosa da Igreja Romana no Sistema Papal.
O poder que se estende de Roma Pagã até à Segunda Vinda de Jesus é o poder da I.C.A.R, que se recupera da ferida mortal a partir de 11 de fevereiro de 1929 (Concílio de Latrão) até que se cumpra toda profecia de Apocalipse 13.
Tudo que se entende por palavras contra O Altíssimo está na insolente arrogância blásfema de "criar" um "deus" em seus sacrifícios diários nos altares, o que obscurece por completo o discernimento humano sobre a Verdadeira Obra Intercessória de Cristo nosso Sumo Sacerdote no Lugar Santíssimo do Santuário celestial.
Rui Barbosa, em seu livro O Papa e o Concílio Vol. 1. pág. 113, usando o codinome "Janus" escreveu sobre o Endeusamento idolátrico de Roma sobre especificamente o que significa "proferir palavras contra o Altíssimo." O lançar sombras sobre o Ministério Intercessório de Cristo além de estabelecer qualquer outro meio de intercessão que não seja o de Cristo.
4 - O Tribunal se assentou no Céu (Daniel 7:13, 14, 21, 22, 26 e 27)
Daniel viu a dimensão cósmica do Juízo que afeta o poder do Chifre Pequeno (O sistema Papal) como também os Santos do Altíssimo que afinal receberão o reino.
Deus estabeleceu um Juízo no Céu para condenar o poder do Chifre Pequeno e ao mesmo tempo reclamar os Santos para Si, logo, esse Juízo é a favor do povo fiel a Deus de todos os tempos [O Trigo]. Este Juízo ocorre após 1798; isto é, antes da Segunda Vinda de Cristo em Glória.
A sequência é:
Período do Chifre Pequeno [538-1798 d.C]
Juízo celestial
Reino eterno de Deus com a Volta de Cristo
Deus dará a Seu Povo o Reino e o domínio que no Éden Satanás usurpou de nossos primeiros pais. Quem é salvo pela Graça de Cristo não precisa recear o Julgamento, pois sendo Cristo por nós, quem será contra nós? (Romanos. 8:31)
5 - A vinda do Filho do Homem (Daniel 7:13; Mc. 13:26; Mat. 8:20; 9:6; Luc. 9:26 e 12:8)
Um Ser divino humano desempenha uma função ativa no Juízo. É Jesus entrando em cena no Juízo Pré advento no julgamento do poder do Chifre Pequeno. Afinal, Jesus se fez carne e habitou entre nós e jamais nos deixará. (João 1:14)
Ele entra em cena por causa da corrupção contra a Adoração e da compulsiva transgressão da Santa, Boa e Justa Lei de Deus.
Alguns vêm esta imagem com sendo a Segunda Vinda de Jesus.
No entanto, Daniel vê o Filho do Homem Se movimentando de um lugar pra outro, ou seja, do lugar Santo para o Lugar Santíssimo.
Isto nos reporta com certeza ao Serviço típico do Santuário Terrestre, quando o Sumo Sacerdote, envolvido na fumaça do incenso entrava no Lugar Santíssimo no Dia da Expiação para purificação do santuário e absolvição do Povo de Israel. (Levítico 16)
O Juízo Celestial provará que todo cerimonial forçado e distorcido do Chifre Pequeno foi contra o Verdadeiro Sumo Sacerdócio de Cristo, minimizando Sua mediação (1Timóteo 2:5) pela humanidade perdida, em troca da prática da mística e pagã interseção dos substitutos de Cristo.
6 - Os santos do Altíssimo (Daniel 7;18, 21, 22, 25 e 27)
Todo povo de Deus, mesmo que perseguido receberá de Cristo o Reino. (1Coríntios 15:57)
No tempo de Supremacia do Chifre Pequeno, o sangue dos mártires extintos por Ele, serviu de semente para que hoje estivéssemos aqui como remanescente, e não tenhamos receio, pois é Cristo que está no controle do tempo, da História e de nossas vidas.
O propósito do Juízo Pré advento é revelar quem é de Deus e quem não é Dele; logo, tendo a Jesus como nosso Salvador e Senhor, indubitavelmente seremos absolvidos.
Primeiro; Condenar plenamente o Chifre Pequeno por todas as suas ações sanguinárias e blásfemas.
Segundo; Aplicar todos os benefícios salvíficos de Cristo na Cruz do Calvário aos Seus remidos.
7 - Conclusões finais de Daniel 7
Jesus é o Advogado para todos os que nEle confiam e Lhe entregam o coração.
Com a derrota das Tribos Bárbaras o Bispo de Roma aproveitou a deixa e se estabeleceu em Roma a partir de 538 d.C, vindo então, à existência o Sistema Papal.
Veio então a afirmação de que o Papa passou a então, ser o Vigário de Cristo na Terra, e doutrinas como Purgatório, Penitências, Indulgências, Confissão auricular, Intercessão dos santos, e outras como a mudança do Sábado para o domingo.
Cristo defende nossa causa contra o grande acusador, com os argumentos do Calvário, mediante Sua perfeita obediência imputada a nós por Sua Graça Salvadora.
Enfim, Cristo diz a Satanás: O senhor te repreenda, ó Satanás. Estes são os que foram comprados com Meu sangue, tições tirados do fogo. (Zac. 3:2) E aos que nEle descansam em fé, Ele dá a certeza: Eis que tenho feito com que passe de ti a tua iniquidade e te vestirei de vestidos novos. (Zac. 3:4) (Profetas e Reis pág. 586, 587.)
Síntese da Lição 8 - Livro de Daniel Capítulo 07 - A Visão dos quatro animais - Do Mar Tempestuoso às Nuvens do Céu - Daniel 7:1-28
O verso 25 de Daniel 7 é a informação crucial sobre os atributos do Poder do Chifre Pequeno ao assumir o lugar de Deus como se fosse o próprio Deus na Terra. Eis o maior opróbrio de um ser criado contra Cristo.
Cada animal representa os Reinos da História em paralelo com as informações da estátua do capítulo 2.
O Chifre Pequeno, [o Poder Papal] por 1260 anos perturbou o Povo de Deus. [538-1798 d.C]
O filho do Homem é Jesus nosso Sumo Sacerdote intercedendo por nós no Juízo no Santuário Celestial, logo, nada temos a recear.
Deus controla toda História na Linha do tempo de nossa existência na Terra, e dEle é O Poder.
Permaneçamos firmes até o retorno do Salvador e Senhor Jesus, a despeito das perseguições, pois os perseguidores serão destruídos!
Perseveremos até o fim, porque afinal nossa libertação está muito mais próxima do que quando n princípio cremos. (Apoc. 3:11)
Afinal, todos os remidos receberão para sempre o Reino que Cristo foi preparar para os santos do Altíssimo, isto é, para Seu povo Fiel. (João 14:1-3)
Um Feliz e abençoado Sábado! Robin Silva.
