domingo, 17 de junho de 2012

A TEORIA DO OITAVO DIA


 O Oitavo Dia”...

O que é isto?

 De onde vem?

A teoria é procedente?

A tese é consistente?

O que as Sagradas Escrituras declaram sobre este assunto?

Sou cristão pela graça de Deus, (respondi assim desde criança no catecismo) e não estou aqui para defender nenhuma tese a favor ou contra qualquer denominação religiosa. Declaro com toda sinceridade, que tenho o maior respeito e admiração pelos irmãos católicos fiéis espalhados por todos os rincões deste nosso vasto Brasil, e pelos irmãos evangélicos pertencentes às diferentes agremiações religiosas.

Sou um investigador das Escrituras Sagradas desde os idos de 1969, e, sobre o tema em pauta, me reservo a crer, e respeitar com toda reverência, o relato literal da criação, nos claros e límpidos termos de Gênesis capítulos 1 e 2.

Deus estabeleceu o ciclo semanal ininterrupto, livre de quaisquer que sejam os mecanismos de influência movidos no curso de astros, planetas, satélites, etc...

São sete dias, porque sete é um número pleno, e esta plenitude veio direta da sabedoria de Deus, quando planejou nosso pleno descanso em Jesus. Ele jamais deixou uma obra se quer para terminar depois, ou inacabada, porque Ele é absolutamente perfeito, portanto, TODAS as Suas obras, Seus propósitos, Seus desígnios e Seus caminhos são perfeitos. 

Deus estabeleceu de forma sábia e planejada, e por Seu exclusivo poder, o roteiro e origem dos dias, meses e anos. (Cf. Gênesis 1:14 a 16).

Aprendemos desde os primeiros passos escolares, com base científica, sobre os movimentos de rotação e translação do planeta Terra.

Rotação designa o movimento da Terra, em torno de seu próprio eixo, numa duração de 23 horas, 56 minutos e 4 segundos, o que nos garante, sem interrupção, a sucessão dos dias e noites. Isso confirma exatamente o relato da sequencia bíblica de Gênesis capítulo 1.

Translação designa o movimento que a Terra faz em torno do Sol, em 365 dias, 48 minutos e 47 segundos, determinando a sucessão dos anos.

Não encontramos, seja na narrativa bíblica, seja em premissas científicas, qualquer fenômeno astronômico específico que haja dado origem, ou que venha contestar a sequencia literal no ciclo da semana de sete dias. 

Em outras palavras, o ciclo semanal original foi fechado com chave de ouro pelo AUTOR da semana. Este assim o estabeleceu, e através de todos esses milênios qualquer fenômeno natural jamais conseguiu alterá-lo. E tal fato tem razão de ser:

Primeiro, porque Deus estabeleceu, por Sua própria iniciativa e palavra, o remate diário na sequência 1º, 2º, 3º, 4º, 5º, 6º e 7º dias, como períodos fixos e exatos, e delimitados entre um pôr do sol e outro.

Segundo, porque sendo Deus o autor, nós podemos ter plena e absoluta confiança que Seu trabalho é perfeito e confiável, o que significa que não são necessários retoques ou ajustes de qualquer natureza no ciclo por Ele estabelecido.

Logo, é pura fantasia, ou mesmo ofensa direta ao Criador, querer alterar o inalterável, ou substituir o insubstituível; isto é, um empenho por interferir em Seus atos grandiosos.

Deus usou a expressão numeral ordinária para designar o ciclo semanal, e apenas ao 7º dia deu um nome especial com base no propósito que Ele designou para esse dia, finalmente selando-o na Lei, com a comemoração de um descanso e santificação abençoados.

Se foi o próprio Criador que firmou este selo, quem, senão um poder contrário a Ele, ousaria retirá-lo?

Veja em Daniel capitulo 7 versos 23 a 26, especialmente no verso 25, uma referência profética ao poder responsável pela alteração da santa lei de Deus, a qual determina o sábado como dia sagrado de observância e descanso. Ali foi previsto um período de 1260 anos de domínio desse poder, o que se entende referir-se ao tempo transcorrido entre 538 e 1798 de nossa era. A História cumpre com absoluta exatidão e rigor tudo o que as profecias bíblicas preveem..

Não necessitamos de uma nova estratégia inimiga contra a santa lei de Deus no tocante à questão da santificação e guarda do dia de repouso, o sétimo da semana, o único ponto controverso em meio à maioria que professa o cristianismo popular. Não necessitamos, simplesmente porque esta estratégia já ocorreu, e a consequente mudança do dia legítimo de guarda para um espúrio já se tornou realidade oficial desde o dia 07 de março de 321 d.C.