Resenha do Robin
"Do Mar Tempestuoso às Nuvens do Céu"
Memorizemos: "O reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo Céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; e o Seu reino será eterno, e todos os domínios O servirão e Lhe obedecerão" (Daniel 7:27)
Suporte Bíblico de contextualização: "Daniel 7:1-28; Marcos 13:26; Lucas 9:26; Lucas 12:8; Romanos 8:1; 2 Tessalonicenses 2:1-12 e 1 Timóteo 2:5"
1 - Do Mar Tempestuoso às nuvens do Céu (Daniel 7:1-28)
Quatro imagens bíblicas de figuras "semelhantes" a animais que de certa forma distorcem o plano da Criação.
Impuros e Híbridos, revelando a violação da ordem da Criação.
Descritos como exercendo domínio no lugar de Deus e de Seu Plano de domínio para toda obra criada.
Com a Segunda Vinda de Jesus em glória o domínio é devolvido, isto é, tudo que Adão perdeu para Satanás (Jó 1:6 e 2:1, 2) no Jardim do Éden, Jesus recupera no Juízo Celestial.
Esta visão de Daniel fala de Criação, Queda e Redenção.
Este sonho/visão em Daniel 7 tem um paralelo direto com o discernimento que Deus deu a Daniel ao sonho de Nabucodonosor em Daniel 2, só que ampliando detalhes de cada reino, isto é, à medida que a história avança o plano profético progride em detalhes na Linha do Tempo.
2 - Os quatro animais de Daniel 7
Por incrível que se nos possa parecer, os símbolos semelhantes a animais são de animais impuros de acordo com a classificação que Deus deu às espécies.
Símbolos das nações pagãs. Interessante não é? O que isto revela?
Exatamente o domínio do pecado por quatro reinos a partir da grande Babilônia.
O Leão alado: Representação clara do domínio da grande Babilônia da dinastia de Nabucodonosor como império pagão - Havia imagens e gravuras de leões em toda Babilônia.
Realmente a Babilônia alcançou voos altos como se tivesse asas como as da águia. Até nisto contraria Isaías 40:31 em sua aplicação.
O Urso com um lado mais alto do que o outro: Representa e comprova que Babilônia enfim caiu mesmo, abrindo o espaço para o Império Medo-Persa, onde os presas tinham supremacia sobre os Medos, mas que juntos quebraram a hegemonia da Lídia, Babilônia e do Egito, isto é representado pelas três costelas na boca do urso.
O Leopardo e suas quatro asas: Aparece no curso da profecia cumprindo o desígnio da profecia, indicando que Alexandre "O Grande," com apenas 25 anos de idade não só conquistaria a Média e a Pérsia, mas as asas revelando a velocidade de suas conquistas no mundo na época.
O fato de serem quatro asas, revela a história que Alexandre, apesar de não deixar familiar algum como sucessor, seus quatro Generais, Cassandro, Lisímaco, Seleuco e Pitolomeu continuariam o Império Greco-Macedônio até que o Império Romano lhes quebrasse o poder com as pernas de ferro.
O Animal Terrível e Espantoso: Enfim, chegou o tempo de o Império de ferro usurpar o poder para esmiuçar e quebrar todos os seus opositores com as penas e pés de ferro. Chegaria a vez do Império Romano pagão e Papal.
Os Dez Chifres: Para este quarto animal, de tão voraz que deveria ser, não se apresentou um paralelo para ele no reino animal. "Uma verdadeira aberração" em termos de aparência a considerar seu papel no mundo da época.
Dez Chifres: Dez reinos que por fim invadiram e enfraqueceram o Império Romano. Isto nos diz que podemos estar seguros, que Deus está e continuará no controle da História e da vida humana "até que" a Pedra caia definitivamente aos pés dos reinos desta Terra e o Reino do Senhor Jesus, Rei dos "reis" e Senhor dos "senhores" seja eterno.
3 - O Chifre Pequeno [O Sistema Papal] e sua insolência: (Daniel 7:7, 8, 19-25)
Em 531 o bispo de Roma é oficialmente intitulado "o Papa" o cabeça da Igreja de Roma, contrariando assim Efésios 5:23.
A Europa é o resultado histórico/profético da divisão do Império Romano, correspondente aos dez chifres.
Este chega já arrancando três chifres, isto é, precisava de exterminar com os empecilhos (Os Vândalos, os Hérulos e os Ostrogodos em 538 d.C) de seus propósitos.
Que propósitos?
Proferiria palavras contra o Altíssimo
Destruiria os santos do Altíssimo
Cuidaria de mudar os tempos e a Lei de Deus. (A mudança do Sábado para o Domingo e do calendário) Daniel 7:25.
Esta supremacia de Roma Papal Deus permitiu se estender por 1260 anos [538 - 1798 d.C=um tempo, dois tempos e metade de um tempo no cômputo profético] Este foi o maior tempo de martírio de cristãos que se opunham contra a contrafação religiosa da Igreja Romana no Sistema Papal.
O poder que se estende de Roma Pagã até à Segunda Vinda de Jesus é o poder da I.C.A.R, que se recupera da ferida mortal a partir de 11 de fevereiro de 1929 (Concílio de Latrão) até que se cumpra toda profecia de Apocalipse 13.
Tudo que se entende por palavras contra O Altíssimo está na insolente arrogância blásfema de "criar" um "deus" em seus sacrifícios diários nos altares, o que obscurece por completo o discernimento humano sobre a Verdadeira Obra Intercessória de Cristo nosso Sumo Sacerdote no Lugar Santíssimo do Santuário celestial.
Rui Barbosa, em seu livro O Papa e o Concílio Vol. 1. pág. 113, usando o codinome "Janus" escreveu sobre o Endeusamento idolátrico de Roma sobre especificamente o que significa "proferir palavras contra o Altíssimo." O lançar sombras sobre o Ministério Intercessório de Cristo além de estabelecer qualquer outro meio de intercessão que não seja o de Cristo.
4 - O Tribunal se assentou no Céu (Daniel 7:13, 14, 21, 22, 26 e 27)
Daniel viu a dimensão cósmica do Juízo que afeta o poder do Chifre Pequeno (O sistema Papal) como também os Santos do Altíssimo que afinal receberão o reino.
Deus estabeleceu um Juízo no Céu para condenar o poder do Chifre Pequeno e ao mesmo tempo reclamar os Santos para Si, logo, esse Juízo é a favor do povo fiel a Deus de todos os tempos [O Trigo]. Este Juízo ocorre após 1798; isto é, antes da Segunda Vinda de Cristo em Glória.
A sequência é:
Período do Chifre Pequeno [538-1798 d.C]
Juízo celestial
Reino eterno de Deus com a Volta de Cristo
Deus dará a Seu Povo o Reino e o domínio que no Éden Satanás usurpou de nossos primeiros pais. Quem é salvo pela Graça de Cristo não precisa recear o Julgamento, pois sendo Cristo por nós, quem será contra nós? (Romanos. 8:31)
5 - A vinda do Filho do Homem (Daniel 7:13; Mc. 13:26; Mat. 8:20; 9:6; Luc. 9:26 e 12:8)
Um Ser divino humano desempenha uma função ativa no Juízo. É Jesus entrando em cena no Juízo Pré advento no julgamento do poder do Chifre Pequeno. Afinal, Jesus se fez carne e habitou entre nós e jamais nos deixará. (João 1:14)
Ele entra em cena por causa da corrupção contra a Adoração e da compulsiva transgressão da Santa, Boa e Justa Lei de Deus.
Alguns vêm esta imagem com sendo a Segunda Vinda de Jesus.
No entanto, Daniel vê o Filho do Homem Se movimentando de um lugar pra outro, ou seja, do lugar Santo para o Lugar Santíssimo.
Isto nos reporta com certeza ao Serviço típico do Santuário Terrestre, quando o Sumo Sacerdote, envolvido na fumaça do incenso entrava no Lugar Santíssimo no Dia da Expiação para purificação do santuário e absolvição do Povo de Israel. (Levítico 16)
O Juízo Celestial provará que todo cerimonial forçado e distorcido do Chifre Pequeno foi contra o Verdadeiro Sumo Sacerdócio de Cristo, minimizando Sua mediação (1Timóteo 2:5) pela humanidade perdida, em troca da prática da mística e pagã interseção dos substitutos de Cristo.
6 - Os santos do Altíssimo (Daniel 7;18, 21, 22, 25 e 27)
Todo povo de Deus, mesmo que perseguido receberá de Cristo o Reino. (1Coríntios 15:57)
No tempo de Supremacia do Chifre Pequeno, o sangue dos mártires extintos por Ele, serviu de semente para que hoje estivéssemos aqui como remanescente, e não tenhamos receio, pois é Cristo que está no controle do tempo, da História e de nossas vidas.
O propósito do Juízo Pré advento é revelar quem é de Deus e quem não é Dele; logo, tendo a Jesus como nosso Salvador e Senhor, indubitavelmente seremos absolvidos.
Primeiro; Condenar plenamente o Chifre Pequeno por todas as suas ações sanguinárias e blásfemas.
Segundo; Aplicar todos os benefícios salvíficos de Cristo na Cruz do Calvário aos Seus remidos.
7 - Conclusões finais de Daniel 7
Jesus é o Advogado para todos os que nEle confiam e Lhe entregam o coração.
Com a derrota das Tribos Bárbaras o Bispo de Roma aproveitou a deixa e se estabeleceu em Roma a partir de 538 d.C, vindo então, à existência o Sistema Papal.
Veio então a afirmação de que o Papa passou a então, ser o Vigário de Cristo na Terra, e doutrinas como Purgatório, Penitências, Indulgências, Confissão auricular, Intercessão dos santos, e outras como a mudança do Sábado para o domingo.
Cristo defende nossa causa contra o grande acusador, com os argumentos do Calvário, mediante Sua perfeita obediência imputada a nós por Sua Graça Salvadora.
Enfim, Cristo diz a Satanás: O senhor te repreenda, ó Satanás. Estes são os que foram comprados com Meu sangue, tições tirados do fogo. (Zac. 3:2) E aos que nEle descansam em fé, Ele dá a certeza: Eis que tenho feito com que passe de ti a tua iniquidade e te vestirei de vestidos novos. (Zac. 3:4) (Profetas e Reis pág. 586, 587.)
Síntese da Lição 8 - Livro de Daniel Capítulo 07 - A Visão dos quatro animais - Do Mar Tempestuoso às Nuvens do Céu - Daniel 7:1-28
O verso 25 de Daniel 7 é a informação crucial sobre os atributos do Poder do Chifre Pequeno ao assumir o lugar de Deus como se fosse o próprio Deus na Terra. Eis o maior opróbrio de um ser criado contra Cristo.
Cada animal representa os Reinos da História em paralelo com as informações da estátua do capítulo 2.
O Chifre Pequeno, [o Poder Papal] por 1260 anos perturbou o Povo de Deus. [538-1798 d.C]
O filho do Homem é Jesus nosso Sumo Sacerdote intercedendo por nós no Juízo no Santuário Celestial, logo, nada temos a recear.
Deus controla toda História na Linha do tempo de nossa existência na Terra, e dEle é O Poder.
Permaneçamos firmes até o retorno do Salvador e Senhor Jesus, a despeito das perseguições, pois os perseguidores serão destruídos!
Perseveremos até o fim, porque afinal nossa libertação está muito mais próxima do que quando n princípio cremos. (Apoc. 3:11)
Afinal, todos os remidos receberão para sempre o Reino que Cristo foi preparar para os santos do Altíssimo, isto é, para Seu povo Fiel. (João 14:1-3)
Um Feliz e abençoado Sábado! Robin Silva.
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020
Lição 07 - Livro de Daniel Cap 06 - Na Cova dos Leões nos Braços do Anjo - Resenha / Robin
Lição 07 - Livro de Daniel Capitulo 06
"Na Cova dos Leões - Nos Braços do Anjo."
"Crise de Comunhão e Confiança"
Memorizemos: Então, os presidentes e os sátrapas procuravam ocasião para acusar a Daniel a respeito do reino; mas não puderam achá-la, nem culpa alguma; porque ele era fiel, e não se achava nele erro e nem culpa. (Dan.6:4)
Suporte Bíblico do Estudo da Lição: "1Samuel 18:6-9; Daniel (Todo capitulo 6); Mateus 6:6; Marcos 6:14-29; Atos 5:27-32 e Hebreus 11:35-38."
1 - Da Cova dos Leões aos Braços do Anjo (Daniel 6:1-28)
Uma séria crise de comunhão, confiança e relacionamento com Deus e com um Império inteiro estava em questão e cheque diante do profeta Daniel.
Quando homens dominados pelo "poder do pecado" se estribam no ciúme e inveja, muitos inocentes podem ser arruinados e destruídos.
O que fazemos, quando desejamos prejudicar alguém e não achamos motivos para tal? Não seria melhor desistirmos?
Vale a pena caluniar uma pessoa inocente apenas em busca de proveito próprio? Este era o ambiente político do Império Medo-Persa de Dario.
Quanto custa, ou custarão os resultados finais de uma calúnia? (Daniel 6:24) Dá para avaliarmos os desastres? Você já sofreu por calúnia?