Trabalhar contra qualquer princípio que rege a natureza do santo sábado bíblico é como romper qualquer outro princípio natural; é um adultério espiritual, ofensa direta ao Legislador de Universo.

Pior ainda é forçar a existência de um oitavo dia na semana, numa infeliz tentativa de fazer com que o dia popularmente chamado “domingo” (aquele que vem precisamente depois do sétimo) seja o último do ciclo, e, portanto, o mais propício para o descanso semanal. Esta coincidência, todavia, é puramente ilusória, já que o ciclo semanal comporta apenas sete dias, não havendo espaço para um oitavo. 

De fato, o último dia da semana é aquele que antecede o primeiro, e este aquele que antecede o segundo que costumamos chamar de “segunda-feira” (o domingo, portanto, é a primeira-feira, o primeiro dia da semana, não o “oitavo”).

Tudo isso se constitui uma falta gravíssima, não somente porque se atenta contra um período fixo e exato que, em Sua soberania, Deus estabeleceu [isto é, a semana], mas acima de tudo porque se contesta e se contraria o que Ele mesmo afirmou. Nesse caso, a alteração do descanso semanal do último para o primeiro dia da semana é da mesma categoria que qualquer alteração de outros itens também estabelecidos por Deus.

Portanto, a tese do oitavo dia só teria algum cabimento sob o pretexto expressamente bíblico de que Deus teria estendido o ciclo semanal por mais um dia, o que não ocorreu; fora disto, é um devaneio humano que se enquadra nas palavras de Isaías capitulo 29, verso 13, reiteradas setecentos anos mais tarde por Jesus Cristo, conforme Mateus 15:8 e 9 e Marcos 7:6 e 7.

Meus respeitos aos que levantam a tese do oitavo dia semanal, defensores sincero da teoria do oitavo dia, conforme o que temos visto; eles hão de convir, todavia, que tal tese rompe com os princípios da ética hierárquica da própria Igreja Católica Romana, que estes professam e a quem servem, quando, de alguma forma, contradiz o eminente Cardeal James Gibbons. 

Gibbons abertamente assumiu, em nome da Igreja de seu tempo, as prerrogativas de poder e responsabilidade quanto a todo o processo que envolveu a mudança da santificação do sétimo dia, o sábado do quarto mandamento, para a santificação do primeiro dia, o domingo. Assumiu sem se valer de qualquer subterfúgio ou expediente de natureza duvidosa. 

Como querem então, com a teoria do oitavo dia, propor o absurdo de se querer estender, por mais um dia, o ciclo imutável da semana original estabelecida pelo próprio Criador?

Esta é a declaração do Cardeal James Gibbons, em resposta aos protestantes que combatiam o catolicismo em face de ensinos contrários à Bíblia, e lembrando-os de que eles também mantinham ensinos não bíblicos: 

“Podeis ler a Bíblia de Gênesis a Apocalipse, e não encontrareis uma linha autorizando a santificação do domingo. As Escrituras exaltam a observância religiosa do Sábado, dia que nós nunca santificamos”. The Faith of our Fathers, edição de 1893, pág. 111.

Que Deus abençoe a todos os Católicos sinceros e tementes a Ele, e que as bênçãos se estendam aos evangélicos, que ainda estão presos à Igreja Romana nesta questão do repouso semanal e outras doutrinas.
Vox Desertum – 17/06/2012.






terça-feira, 5 de junho de 2012

DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

O Dia Mundial do Meio Ambiente

Este dia é comemorado no mundo inteiro e a cada dia desenvolve-se o processo politico social em busca de evidenciar a necessidade da proteção continua do espaço em que vivemos.
Nada de especial neste processo, não fosse o mesmo apenas uma máscara representativa de algo que no fundo está longe da verdadeira proteção ambiental

Falta-nos cultura apesar de uma gama enorme de instrução sobre esta matéria tão importante para cada habitante desta terra cansada, e por 
que não dizer já desolada?

A ofensa ao meio ambiente tornou-se causa de processos judiciais inafiançáveis contra os agressores de menor porte.

É compreensível que devemos ser educados quanto aos cuidados com a natureza em seu todo, pois é o livro natureza responsável não apenas pelas belezas, mas pela sustentação vital da humanidade.