Deveríamos aprender a nos alegrar com o sucesso de qualquer pessoa, ao invés de alimentarmos nossa síndrome de Asaf, que lá no fundo nos incomoda. (Salmo 73)
A mais segura vacina contra a inveja e o ciúme é a compaixão; o estarmos juntos aos nossos semelhantes sempre, para nos alegrarmos e chorarmos com eles.
2 - Pessoas invejosas (Gênesis 4:3-6; Gênesis 37:11; 1Samuel 18:6-9 e Daniel 6:1-5)
A Inveja de Lúcifer pelo Status de Cristo é a mãe dos inimigos de Daniel e de todos os que como eles procedem na Terra.
De nada vale dobrarmos os joelhos diante de Cristo, assim como fez Lúcifer no Céu para disfarçar sua inveja e ciúmes, fingindo estar tudo bem, pois isto é requerer culto de adoração a nós mesmos no lugar de Deus.
Podemos por ventura assumirmos o lugar de Deus? Toda e qualquer atitude de exaltação, mesmo que pareça não intencional, é a busca para nos igualarmos a Deus. "Não existem deuses."
Nada é mais destrutivo que a inveja e o ciúme, pois inveja e ciúmes geram ressentimento, este gera rancor, ódio e assim é arquitetada a morte do próximo.
Daniel tinha a blindagem contra a inveja e suas causas; ele era fiel a toda prova. A Comunhão com Deus em oração e estudo de Sua Palavra é nossa única salvaguarda. Esta era a Fé de Daniel.
Embora a inveja e seus demais atributos parceiros possam se manter humanamente velados, jamais escapam à onisciência dAquele que tudo sabe, vê e ouve.
3 - A Trama contra Daniel (Daniel 6:6-9)
A tentação para ser igual ou maior que Deus, sempre estará presente, ainda que seja velada aos olhos humanos.
O "ego" acariciado do Rei Dario caiu na armadilha dos inimigos de Daniel. Afinal, quem não gostaria de se sentir como Deus, no lugar de Deus, ainda que fosse por apenas meros 30 dias?
O Rei Dario falhou em não investigar mais de perto seus súditos do primeiro escalão, e por isto, não percebeu a trama contra Daniel seu servo fiel. O que a precipitação pode nos causar ou causar a alguém?
Jesus disse para sermos simples (não simplórios) como a pomba e prudentes como as serpentes. (Mateus 10:16) Dario foi simplório e imprudente, pois conhecia o caráter de Daniel bem como a Lei dos Persas.
Nada e nem ninguém pode deter o curso dos desígnios de Deus, tudo é investigado por Ele num abrir e fechar de olhos, e ninguém escapa dos resultados de Seus Justos Juízos.
4 - A Oração de Daniel (Daniel 6:10; Mat. 6:6)
Nunca nos esqueçamos que a Oração é o falar a Deus como amigos íntimos, e que ela nos eleva até Ele. É o respirar da existência do ser, e deve ser parte de nossa vida diária pelo menos três vezes por dia como Davi, Daniel e Jesus.
Naquele tempo Daniel já era habituado a orar com a janela aberta para Jerusalém (Ô saudade de casa meu Deus!) Não mudou sua rotina com Deus por causa do Decreto de morte.
Entrava no seu quarto costumeiramente em segredo (Mat. 6:6) todo os dias olhando rumo à sua cidade. Quanto de saudade temos AGORA dessa Jerusalém que tanto pregamos, cantamos e esperamos?
Daniel podia e sabia que podia ser fiel a seus deveres com o Rei e com o Estado como estadista que era no Governo, mas de forma alguma seria infiel e desleal com seu Deus, o Deus de Israel.
Daniel sabia o que estava por trás do decreto de morte, mas suas experiências anteriores de vida foram suficientes para fortalecer sua vida e seu caráter e confiar em Deus, mesmo que Ele não o livrasse da cova dos leões.
A questão diante de nós AGORA em termos de Comunhão Adoração é: Faremos como Daniel quando formos forçados a nos curvarmos ante o Trono da Besta, ou adoraremos a Besta e seu sistema?
Cultivemos AGORA o hábito da Comunhão e Adoração somente a Deus, para que quando chegar o cumprimento de Apocalipse 13:4, 8, 12, 14 e 15-17 possamos nos manter firmes e confiados em Cristo como Daniel.
Poder algum na Terra poderá deter o hábito dos que formaram e preservam o caráter devocional do "Falar com Deus" Anjos maus fogem ao perceberem um ser contrito e fiel curvado em oração diante de Deus. Este era o segredo de Daniel.
5 - Na Cova dos Leões (Daniel 6:11-23)
Finalmente, "os humilhados serão por Deus exaltados!" (Mateus 23:12; Lucas 14:11 e 18:14)
Sempre haverá quem queira todos os dias nos jogar na Cova dos Leões, e leões não faltam, pois nunca houve um tempo onde a falsidade imperasse tanto como agora. "Deus enviará o Seu Anjo."
Este episódio na vida de Daniel precisa servir de motivação para sermos sempre fiéis e leais a Deus em primeiro lugar a qualquer custo, e conservarmos a certeza de que "mesmo que" os leões venham a nos destruir, será pela manhã que experimentaremos a eterna vitória sobre a morte. (Salmo 30:5; Marcos 6:14-29)
Afinal foi exatamente ao romper do dia que O Anjo rolou aquela pedra de mais de duas toneladas selada pelo sinete de Roma, e Jesus saiu vivo daquele túmulo para garantir a vitória sobre a morte a todos cuja fé e lealdade entregarem suas vidas à ELE.
Daniel sabia, que se morresse pela causa da verdade, no grande dia da Segunda Volta de Cristo seria RESSUSCITADO com os remidos de todos os tempos, que morreram por causa da Fé e confiança no Deus criador e mantenedor do universo.
6 - Vindicação (Daniel 6:24-28)
Verbo vindicar: Reclamar ou exigir restituição de um direito. No caso em evidência Deus reclama e ganha na cruz a guarda de Seu Povo.
Na última Batalha, em escala universal o Povo de Deus será libertado do poder do Dragão, da Besta e do falso Profeta, o mal será punido e todos os que estiverem inscritos no Livro da Vida estarão eternamente salvos, e assim o Senhor será reconhecido como Deus de Amor.
Não vi problemas na condenação dos invejosos e suas famílias, visto que a lei dos medos e persas previa, e se era irrevogável quanto à pena sobre Daniel, Dario apenas agiu conforme a Lei de seu povo, e se com tal decisão Deus o julgasse errado livraria também os invejosos que a Lei condenou. A justiça foi feita na mesma medida.