Vivemos no entanto, em um momento ímpar, onde a desvalorização do ser humano é tão acelerada que um animal passou a ocupar valor maior e mais importante no planeta.

Que pena! 

O homem foi criado por Deus para dominar toda espécie viva e cuidar dela.
A queda do ser humano, no entanto,  trouxe a decadência de todo o conjunto de valores estabelecidos por Deus no âmbito das faculdades que antes formavam a plena harmonia entre o ser humano e a natureza diante de si.

Temos sido levados de alguma forma a acreditar nos projetos de recuperação ambiental, mas o que vemos de realmente prático diante de nós? 

A retórica filosófica em torno do assunto chega a deslumbrar os mais sensíveis e até fazê-los acreditar que se pode mesmo melhorar as condições ambientais, mas quando os 'donos do mundo' se reúnem, o que realmente acontece?

Quais foram os resultados práticos do encontro em Genebra?

Quem irá abrir mão do egoísmo arraigado em torno do lucro?

Afinal, o que mesmo os donos do poder resolveram lá naquela reunião?

Prender um caçador por causa da predação de um jacaré como criminoso inafiançável é justificável diante da grande massa tóxica que circula no ar do mundo, especialmente das grandes empresas que os grandes empresários são detentores?

Compreendo que as grandes industrias poluidoras podem até se esconderem no álibi de que  realizam um grande benefício social dando emprego a milhares de famílias, mas isto não é motivo para serem redimidas pelo mal que produzem em massa.

Uma coisa é certa: 

O profeta Isaías, em seu livro, há mais de dois mil e setecentos anos em sua visão ambiental já previa o planeta sendo degradado e seu relato é sustentado pelas causas claras referentes a conduta dos moradores da terra (Veja Isaías capítulo 24 versos 5 e 6 e tire você mesmo suas conclusões ao ler meu artigo). 

Nenhum morador da terra está, ou estará isento no que tange a parte que lhe toca no preservar a natureza, mas os exageros que tendem a minimizar os impactos causados pelos grandes em detrimento dos pequenos é descabido e injusto.

O Brasil é uma potência em riquezas naturais e realmente necessita ser preservado, mas quem cuidará disto frente à poluição do meio ambiental político em que vivenciamos na mídia todos os dias? 
Enquanto necessitarmos de CPIs contra o descalabro do ambiente moral que estamos enfrentando, será difícil a sustentabilidade de quaisquer processos que visem adequar o meio ambiente ao seu lícito e merecido lugar.

As Sagradas escrituras terminam com uma advertência severa e específica com relação ao destino de todos aqueles que de alguma forma danificam o meio que Deus criou e estabeleceu para vivermos de forma saudável.

O profeta de Pátmos escreveu claramente sua visão sobre o futuro dos que danificam a terra:

"Na verdade, as nações se enfureceram; chegou, porém, a tua ira, [De Deus] e o tempo determinado para serem julgados os mortos, para se dar o galardão aos teus servos, os profetas, aos santos e aos que reverenciam o teu nome, assim aos pequenos como os grandes, e para destruíres os que destroem a terra" Apocalipse 11:18 - 

Façamos nossa parte!

Voxdesertum.com - 05/06/2012.


sexta-feira, 11 de maio de 2012

MÃE 2012


MÃE - As Palavras não podem expressar seu real valor!

Mais um ano se passou, e passou tão rápido que a gente não deu conta de realizar tudo que desejava para lhe ver feliz.Eu gostaria que você estivesse aqui hoje para continuar aquela relação que durou por quase 58 anos.

Foram anos difíceis, mas cheios de alegrias pelas glórias conquistadas em cada batalha, até que chegou o momento em que você foi tirar uma soneca saindo assim da nossa relação na linha da batalha.Você foi, mas graças a Deus deixou uma marca de caráter que poucas mulheres de nosso tempo são capazes de construir e de compreender. 

Quanto a mim, sinto-me tranquilo pelo dever que Deus me concedeu para cuidar de você enquanto conosco viveu. Isto, no entanto, não vem ao caso agora.

A festa ainda não acabou, e muitos filhos ainda podem continuar a manifestar seu carinho e honra pelas mães que estão aqui.Hoje, o que deveria contar como prioridade não são os presentes, ou as festas, mas o trato pessoal o respeito que merecem todas as mães indistintamente.

Milhares de mães são postas à margem dos mínimos direitos da família e da sociedade, e isto nos traz grande desconforto e desafio...

A inversão de valores tem colocado a figura matriarcal aquém do seu verdadeiro lugar no lar e no mundo atual. Filhos têm insensatamente assumido o governo dos lares, e isto para muitos tem sido considerado evolução da sociedade, mas quais têm sido os resultados desta demanda?

Mãe! 

Hoje é um dia que passa tão rápido como os outros dias do ano; mas o ministério de uma mãe é algo para jamais ser esquecido.

Quiçá todo filho pudesse aproveitar cada dia do ano para festejar com respeito, honra e dignidade a mãe que está ao seu lado.

As páginas diárias da história estão sendo viradas com a rapidez do mega chip eletrônico, de forma tal que pouco tempo se dá para ler cada uma delas estudando reflexivamente o valor real de uma mãe.

Afinal, quanto vale uma mãe?

Muitos, infelizmente, só descobrirão tal valor depois que a mãe já não mais fizer parte deste convívio conturbado em que a família está vivendo agora.

Eu quero falar um pouco às mães hoje, que minha mensagem tem um motivo central: Contemplar vocês e dizer que seu papel é o papel mais importante desta Terra concedido por Deus a um ser mortal.

Infelizes são os filhos que não tiveram e os que não tem este privilégio de uma mãe por perto.

Eu falo também para todas as mães, que neste dia não foram lembradas. Falo para as mães de família regular; e especialmente, para as mães que estão pelas ruas das cidades e perambulam sem destino nesta vida, vivendo sob o enorme peso da humilhação, do descaso, do escárnio e do preconceito.

Se os filhos, os educadores e os demais segmentos da sociedade dessem o verdadeiro valor à mãe em seu soberano papel na formação da sociedade, certamente haveria melhores cidadãos na base e no topo da estrutura da nação.

Grande parte do descalabro em quase todas as áreas da nossa esfera de relacionamentos tem seu nascedouro nos lares do povo. Lares destroçados pelas separações e definidos divórcios!

Mães! 

Meu apelo neste momento é que jamais se desanimem, pois seu esforço no lar não é vão. 

Deus contempla cada gesto, cada passo do jornadear de uma mãe sincera, e retribui com bênçãos e graça cujos valores perdurarão por toda eternidade. Faça circular no seu Lar a atmosfera do Céu!

Que a sua felicidade não se resuma em apenas festa de homenagens, mas que a cada dia você tenha força e poder vindos de Deus para continuar na batalha até que a vitória esteja ganha.

Mãe! 

Este dia é um dia que terá seu valor aperfeiçoado por cada gesto de seus filhos a favor de sua real valorização.

Sou filho e já sou pai, portanto, já experimentei minha parte na criação de uma filha.

Agradeço a Deus por minha experiência ao lado da super mãe de minha filha.

Alaíde!

Se eu sou o pai que sou, devo a Deus e a você com seu esmerado carinho, dedicação e amor incondicional na criação, manutenção e acompanhamento de nossa filha Amanda. 

Róbson Silva – Maio de 2012 - voxdesertum.com 

quinta-feira, 10 de maio de 2012

25 ANOS! VALEU A PENA!


25 ANOS! VALEU A PENA!

Alaíde!