A questão ponderada sobre Deuteronômio 24:16 e Ezequiel 18:4, 19 e 20 não caberia no caso dos Medo-Persas que nenhuma relação tinham com a Lei de Deus.
Podemos descansar seguros no Senhor, pois a Seu tempo Deus Se manifestará revelando que nossa entrega a Cristo não foi em vão, pois tudo que se fez trevas diante de nós será revelado, e Deus então, exaltará Seu Povo fiel, assim como exaltou Daniel. (1Coríntios 4:5)
Dario reconheceu a soberania de Deus por causa do testemunho fiel de Daniel, mas estabelecer adoração e reverência a Deus por decretos humanos não é o propósito de Deus, (Daniel 6:26) pois esta atitude cerceia a liberdade de consciência e escolha dos seres humanos. (Zacarias 4:6)
7 - Conclusão da Lição (Hebreus 11:35-38)
Os registros na Galeria de Hebreus 11 estão ali para nos motivar a nos mantermos fiéis e leais a Deus, mesmo que não alcancemos aqui o vislumbre das promessas, mas que nos alimentemos da Grande Esperança até que O Grande Príncipe venha nos libertar definitivamente. (Daniel 12:1)
O livramento miraculoso de Daniel revela que Deus governa e, por fim, livrará todos os Seus filhos do poder do pecado e da morte. (1Coríntios 15:26, 51-55) Então, Deus será vindicado e as acusações de Satanás a Ele e a Seu povo, enfim, se provarão falsas.
Síntese do Capítulo 06 do Livro de Daniel [O Auditor Geral do Reinado de Dario e Ciro] (Daniel 6:1-28)
Dario deixou-se enredar pelo fio de narcisismo que alimentava em seu íntimo e desejou ser adorado, caindo assim na armadilha contra seu mais fiel funcionário. Pensemos nisto antes de condenarmos nosso próximo!
1 - Mesmo sendo fiéis ao Governo, mantenhamos como Daniel a Comunhão e estrita confiança em Deus!
2 - Jamais neguemos nossa Fé e confiança em Deus diante das provas da vida, pois crise vai, crise vem, para se saber quem é quem. (Mateus 10:33)
3 - Sejamos fiéis e leais a Cristo até à morte independente do que nos acontecer. (Apocalipse 2:10)
4 - Não sejamos invejosos, pois o Justo viverá pela Fé. (Habacuque 2:4; Romanos 1:17)
5 - A Inveja certamente, mais cedo ou mais tarde nos leva a cairmos nas armadilhas que fazemos para os outros. (Provérbios 26:27)
6 - Nunca vale a pena nos posicionarmos do lado errado. (Jó 1:1) Deus requer homens que estejam firmes pelo certo, ainda que caiam os céus. (Educação pág.57)
7 - Deus nunca prometeu que seríamos livrados das provas, mas garantiu-nos que teremos vitória sobre o mal, quando todo o conflito terminar. Ele chama alguns por meio da vida e outros por meio da morte. (Salmo 34:19 = Salmo 23:4 = João 16:33)
Um Feliz e abençoado Sábado para todos nós. Robin Silva.
"Na Cova dos Leões - Nos Braços do Anjo."
"Crise de Comunhão e Confiança"
Memorizemos: Então, os presidentes e os sátrapas procuravam ocasião para acusar a Daniel a respeito do reino; mas não puderam achá-la, nem culpa alguma; porque ele era fiel, e não se achava nele erro e nem culpa. (Dan.6:4)
Suporte Bíblico do Estudo da Lição: "1Samuel 18:6-9; Daniel (Todo capitulo 6); Mateus 6:6; Marcos 6:14-29; Atos 5:27-32 e Hebreus 11:35-38."
1 - Da Cova dos Leões aos Braços do Anjo (Daniel 6:1-28)
Uma séria crise de comunhão, confiança e relacionamento com Deus e com um Império inteiro estava em questão e cheque diante do profeta Daniel.
Quando homens dominados pelo "poder do pecado" se estribam no ciúme e inveja, muitos inocentes podem ser arruinados e destruídos.
O que fazemos, quando desejamos prejudicar alguém e não achamos motivos para tal? Não seria melhor desistirmos?
Vale a pena caluniar uma pessoa inocente apenas em busca de proveito próprio? Este era o ambiente político do Império Medo-Persa de Dario.
Quanto custa, ou custarão os resultados finais de uma calúnia? (Daniel 6:24) Dá para avaliarmos os desastres? Você já sofreu por calúnia?
Deveríamos aprender a nos alegrar com o sucesso de qualquer pessoa, ao invés de alimentarmos nossa síndrome de Asaf, que lá no fundo nos incomoda. (Salmo 73)
A mais segura vacina contra a inveja e o ciúme é a compaixão; o estarmos juntos aos nossos semelhantes sempre, para nos alegrarmos e chorarmos com eles.
2 - Pessoas invejosas (Gênesis 4:3-6; Gênesis 37:11; 1Samuel 18:6-9 e Daniel 6:1-5)
A Inveja de Lúcifer pelo Status de Cristo é a mãe dos inimigos de Daniel e de todos os que como eles procedem na Terra.
De nada vale dobrarmos os joelhos diante de Cristo, assim como fez Lúcifer no Céu para disfarçar sua inveja e ciúmes, fingindo estar tudo bem, pois isto é requerer culto de adoração a nós mesmos no lugar de Deus.
Podemos por ventura assumirmos o lugar de Deus? Toda e qualquer atitude de exaltação, mesmo que pareça não intencional, é a busca para nos igualarmos a Deus. "Não existem deuses."
Nada é mais destrutivo que a inveja e o ciúme, pois inveja e ciúmes geram ressentimento, este gera rancor, ódio e assim é arquitetada a morte do próximo.
Daniel tinha a blindagem contra a inveja e suas causas; ele era fiel a toda prova. A Comunhão com Deus em oração e estudo de Sua Palavra é nossa única salvaguarda. Esta era a Fé de Daniel.
Embora a inveja e seus demais atributos parceiros possam se manter humanamente velados, jamais escapam à onisciência dAquele que tudo sabe, vê e ouve.
3 - A Trama contra Daniel (Daniel 6:6-9)
A tentação para ser igual ou maior que Deus, sempre estará presente, ainda que seja velada aos olhos humanos.
O "ego" acariciado do Rei Dario caiu na armadilha dos inimigos de Daniel. Afinal, quem não gostaria de se sentir como Deus, no lugar de Deus, ainda que fosse por apenas meros 30 dias?
O Rei Dario falhou em não investigar mais de perto seus súditos do primeiro escalão, e por isto, não percebeu a trama contra Daniel seu servo fiel. O que a precipitação pode nos causar ou causar a alguém?