Você representa o tudo que Deus pôde me reservar para esta vida, e com certeza, esta reserva continuará pelos tempos eternos.
Eu quero nesta data de 9 de maio de 2012 dizer a você que:
Valeu a pena aquela primeira vez em que nos vimos, quando você nem mesmo simpatizou comigo.
Valeu a pena ser até chamado de Patinho Feio.
Valeu a pena um novo passeio lá nas Águas Claras para aquele casamento de um familiar seu, mas ainda nenhuma novidade revelada.
Valeu a pena, aquele dia em que me ligou procurando uma vaga na empresa onde eu trabalhava.
Valeu a pena que nem mesmo o currículo jamais chegou às minhas mãos.
Valeu a pena aquele telefonema na noite de 05 de junho de 1986, quando marcamos um encontro para nos vermos na manhã seguinte às 9 h.
Valeu a pena, a ansiedade e a dúvida sobre a possibilidade de não nos encontrarmos, por causa do mal entendido sobre o local exato do encontro.
Valeu a pena, no entanto a compreensão entre nós para vencermos aquele desafio de nos encontrar, o que de fato materializou o encontro.
Valeu a pena o encontro, em frente à antiga Lanchonete Vagão.
Valeu a pena a conversa franca e aberta daquele dia decisivo de nossas vidas amor.
Valeu a pena até minha exagerada franqueza quanto à decisão que estávamos tomando.
Valeu a pena eu lhe pedir para tirar os óculos escuros, eu precisava lhe olhar nos olhos amor. Você estava lindinha naquele dia, e hoje também.
Valeu a pena, porque a partir dali não sobraram unhas para ser mostradas no futuro, com as quais poderíamos nos arranhar.
Valeu a pena aquela noite da semana seguinte, atravessar a avenida e irmos ao Tratoria; dia inesquecível; tenho o gostinho do licor e do primeiro beijo de despedida até hoje.
Valeu a pena eu não lhe exigir nada sobre suas reais decisões.
Valeu a pena no dia seguinte você me ligar às 19:45 h em meu trabalho e dizer: Terminei o namoro que estava em curso.
Valeu a pena, eu até ter sido meio indelicado na avaliação de sua decisão, mas o mais importante foi você compreender minha sinceridade.
Valeu a pena continuar nossa caminhada, que talvez nem nós mesmos pudéssemos ter certeza de sua continuidade.
Valeu a pena eu colocar fim em minha vida anterior, para me dedicar somente e unicamente a você sem que você me exigisse nada.
Valeu a pena trabalhar juntos por 11 meses a nossa relação.
Valeu a pena nossa relação amistosa com nossos melhores amigos daquela época.
Valeu a pena chegar à casa de seus pais naquele dia 8 de novembro de 1986, e formalizar nosso compromisso de noivado.
Valeu a pena organizar nós mesmos as coisas para nosso casamento.
Valeu a pena, aquele dia chegar de supetão para seu pai e dizer a ele: Vamos nos casar e o Sr tem duas datas a escolher entre 2 ou 9 de maio (1987).
Valeu a pena ouvir meu sogro e as ponderações que me fez com relação ao nosso casamento.
Valeu a pena fazermos o curso de noivos naquela equipe maravilhosa do Padre Camilo.
Valeu a pena aquela manhã de 9 de maio de 1987, quando em casa de minha mãe a gente assinou o registro civil da nossa união.
Valeu a pena aquele almoço gostoso após a cerimônia de cartório efetuada lá em casa mesmo, junto de nossos mais íntimos amigos e familiares.
Valeu a pena estar os dois prontinhos na porta da Catedral em Caratinga, 20 minutos antes do horário oficial do casamento.
Valeu a pena, a cerimônia religiosa cheia de ações alegres e motivadoras por parte de todos os presentes.
Valeu a pena ouvir o tilintar das alianças caírem das mãos da Janaína ao chão.
Valeu a pena ouvir a Lúcia, bem piqititinha interrogar bem alto: Ti Robson! Ce vai casa?
Valeu a pena, a recepção e o sair dela quase sem ser notados.
Valeu a pena o começar a viagem sob uma neblina fria até Cel. Fabriciano, casa de minha mãe onde almoçamos no dia seguinte.
Valeu à pena, rumo a Poços de Caldas, o pernoite em Oliveira. Eta frio sô! Mas o café da manhã foi ótimo.
Valeu a pena, a viagem de 20 dias consecutivos entre Poços, e todo o circuito das águas, terminando em Guarapari.
Valeu a pena chegarmos em casa e começar a vida de rotina trabalho e edificação do nosso lar.
Valeu a pena, 21 de Junho de 1988, dia da concepção de Amanda.
Valeu a pena todo o cuidado e alegria e felicidade esperando a chegada da princesa.
Valeu a pena! A Princesa chegou no dia 03 de Março de 1989; o nosso maior presente do Céu, e, eu lá estava na sala de cirurgia.
Valeu a pena construir juntos, a base do caráter de nossa filha.
Valeu a pena congratular nossa filha pela sua passagem de juvenil para o livro da vida de uma moça.
Valeu a pena, a chegada de seus 15 anos, sem a necessidade de festas tradicionais, mas com a alegria da saúde, do amor em casa, com a família e com os amigos.
Valeu a pena o esforço máximo para encaminhar a filha para o internato.
Valeu a pena sacrificar e abdicarmos de algumas coisas para socorrer minha mãe e outros parentes na doença.
Valeu a pena ver Amanda formada em um curso superior, com dignidade, dedicação e amor pela escolha feita.
Valeu a pena Alaíde toda sua dedicação para com a gente durante esses 25 anos, em amor, reciprocidade e cumplicidade.
Valeu a pena, nós termos nos separado de maneira definitiva e respeitosa um para o outro.
Vale a pena estar hoje com disposição de continuarmos a caminhada juntos, rumo ao aperfeiçoamento daquilo que Deus colocou diante de nós como desafios.
Vale a pena receber o Wanderson como escolhido de Deus para a filha.
Posso sem sombra alguma dizer:
Vale a pena Alaíde, amar você pelo resto dos meus dias! Robson Silva.


segunda-feira, 7 de maio de 2012


DIA DO TRABALHADOR BRASILEIRO – 2012

O que comemorar?
A vitória da atividade produtiva.

Por que comemorar?
Porque o trabalho lícito é o único meio digno de sobrevivência.

Como comemorar?
Agradecendo a Deus as faculdades, intelectual, moral, espiritual e física para trabalhar.

Perguntas que no decorrer do texto não se calam.

No coração, no bolso e na família de cada trabalhador, certamente há uma ansiedade para dar um norte mais consistente e mais amplo a estas perguntas.
Os tempos se passaram, a democracia tão prometida chegou; e os fogos que festejaram a saída dos militares se apagaram, virando apenas uma história talvez mais triste do que a anterior, por se tratar de uma nova filosofia social.
As promessas de um socialismo humanitário, infelizmente também se apagaram e hoje ainda restam poucas lembranças de um tempo onde o trabalho era algo que realmente dignificava os seres que fizeram e ainda fazem este Brasil.
Qual é o real cenário em que nos encontramos como classe trabalhadora?
Parece estarmos vivendo um paradoxo, para não dizer um momento de terror nacional no que se diz respeito a empregos e desempregos, empregados e trabalhadores.
O que está acontecendo realmente?
Como está o mercado de trabalho? Não parece real o que a mídia coloca em evidência.
Por que tanta gente sem fazer nada e tanta violência nos dias atuais?
Um país onde a educação é tratada como algo sem a prioridade que merece, só pode estar como está.
As grandes empresas tiveram um avanço tecnológico acima da realidade educacional no que tange a mão de obra técnica especializada, por isto trazem gente de fora para trabalhar aqui. Nada contra os de fora, pois somos bons hospitaleiros.
Lembro-me dos tempos do SENAI na antiga ACESITA onde eu tive dois privilégios ainda com apenas 15 anos:
Entrar para o SENAI, ter aulas profissionalizantes por período de quatro horas durante três anos, na parte da manhã e ter à tarde quatro horas de prática dentro da usina siderúrgica já como empregado. Idade? Entre os 15 e 16 anos. Naquele tempo, trabalho era parte essencial da marca que qualificava o caráter do homem para torná-lo um cidadão completo.  O Ministério do Trabalho disponibilizava a carteira de trabalho do menor. Bons tempos! Pouca ou quase nenhuma violência, porque maioria trabalhava desde cedo para ajudar a família! Famílias ajustadas e filhos criados com limites! Afinal, alguém hoje pode com toda sinceridade perguntar: O que são limites? O que é isto que o Robin está se referindo?
Aceito como sinceras as perguntas, pois limites são coisas, que há muito já estão distantes da família brasileira. A educação moderna, com a ajuda da mídia, se incumbiu de destruir as bases fortes da estabilidade social. Tudo hoje é relativo, certo é o que cada um tem na cabeça e faz. Só que os resultados a partir desta premissa de relativismo não tem sido os melhores.
Os psicopedagogos, da educação moderna, em quase maioria, salvo às exceções merecidas, infelizmente compreenderam mal a aplicação da educação corretiva, e afastaram os marcos antigos da ética e da moralidade, para ficarem bem tranquilos com os alunos e famílias destes.
Mas o que dizem os professores quanto ao confronto com marginais nas alas de aulas diariamente?
A falta de compreensão de muitos educadores a respeito da aplicação correta da filosofia construtivista da educação dos tempos modernos, infelizmente, concorreu para que jovens se tornassem “independentes” por demais.
O fato é que grande parte destes jovens preferiu arriscar a construção de suas próprias masmorras, ao invés de optar pela ordenança do trabalho digno e honesto prevista pelo próprio Criador do ser humano, como princípio insofismável de construção de Lares estáveis e equilibrados. A autoridade “serviço” dos pais caducou, e como resultado...
Esta é uma das causas claras que revelam mesas de advogados, promotores e juízes abarrotadas de processos contra jovens que aguardam a maior idade civil para responder por seus precoces crimes.
Pergunto: Se há uma lei que dá o aval para os jovens de 16 anos votarem, por que não uma lei regulamentada de obrigatoriedade do Estado a dar emprego e trabalho a esta turma; e por que não uma lei para julgar os crimes destes “eleitores”?