Jesus disse para sermos simples (não simplórios) como a pomba e prudentes como as serpentes. (Mateus 10:16) Dario foi simplório e imprudente, pois conhecia o caráter de Daniel bem como a Lei dos Persas.
Nada e nem ninguém pode deter o curso dos desígnios de Deus, tudo é investigado por Ele num abrir e fechar de olhos, e ninguém escapa dos resultados de Seus Justos Juízos.
4 - A Oração de Daniel (Daniel 6:10; Mat. 6:6)
Nunca nos esqueçamos que a Oração é o falar a Deus como amigos íntimos, e que ela nos eleva até Ele. É o respirar da existência do ser, e deve ser parte de nossa vida diária pelo menos três vezes por dia como Davi, Daniel e Jesus.
Naquele tempo Daniel já era habituado a orar com a janela aberta para Jerusalém (Ô saudade de casa meu Deus!) Não mudou sua rotina com Deus por causa do Decreto de morte.
Entrava no seu quarto costumeiramente em segredo (Mat. 6:6) todo os dias olhando rumo à sua cidade. Quanto de saudade temos AGORA dessa Jerusalém que tanto pregamos, cantamos e esperamos?
Daniel podia e sabia que podia ser fiel a seus deveres com o Rei e com o Estado como estadista que era no Governo, mas de forma alguma seria infiel e desleal com seu Deus, o Deus de Israel.
Daniel sabia o que estava por trás do decreto de morte, mas suas experiências anteriores de vida foram suficientes para fortalecer sua vida e seu caráter e confiar em Deus, mesmo que Ele não o livrasse da cova dos leões.
A questão diante de nós AGORA em termos de Comunhão Adoração é: Faremos como Daniel quando formos forçados a nos curvarmos ante o Trono da Besta, ou adoraremos a Besta e seu sistema?
Cultivemos AGORA o hábito da Comunhão e Adoração somente a Deus, para que quando chegar o cumprimento de Apocalipse 13:4, 8, 12, 14 e 15-17 possamos nos manter firmes e confiados em Cristo como Daniel.
Poder algum na Terra poderá deter o hábito dos que formaram e preservam o caráter devocional do "Falar com Deus" Anjos maus fogem ao perceberem um ser contrito e fiel curvado em oração diante de Deus. Este era o segredo de Daniel.
5 - Na Cova dos Leões (Daniel 6:11-23)
Finalmente, "os humilhados serão por Deus exaltados!" (Mateus 23:12; Lucas 14:11 e 18:14)
Sempre haverá quem queira todos os dias nos jogar na Cova dos Leões, e leões não faltam, pois nunca houve um tempo onde a falsidade imperasse tanto como agora. "Deus enviará o Seu Anjo."
Este episódio na vida de Daniel precisa servir de motivação para sermos sempre fiéis e leais a Deus em primeiro lugar a qualquer custo, e conservarmos a certeza de que "mesmo que" os leões venham a nos destruir, será pela manhã que experimentaremos a eterna vitória sobre a morte. (Salmo 30:5; Marcos 6:14-29)
Afinal foi exatamente ao romper do dia que O Anjo rolou aquela pedra de mais de duas toneladas selada pelo sinete de Roma, e Jesus saiu vivo daquele túmulo para garantir a vitória sobre a morte a todos cuja fé e lealdade entregarem suas vidas à ELE.
Daniel sabia, que se morresse pela causa da verdade, no grande dia da Segunda Volta de Cristo seria RESSUSCITADO com os remidos de todos os tempos, que morreram por causa da Fé e confiança no Deus criador e mantenedor do universo.
6 - Vindicação (Daniel 6:24-28)
Verbo vindicar: Reclamar ou exigir restituição de um direito. No caso em evidência Deus reclama e ganha na cruz a guarda de Seu Povo.
Na última Batalha, em escala universal o Povo de Deus será libertado do poder do Dragão, da Besta e do falso Profeta, o mal será punido e todos os que estiverem inscritos no Livro da Vida estarão eternamente salvos, e assim o Senhor será reconhecido como Deus de Amor.
Não vi problemas na condenação dos invejosos e suas famílias, visto que a lei dos medos e persas previa, e se era irrevogável quanto à pena sobre Daniel, Dario apenas agiu conforme a Lei de seu povo, e se com tal decisão Deus o julgasse errado livraria também os invejosos que a Lei condenou. A justiça foi feita na mesma medida.
A questão ponderada sobre Deuteronômio 24:16 e Ezequiel 18:4, 19 e 20 não caberia no caso dos Medo-Persas que nenhuma relação tinham com a Lei de Deus.
Podemos descansar seguros no Senhor, pois a Seu tempo Deus Se manifestará revelando que nossa entrega a Cristo não foi em vão, pois tudo que se fez trevas diante de nós será revelado, e Deus então, exaltará Seu Povo fiel, assim como exaltou Daniel. (1Coríntios 4:5)
Dario reconheceu a soberania de Deus por causa do testemunho fiel de Daniel, mas estabelecer adoração e reverência a Deus por decretos humanos não é o propósito de Deus, (Daniel 6:26) pois esta atitude cerceia a liberdade de consciência e escolha dos seres humanos. (Zacarias 4:6)
7 - Conclusão da Lição (Hebreus 11:35-38)
Os registros na Galeria de Hebreus 11 estão ali para nos motivar a nos mantermos fiéis e leais a Deus, mesmo que não alcancemos aqui o vislumbre das promessas, mas que nos alimentemos da Grande Esperança até que O Grande Príncipe venha nos libertar definitivamente. (Daniel 12:1)
O livramento miraculoso de Daniel revela que Deus governa e, por fim, livrará todos os Seus filhos do poder do pecado e da morte. (1Coríntios 15:26, 51-55) Então, Deus será vindicado e as acusações de Satanás a Ele e a Seu povo, enfim, se provarão falsas.
Síntese do Capítulo 06 do Livro de Daniel [O Auditor Geral do Reinado de Dario e Ciro] (Daniel 6:1-28)
Dario deixou-se enredar pelo fio de narcisismo que alimentava em seu íntimo e desejou ser adorado, caindo assim na armadilha contra seu mais fiel funcionário. Pensemos nisto antes de condenarmos nosso próximo!
1 - Mesmo sendo fiéis ao Governo, mantenhamos como Daniel a Comunhão e estrita confiança em Deus!