É até compreensível que o Estado não queira gastar com delinqüentes nos presídios, mas por que não reestruturar a educação integral, onde se combinem estudo e trabalho?
Trabalho é um estilo de vida tão sério que aquele que não trabalha, a menos que comprovada sua imperiosa incapacidade, não deve comer, ou ser pesado direta, ou indiretamente à Família ou à sociedade.
A cultura educativa, de certa forma abalizou a atitude de inverter os valores da família e toda a sociedade está pagando caro o ônus desta fatídica inversão.
Pais estão desesperados com filhos mergulhados nas drogas e nos crimes consequentes, mas a família está preservada do ponto de vista político social.
A cultura Política e Social de nosso Brasil, ao invés de promover a motivação da Educação e Trabalho como forças essenciais da nação motiva com exemplos vivos as Famílias e juventude a explorar o caminho mais fácil como sustento sem trabalho. 
Qual é a verdade, no entanto? A Família carrega sozinha o ônus dos desequilíbrios nela existentes, porque o “social” é apenas uma arma para ganhar o voto dos inconseqüentes.
Cadê o socialismo de distribuição igualitária, prometido pelos esquerdistas das décadas a qual chamaram de repressão militar?  Onde está o pecado de um menor trabalhar sem ser explorado? O que é melhor, um menor no trabalho, ou nas drogas? No crime contra a Família e a sociedade que ainda trabalha, ou nas escolas de qualidade em dois turnos como nos SENAIS das décadas de 60 e 70? Nas cadeias, gastando o dinheiro dos impostos, ou no trabalho honesto e digno? Ou nas ruas sendo sustentados de porta em porta pela própria sociedade e ONG’S?
Com certo direito cultural, pode expressar o jovem de hoje: Por que, e para que trabalhar, se eu posso pagar poucos meses de contribuição previdenciária cometer um crime, e minha família estar segura, recebendo um gordo benefício per capto da Previdência Social que outros pagaram e que hoje estão quase a morrer à míngua com a desvalorizarão do benefício? 
Mas, para que trabalhar cedo, se as regras de aposentadoria não me darão segurança alguma para o futuro sombrio do trabalhador contribuinte?
No dia do trabalhador, todas estas ponderações devem estar no cardápio a ser digerido pela sociedade trabalhadora brasileira.
Os mesmos homens que fomentavam as graves nas décadas passadas, onde salários e outros direitos adicionais eram muito melhores, subiram ao poder.
Muitos deles trabalham contra os trabalhadores levando-os à miséria e às doenças profissionais causadas pelo excesso de trabalho e responsabilidades em cargas horárias que ainda são pesadas para a classe atual, menos resistente do que a mão de obra de outrora.
São as próprias estatísticas do próprio Ministério do Trabalho que detectam e publicam na TV os resultados das doenças profissionais crescentes de agora em número cada vez mais alarmante, e com um agravante:
A previdência Social a cada dia se arma contra a classe trabalhadora, no sentido de minimizar com leis adicionais mais e mais os direitos de afastamentos por doença, e paga os seus peritos e advogados para deixar um trabalhador trabalhando doente até que ele morra no trabalho sem benefício justo.
Reitero: Mas aos bandidos na cadeia, está garantida a sua parte no bolo cujos ingredientes em nada ajudaram. É a TV; a Veja, a Isto É, e os demais canais da mídia que mostram todos os dias esta realidade; não é, no entanto, uma acusação que faço à revelia às respeitáveis instituições.
Graças a Deus que a democracia ainda não cassou os direitos da livre informação na mídia.
Os trabalhadores merecem um abraço em seu dia! Mas merecem mais do que isto: Reconhecimento, respeito, dignidade e aplausos, por continuar fazendo uma nação ainda que com sérios prejuízos e exploração dos SOCIALISTAS que pouco, ou nada fizeram, ou fazem contra o CAPITALISMO que denunciavam antes das diretas já.
Meus sinceros respeitos aos governantes, mas vocês devem muito aos Trabalhadores brasileiros, quer da ativa, aposentados e pensionistas.
Acorda Brasil – 1º de Maio de 2012 - voxdesertum

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Línguas Estranhas?