2 - Jamais neguemos nossa Fé e confiança em Deus diante das provas da vida, pois crise vai, crise vem, para se saber quem é quem. (Mateus 10:33)
3 - Sejamos fiéis e leais a Cristo até à morte independente do que nos acontecer. (Apocalipse 2:10)
4 - Não sejamos invejosos, pois o Justo viverá pela Fé. (Habacuque 2:4; Romanos 1:17)
5 - A Inveja certamente, mais cedo ou mais tarde nos leva a cairmos nas armadilhas que fazemos para os outros. (Provérbios 26:27)
6 - Nunca vale a pena nos posicionarmos do lado errado. (Jó 1:1) Deus requer homens que estejam firmes pelo certo, ainda que caiam os céus. (Educação pág.57)
7 - Deus nunca prometeu que seríamos livrados das provas, mas garantiu-nos que teremos vitória sobre o mal, quando todo o conflito terminar. Ele chama alguns por meio da vida e outros por meio da morte. (Salmo 34:19 = Salmo 23:4 = João 16:33)
Um Feliz e abençoado Sábado para todos nós. Robin Silva.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020
Lição 06 / Daniel Capítulo 5 / "Da Arrogância à Destruição" / Resenha / Robin
Lição 06 - Daniel Capítulo 5 - "Da Arrogância à Destruição"O Banquete de Belsasar e o Dedo de Deus
Memorizemos: Daniel 2:21
Leituras para contextualização da compreensão do capítulo 5 de Daniel e suas implicações:
"Salmo 96:5; Eclesiástes 8:11; Daniel (Todo o Capítulo 5); Romanos 1:16-32; Colossenses 1:15-17; Apocalipse 14:8; Apocalipse 17:4-6."
"Enquanto nós não nos enraizarmos na CONVICÇÃO de que Deus está absolutamente no controle do tempo, das estações, e que pode remover e estabelecer reis e reinos quando assim quiser, e que Ele é a única fonte segura de Sabedoria e entendimento, estaremos correndo grande risco de permanecermos na arrogância sustentada pelo orgulho, e consequentemente perdidos em meio aos "deuses" estranhos."
Falta CONVICÇÃO em muitos Laodiceanos de agora, inclusive sobre sua própria IDENTIDADE CRISTÃ." Cadê o Povo da Bíblia? O que significa para nós 1Pedro 3:15-16?
Ponderações:
Daniel 5 é indubitavelmente um protótipo revelado de Cristo como Juiz Supremo, com a Balança na Mão. A questão é: Em um prato a GRAÇA e no outro nossa história AGORA assim como foi com Belsasar e a consequente queda da Babilônia dos Caldeus. Não existe meio termo. Na Balança do Senhor, em qual dos pratos estamos nós? Cobertos pela GRAÇA ou condenados no prato dos atos?
É incrível estarmos seguros de que Deus deu a Isaías uma Profecia exata de tempo em que a glória, magnificência, orgulho e arrogância de Babilônia teriam dia exato para serem destruídas!
E não só isso, mas deu o nome do General do Exército que por Seu intermédio faria tal destruição, 150 anos antes de Ciro nascer. (Isaías 44:27 a 45:1-8).
Em toda história da humanidade, após rejeição final de todas as atenções aos apelos de Deus, o povo acabou tendo que enfrentar Seus juízos como última forma e chance para o arrependimento. (Eclesiástes 12:13-14) No Livro de Daniel encontramos graça e juízo equilibrados.
Em toda história Deus esteve e está disposto a perdoar; mas Ele deixa que mesmo perdoados as consequências de nossas escolhas sejam colhidas, para que aprendamos a não voltar às mesmas práticas que nos levaram aos juízos.
Da Arrogância à Destruição - Daniel 5 (todo)
1 - A triste História de Belsasar é um poderoso exemplo de arrogância que terminou em trágica destruição.
2 - Precisamos apender aqui a lição de que nunca devemos misturar o Santo com o profano, nem a verdade com o erro, (PP pág. 338. Edição padrão 1995) pois é nesta malha que Satanás tem levado milhares consigo.
O ápice da ofensa a Deus foi Belsasar usar os utensílios sagrados do Templo do Deus de Israel para a festa de sua orgia com os maiorais de Babilônia.
3 - Em Daniel 5 vemos cumprir a profecia da queda da cabeça de ouro e a transferência para o reino dos braços e peito de prata. Deus não é um Deus de prognósticos, e a profecia que sai de Sua boca cumpre à risca na Linha do Tempo na história diária da Humanidade.
O Banquete de Belsasar - Daniel 5:1-4 e 1:1-2
1 - Belsasar preparou e fez um grande Banquete para os grandes de Babilônia; (nada demais o banquete em si, pois era uma cultura na época dos reis) porém, se esqueceu de convidar O Deus Altíssimo. Que lástima!
Quem estamos convidando para as nossas festas, e que festas estamos frequentando? Que espécies de banquetes estamos oferecendo aos famintos e sedentos da verdade?
2 - Estamos nos fartando do Baquete de Babilônia Espiritual apocalíptica e mistica de agora, (Apoc 17:4-6) vestindo-nos de púrpura e bebendo de seu vinho prostituído, ou estamos nos preparando para as Bodas do Cordeiro nos vestindo da Graça de Cristo? (Apocalipse 19:9)
3 - De acordo com a História profética, Apocalipse 17 cumpre fiel paralelo com a Babilônia atual na linha de tempo no Tempo do Fim, cujo final nos aproximamos como:
Império Romano Pagão, Roma Papal e todos os religiosos que, identicamente à Babilônia de Nabucodonosor se reúnem para cultuar os "reis da Terra" e perseguir minoria que discordar de seus propósitos, para o encontro no Campo de Dura na Batalha Final.
4 - A Babilônia Moderna e Mística atrai para si o mundo para o mal, dando de beber com seu cálice as impurezas contidas em seu blásfemo culto.
"O que devemos compreender sobre uma próxima reunião universal de Líderes para um fechamento de acordos e uma final aliança entre todos os seguimentos da sociedade humana para "salvar" o planeta, [reservar um dia de guarda] e credenciarmos um Líder para conduzir nossos destinos?" Uauuuuuuuu!
5 - Como ficará a Liberdade de consciência referente à adoração e outras opções dentro do direito inalienável que deve proteger cada individuo? O que acontecerá com os chamados "FUNDAMENTALISTAS" que com base em Atos 5:29 não aderirem a final acordo de maioria? Em que resultou o "acordo" de maioria diante de Pilatos naquele dia? Parca minoria estava com Jesus e maioria com Barrabás. Pensemos nisto, confiemos em Jesus e tomemos AGORA nossa decisão!
Cada decisão diária reforça a experiência e o caráter para enfrentarmos os desafios futuros, assim como Daniel, Hananias, Misael e Azarias tiveram que escolher entre a vida e a morte para se manterem fiéis e leais ao Deus Altíssimo.
Um Visitante Indesejado - (Daniel 5:5-10)
1 - O que fazer, quando um "penetra" invade nossa festa? Pois é, foi exatamente o "penetra" que atrapalhou a Festa do reizinho arrogante. O que fazemos quando estamos desagradando a Deus e notamos Sua mão tentando nos dirigir para o rumo certo escrevendo na parede do coração um alerta antes da condenação final?