Carismatismo e Pentecostes?
Pentecostalismo? Batismo no Espírito Santo?
Que Salada é esta? Tudo igual?

Basta comparar com atenção e isenção de preconceito o que houve realmente em Atos 2 onde haviam aproximadamente 16 nações (versos 9 a 11) presentes e perceber que os discípulos não falavam línguas “estranhas” e sim, em outras linguas diz o texto. Aliás, a palavra “estranha” como usada por muitos, para línguas não existe no original grego. 

Os discípulos falaram as línguas dos presentespara evangelizá-los” que era o motivo principal de Deus na inauguração da Igreja Primitiva.
A prova é que os próprios presentes disseram: Eles falam em nossa própria língua materna.  (verso 8). Estude atenciosamente o texto e o contexto da Festa de Pentecostes.

infelizmente muita gente sincera em confusão desnecessária sobre este dom maravilhoso dado por Deus em circunstância específica para a evangelização inicial na igreja que estava acabando de nascer isto é, para um fim proveitoso afirma Paulo em 1ª Coríntios 12 verso 7.

Muita gente sincera, ao ser colocada em prova alega que as línguas faladas hoje por aí se tratam da língua dos anjos, mas se esquecem, no entanto, que todas as vezes que Deus quis Se comunicar através de anjos com os homens Ele providenciou que os anjos aparecessem em "forma" de homens e que se comunicassem na língua daqueles a quem foram comissionados a entregar a mensagem do céu.

Se alguém, em qualquer culto fala uma língua que não existe dicionário que a interprete esta língua é falso don.
Então você saberá responder com base bíblica o que acontece no carismatismo e no neo Pentecostalismo.

Atos 2,  estudado da forma certa é a resposta de Deus para as dúvidas atuais sobre o Dom de Línguas.

Se refletirmos bem, podemos mesmo até dizer que no dia Pentecostes aconteceu exatamente o inverso do que aconteceu com os construtores da Torre de Babel.

Pergunto: Por que repetir Babel, se esta foi uma afronta direta ao Deus Eterno?

Hoje, em um mundo amplamente desenvolvido, aonde se tem escolas ensinando centenas de linguas preparando o povo, Deus não mais precisa reproduzir o dom de falar "outras línguas.”

Se Ele desejar que um pregador brasileiro iletrado como era Pedro fale em japonês, por exemplo; Ele oferece duas soluções simples:

Formar este brasileiro pra falar em japonês e ser missionário no Japão, ou se for uma emergência pra salvar por milagre algum japones através de um brasileiro não preparado para tal, aí sim, Ele faz cair o mesmo Espírito Santo neste servo que falará em japones sem nunca ter estudado esta língua e o caso fica resolvido, e assim mais um salvo entra para a lista do Reino de Deus.

É bom lembrar que, no que se refere ao Dom de Línguas, o Apóstolo Paulo estava em 1ªCoríntios 14 exatamente corrigindo o mau uso deste dom, o que serve para hoje em nossos dias onde se repete o mesmo problema confuso dos Coríntios.

No dia de Pentecostes, o Arquiinimigo de Deus não teve prazo para falsificar o dom, mas a partir dali teve o tempo necessário para estudar e planejar o que fez na Igreja de Corinto, e procura hoje fazer o mesmo onde lhe derem chance no cristianismo contemporâneo.

Exatamente Atos 2 revela o que na “verdade bíblica” significa batismo no Espirito Santo.


Conclusão:

Qualquer manifestação no seio da assembléia da Igreja, ou em particular quanto ao Dom de Línguas, que fuja do princípio claro e explícito no verso 8 de Atos 2 acontecido naquele esplendido dia de Pentecostes, é representação falsa do Batismo no Espírito Santo, portanto deve ser rejeitado. Fujamos do falso “dom”.

Analise com sabedoria e veja que os versos 9 a 11 completam o verdadeiro sentido sem deixar dúvida alguma sobre a origem, particularidade e peculiaridade das línguas ali faladas.

Seria preferível usar o Latin nos momentos de êxtase, do que usar palavras ininteligíveis, pois apesar de o latim ser uma língua considerada "língua morta", ela é uma língua real em desuso, mas que se questionada pode perfeitamente ser explicada em seu sentido. 

É o estudo superficial, ou a inexistência de estudo que causam o desconhecimento e as apreensões sobre este e outros assuntos que estão claramente definidos por Deus nas páginas das Sagradas Escrituras. 

Voxdesertum – 05 de Abril 2012.