2 - Belsasar e todos os presentes viram a mão misteriosa escrever na parede da sala de festas as palavras "Mene, Mene, Tequel, e Parsim"que embora em aramaico, língua conhecida apavorou o Rei e com certeza a todos os presentes. Novamente os "sábios" e os costumeiros embusteiros de Babilônia nada puderam fazer. Êta povo teimoso Sô! Deus apanha os "sábios" em sua própria teia. (Jó 5:13=1Coríntios 3:19).
3 - Por que não compreenderam então a escritura? Os verbos soltos na parede sem vogais e sem consoantes realmente não traziam sentido, principalmente para quem estava embriagado com o vinho e a orgia naquele salão de festas. Só alguém com mente sã e em comunhão com Deus poderia decifrar o mistério.
A Chegada da Rainha - Daniel 5:9-12
1 - Daniel entrou em cena por intervenção da Rainha, mesmo sob uma recepção sutilmente irônica de Belsasar, e sem se importar com o suborno que o rei lhe ofereceu, (Daniel 5:17) deu ao rei um Estudo Bíblico/Histórico retroativo aos tempos de seu avô, e resolveu o problema do rei, e consequente a interpretação do enigma. "Deus sempre usará intercessores, para ajudar quem carece de Salvação, enquanto a porta da Graça estiver aberta, mas naquela noite, a GRAÇA terminou para Belsasar.
2 - Daniel dá a sentença ao rei e seu império, e o rei manda revesti-lo como prometera. Devemos reconhecer que as recompensas humanas jamais serão suficientes para suprir nossas reais necessidades em momentos de provas severas e que sempre devemos recusar subornos (propinas) sob quaisquer de suas formas.
Dons não nos foram dados para serem vendidos ou usados como moedas de troca como vemos no Cristianismo Relativizado, Secularizado e Apostatado de hoje. (Daniel 5:17=Atos 8:17-20) "Deus quer homens e mulheres retos, íntegros e que não vacilem quando desafiados a quebrar o certo," ainda que caiam os céus."
3 - O recursos das ciências humanas, não são maus em si mesmos, eles porém, não podem preencher nosso vazio provocado pelo súbito susto de uma surpresa indesejável. (Isaías 29:14) "O Dedo de Deus descreveu o passado, descreve o presente, e continuará descrevendo o futuro julgando cada ato que decidirá enfim nosso caráter e destino, assim como o fez na historia de Belsasar." Naquele mesmo momento, O Anjo da Misericórdia voou para sempre, e Babilônia veio abaixo com Belsasar e tudo. "Profecia cumprida!"
Pesado e achado em falta - Daniel 5:13-28
1 - Nem mesmo Nabucodonosor se arrogou a usar indevidamente os utensílios sagrados que saqueou do Tempo de Jerusalém e os guardou no Templo de seu "deus." "Isto é reverência," pois ele conhecia o Deus de Israel. Belsasar porém, foi além do que a taça da Misericórdia do Altíssimo permitia, e se deu mal. MENE, MENE, TEQUEL e PARSIM era o recado. Belsasar! Você foi longe demais. Chega! Acabou a festa!
2 - Devemos aprender aqui, que quando escolhemos deixar de ouvir os apelos do Espírito Santo (Isaías 30:21) para seguir nossas próprias inclinações, estamos sujeitos a perder o Vigilante que cuida de nós, e então, teremos que arcar com a sentença final de Juízo.
3 - "Contados os nossos dias, Pesados os nossos atos contínuos, por Aquele que nunca erra, o que Ele fará? Acabará com nossas chances e dividirá nossa parte do reino que nos prometeu com outros?" O mesmo que pesou e mediu Belsasar antes de dar fim à Grande Babilônia, está hoje "AGORA" a observar se estamos misturando Santo e Profano na Taça da iniquidade.
A Queda de Babilônia - Daniel 5:29-31 e Apocalipse 14:8; 16:19; 18:2
1 - A Babilônia de Belsasar caiu, quando a taça tão da iniquidade esbarrou forte na Taça da Misericórdia por causa da compulsiva e abusiva corrupção moral e espiritual que levou Belsasar às abominações que praticou.
2 - A Babilônia moderna do Tempo do Fim age da mesma forma enchendo a taça das abominações, profanando O Santuário com o ápice da criação do próprio Deus nos seus altares e "ainda" prosperando, assim como veremos no Cap 8:12. [(66)Ver Livro: O Papa e o Concílio Vol I, pág. 113 endeusamento idolátrico] mas que afinal, com o brado do segundo anjo cairá assim como a Babilônia de Belsasar.
3 - O rei Belsasar não convidou o Rei do Universo para seu Banquete, mas O rei do Universo está a nos convidar a nos unirmos a Ele AGORA, para que Ele mesmo nos sirva em Suas Bodas em breve. Bora para as Bodas do Cordeiro? Ou vamos ficar no Banquete dos Belsasares na Babilônia de hoje?
Conclusão: "Belsasar jogou todas as oportunidades fora.
Belsasar amou mais a diversão e a glorificação própria preferindo esquecer das lições que jamais deveria abandonar. Cuidado com entretenimentos que nos afastam de Deus!
Belsasar desperdiçou tudo que havia sido colocado graciosamente a seu favor, e não aproveitou as circunstâncias para se fortalecer na verdade.(Daniel 5:23)
Síntese do Banquete de Belsasar ocorrido em 12/13 de Outubro de 539 a.C
1 - "A Historia das nações fala a nós hoje. Deus tem designado um lugar em Seu Grande Plano para cada Nação e cada indivíduo. Homens e nações estão sendo agora postos à prova pelo prumo na mão daquele que não erra. (Amós 7:7-8). Todos estamos por nossa própria escolha decidindo nosso destino, e Deus está gerenciando tudo para a realização dos Seus propósitos." (Profetas e Reis pág. 536)
2 - Tenhamos respeito e reverência pelas coisas de Deus e aproveitemos nossas chances!
3 - Tenhamos intimidade com Deus, para compreendermos Suas mensagens reveladas na parede de nossos corações!
4 - Reconheçamos a Deus AGORA, enquanto ainda a GRAÇA pleiteia a nosso favor!
5 - Falemos a verdade sem receios, da forma como Deus usou Daniel ao dar a mensagem a Belsasar!
6 - Aceitemos o papel que Deus nos designou na História deste mundo, e que a nossa verdadeira humildade seja exercida sob a Soberania Daquele que nos comissionou a pregar, testemunhar e viver o que pela fé anunciamos.
Um Feliz e abençoado Sábado a todos nós. Robin Silva.
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